Batalha de Emesa

A Batalha de Emesa foi travada em 272 entre as forças do Império Romano e as do Império de Palmira. Os romanos eram liderados pelo imperador Aureliano ao passo que os palmirenses tinham à frente a rainha Zenóbia e o general Zabdas.

Batalha de Emesa
Crise do terceiro século
Data 272
Local Emesa (moderna Homs, na Síria)
Desfecho Vitória romana
Beligerantes
Império Romano   Império de Palmira
Comandantes
Aureliano   Zenóbia
  Zabdas
Forças
180 000 pessoas, com 65 000 na infantaria e 5 000 na cavalaria 70 000 soldados

Emesa
Localização de Emesa no que é hoje a Síria

Contexto

Aureliano iniciou uma campanha para reconquistar o rebelde Império de Palmira, que era liderado por Vabalato e sua mãe, a rainha Zenóbia. A princípio, ele desejava demonstrar sua misericórdia aos cidadãos romanos da região e já havia conseguido derrotar Zenóbia na Batalha de Imas, perto de Antioquia, obrigando-a a fugir, com Zabdas, para Emesa (moderna Homs, na Síria).

Batalha

Romanos e palmirenses se enfrentaram novamente numa planície à frente de Emesa. Como em Imas, a cavalaria pesada palmirense (os clibanários) era superior à romana. Porém, os clibanários acabaram se dispersando numa perseguição aos cavaleiros romanos, separados, acabaram massacrados pela infantaria romana. De acordo com Zósimo, as unidades da Judeia, com suas maças, aniquilaram os cavaleiros palmirenses[a].

Resultado

Zenóbia refugiou-se em Emesa e fugiu depois para Palmira, mas deixou para trás seu tesouro. Aureliano depois conquistou Palmira e obrigou Zenóbia a fugir para a Pérsia, mas ela foi capturada perto do Eufrates. Aureliano, depois de paradeá-la por Roma, poupou-a.

Notas

[a] ^ Ao contrário de espadas, que resvalavam nas pesadas armaduras, as maças provocavam sérios ferimentos e fraturas tanto nos cavaleiros quanto nos cavalos palmirenses.

Bibliografia

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