Aline Ghilardi
Aline Marcele Ghilardi (São Paulo, 1986) é uma bióloga e paleontóloga brasileira. Foi responsável pelo o regresso do fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus ao Brasil em 2022 ao promover a campanha Ubirajara pertence ao Brasil (#UbirajaraBelongstoBR).
| Aline Ghilardi | |
|---|---|
| Nascimento | 8 de junho de 1986 São Paulo |
| Cidadania | Brasil |
| Alma mater | |
| Ocupação | paleontóloga, investigadora, bióloga |
| Empregador | Universidade Federal de Pernambuco |

Carreira
Aline Marcele Ghilardi nasceu no dia 8 de junho de 1986 na cidade de São Paulo. Se graduou pela UFSCar no campus de São Carlos, onde fez seu pós-doutorado, em 2019, já seu mestrado em Ecologia e Recursos Naturais pelo PPGERN-UFSCar, em 2017, e seu doutorado em Geologia pelo PPG-GI UFRJ, em 2015.[1]
É professora e pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).[2] Aline também desenvolve pesquisas como o estudo da fisiologia e doenças de seres extintos.[3] Foi uma das pesquisadoras que descobriu um parasita preservado dentro de ossos de dinossauro; a pesquisa foi publicada outubro de 2020 na revista científica Cretaceous Research.[4]
Em 2018, coordenou estudos na cidade de Sousa, Paraíba, para estudar pegadas de dinossauros com mais de 136 milhões de anos que estavam sendo destruídas pela erosão causada pelos animais que pisavam no solo. Em entevista ao Diário do Sertão, afirmou que a ação era de caráter urgente e tinha como fim a preservação do patrimônio histórico.[5]
Ela e o marido, o também paleontólogo Tito Aureliano, são responsáveis pelo canal do YouTube Colecionadores de Ossos.[6] Em maio de 2019, participou do Conversa com Bial falando sobre a possibilidade de recriar dinossauros.[7] Em 2021, participou do podcast Habitat, da Folha de S.Paulo.[8]
Foi a responsável pela campanha #UbirajaraBelongstoBR, (Ubirajara pertence ao Brasil), fazendo com que, vinte e sete anos depois de deixar o Brasil ilegalmente e ir para um museu alemão, um fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltasse ao seu país de origem, em julho de 2022.[9][10]
Referências
- «GEO - DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA - UFRN»
- «Especialistas e viajantes dão dicas de segurança para turismo na natureza». Folha de S.Paulo. 12 de janeiro de 2022. Consultado em 6 de agosto de 2022
- «Mulheres do RN ocupam papel de destaque na Ciência; conheça histórias». Tribuna do Norte. Consultado em 6 de agosto de 2022
- «Em descoberta inédita no mundo, cientistas brasileiros encontram parasita preservado dentro de ossos de dinossauro». G1. Consultado em 6 de agosto de 2022
- «DESCASO! Pesquisadora revela que Vale dos Dinossauros pode acabar em Sousa; pegadas estão desaparecendo». Diário do Sertão. 5 de fevereiro de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2022
- «Como cientistas brasileiros colonizaram o YouTube». BBC News Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2022
- «Pesquisadores acreditam na possibilidade de recriar dinossauros: 'Não está muito longe'». Gshow. Consultado em 6 de agosto de 2022
- «Ser humano faz espécies sumirem mil vezes mais rápido do que o previsto; ouça podcast». Folha de S.Paulo. 8 de outubro de 2021. Consultado em 6 de agosto de 2022
- «Após campanha, Brasil retoma da Alemanha fóssil de 1º dinossauro com penas». Consultado em 6 de agosto de 2022
- «Rare dinosaur heads home as Germany agrees to return Brazilian fossil». www.science.org (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2022