Cícero Dantas
Cícero Dantas é um município brasileiro do estado da Bahia, localizado na região do agreste.
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| Município do Brasil | |||
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| Símbolos | |||
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| Hino | |||
| Gentílico | cícero-dantense [1] | ||
| Localização | |||
![]() Localização de Cícero Dantas na Bahia | |||
![]() Cícero Dantas |
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| Mapa de Cícero Dantas | |||
| Coordenadas | |||
| País | Brasil | ||
| Unidade federativa | Bahia | ||
| Municípios limítrofes | Ribeira do Pombal, Banzaê, Heliópolis, Fátima, Sítio do Quinto, Euclides da Cunha e Antas | ||
| Distância até a capital | 300 km | ||
| História | |||
| Fundação | 1812 | ||
| Emancipação | 9 de junho de 1875 (147 anos) | ||
| Administração | |||
| Prefeito(a) | Ricardo Almeida Nunes da Silva (PP, 2021 – 2024) | ||
| Características geográficas | |||
| Área total [2] | 658,940 km² | ||
| População total (IBGE/2018[3]) | 33 356 hab. | ||
| Densidade | 50,6 hab./km² | ||
| Clima | subúmido e semi-árido | ||
| Altitude | Sede: 420 m | ||
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) | ||
| CEP | 48410-000 | ||
| Indicadores | |||
| IDH (PNUD/2010[4]) | 0,585 — baixo | ||
| PIB (IBGE/2016[5]) | R$ 256 155 mil | ||
| PIB per capita (IBGE/2016[5]) | R$ 7 407,38 | ||
| Sítio | http://www.cicerodantas.ba.gov.br (Prefeitura) http://camaradecicerodantas.ba.gov.br (Câmara) | ||
História
As origens do município remontam a velha Fazenda Boqueirão, onde no século XVIII, após o achamento da imagem de Nossa Senhora do Bom Conselho entre os Montes do Boqueirão, uma devoção foi iniciada fervorosamente provocando a fixação de moradores aos arredores da localidade.
O desenvolvimento, o isolamento e ausência de líderes religiosos provocam o desejo pela criação de um território eclesial independente. Com apoio do vigário Antônio Correia Passos e a atuação do Frei Apolônio de Todi, em 1817 foi oficializada a criação do novo território filial ao Julgado de Jeremoabo, pertencente ao termo de Itapicuru.
Por prováveis motivos particulares, na visita missionária do Frei Apolônio em 1812, o local da devoção foi transferido para o antiguíssimo cemitério nas terras da Fazenda Cacunéia. Nesta visita foram construídas a capela-matriz, a capela da Santa Cruz e a casa do missionário, margeadas pela secular estrada das boiadas.
A elevação do território provocou arrendamentos e compras de fazendas, a aproximação da família Dantas, serviços do Império chegam à localidade, lideranças religiosas e políticas florescem, e com isso o desenvolvimento movimenta a história.
Fatos Históricos
- Antônio Conselheiro em Bom Conselho
Em dezembro de 1895 chegou em Bom Conselho o senhor Antônio Mendes Maciel, vestido de frade da ordem de São Francisco, também mas tarde conhecido como Antônio Conselheiro. Na sua visita os seus seguidores ajudaram a transportar madeira e pedras para a construção da Igreja Matriz e construiu a escadaria feita de mármore. Em sua visita Antônio Conselheiro protagonizou o estopim da Guerra de Canudos, quando o próprio ordenou aos seus jagunços que quebrassem as tábuas de impostos em plena praça. Com este acontecimento o nome Bom Conselho teve o privilégio de esta no Livro de Euclides da Cunha “ Os sertões”.
- A Coluna Prestes em Cícero Dantas
Em 26 de julho de 1926, os Revoltosos e o líder Luís Carlos Prestes, passaram por Cícero Dantas e sob um clima de expectativa a população fugiu da cidade, ficando o padre Vicente e algumas famílias. Chegando na cidade se hospedaram num sobrado onde morou o Barão de Jeremoabo, logo após saíram em busca de alimentos, invadiram o quintal do padre Vicente em busca de galinhas e o padre reagiu com firmeza e bastante exaltado falou: “ Vocês querem consertar este país é roubando, bandidos? ...”. Eles nem ligaram, pois o que queriam mesmo era uma boa alimentação.
Depois da comida foram descansar na calçada da igreja, passaram alguns dias na cidade e no último dia Prestes pegou um mapa querendo saber qual estado era mas próximo e soube que era Sergipe temendo um combate ordenou de imediato às tropas que seguissem em direção ao Piauí. Entretanto, ao chegar lá, foram tomados de surpresa ocorrendo um grande combate.
- As visitas de Lampião a Cícero Dantas
Passando em Tucano, Lampião obrigou o padre daquela paroquia a dar o seu carro com o motorista, para conduzi-lo com seu grupo até Bom Conselho, chegando no dia 27 de dezembro de 1928 numa manhã ensolarada de segunda-feira. Traziam como refém um soldado de Ribeira do Pombal, já rouco de tanto gritar: Viva Lampião! Viva Capitão Virgulino! Entraram na cidade sem o povo esperar. O grupo era composto de oito homens fortemente armados sendo eles: Corisco, Moreno, Ponto Fino, Virgínio, Mergulhão, Mariano e Arvoredo um dos mais perigosos do grupo. Se hospedaram na pensão de Tia Maricas. Lampião foi almoçar no solar do padre Vicente, ele também mandou fazer um terno para ele e lenços para o bando. Todos eles visitaram a igreja onde rezaram fervorosamente. As 17:00 h saíram da pensão prometendo a volta, saindo da cidade entraram na fazenda de Abóboras onde houve um grande tiroteio onde Mergulhão morreu mas apesar de tudo a volante não sobreviveu um.
No dia 18 de fevereiro de 1929, Lampião chegou em Cícero Dantas, como o população já estava sabendo da chegada de Lampião se espalhou pelas matas. Com esta visita inesperada, a atual avenida ACM, antiga avenida Getúlio Vargas, ficou lotada de volantes e soldados. Um dia antes da saída da cidade o bando almoçou na casa de uma senhora que morava perto da ilha, no outro dia foram embora em direção a Antas. Em 1933, Lampião voltou pela terceira vez a Cícero Dantas, eles vinham de Massacará e chegando em Buracos atual São João da Fortaleza queimaram uma casa, cortaram a orelha do sr. Manoel Pato, maltrataram sua esposa e seu irmão e logo depois mataram dois desconhecidos em Guloso (fazenda).
Formação Administrativa
Por Alvará de 21 de novembro de 1817 e por Resolução Régia de 27 de setembro de 1817, subordinado ao Município de Jeremoabo, é criada a freguesia com a denominação de "Freguesia de Nossa Senhora do Bom Conselho dos Montes dos Boqueirões".
Por Lei Provincial n.º 1158, de 9 de junho de 1875, a freguesia é elevada à categoria de vila(cidade) com a denominação de Bom Conselho, desmembrado-se de Jeremoabo.
Pela Lei Estadual n.º 583, de 30 de maio de 1905, o Município de Bom Conselho passou a denominar-se Cícero Dantas, em homenagem ao Barão de Jeremoabo (Cícero Dantas Martins).
Desmembramentos
Pela Lei Provincial nº 2.553, de 1 de maio de 1886, o Distrito de Coité alcança a categoria de vila. Atuais territórios de Paripiranga e Adustina.
Pela Lei Estadual n.º 570, de 13 de agosto de 1953, o Distrito de Antas alcança a categoria de município. Atuais territórios de Antas e Novo Triunfo.
Pela Lei Estadual n.º 4413, de 1 de abril de 1985, o Distrito de Fátima alcança a categoria de município.
Distritos
- Pela Lei Estadual n.º 628, de 30 de dezembro de 1953, foi criado o distrito de São João da Fortaleza.
Construído o povoado pelos idos de 1880, tendo os primeiros moradores Roberto Pereira Lima e Joaquim Felipe Santiago. Já possuiu os nomes de Serra do Meio e Buracos e hoje sendo São João da Fortaleza ou Fortaleza de São João. Um penitente chamado Francisco Penteado foi quem ergueu a capela dedicada ao São João Batista. O distrito esta à oeste do município (30 km da sede), cortado pela BA-220 (não pavimentada), é cercado por diversos tabuleiros que dão uma beleza especial ao local. Possui uma rica cultura, com as tradições da Semana Santa, São João e a Festa dos Velhos, teve dois momentos históricos com a passagem de Antônio Conselheiro e Lampião.[6]
- Pela Lei Municipal n.º 139, de 11 de junho de 2012, foi criado o distrito de Caxias.
O distrito está a leste do município, limitando-se com Adustina e sendo cortado pela BA-392 (não pavimentada). Possui grande destaque na produção de grãos, como milho e feijão. Antiga localidade chamada de Alegres, o povoado surge em junho de 1938, quando o Sr. Santo Desidero doa parte de suas terras para a construção de moradias. Os primeiros moradores da povoação foram os senhores Marcolino, Antônio de Cirino, João de Badé, Faustino e Santo de Isidoro, e suas respectivas famílias. Com o seu rápido crescimento o povoado ganha o nome de Caxias, em homenagem ao Duque de Caxias. No ano de 1970 é concluída a reforma da igreja dedicada a Nossa Senhora Aparecida, cuja imagem instalada no altar-mor foi trazida pelo Seminarista Francisco Maroto em 1947, vinda da capital, Salvador.
- Pela Lei Municipal n.º 141, de 11 de junho de 2012, foi criado o distrito de Trindade.
A Trindade foi uma das inúmeras fazendas de propriedade da Casa da Torre, sendo arrendada em 12 de dezembro de 1821 por Marcelino de Almeida Soares. As famílias Nascimento, Coutinho, Ribeiro e Barbosa são as primeiras a fixarem residência no local, desde os anos 1830. O surgimento do povoado se dá em 1942 com a chegada de José Rodrigues de Oliveira, José Arcanjo de Carvalho e Pedro Mateus da Silva, ambos atraídos pela abertura da nova rodagem. Em 1949 é construída a primeira igreja sendo Nossa Senhora do Carmo sua padroeira. Foi o primeiro povoado a introduzir a energia elétrica, em dezembro de 1969, por intermédio de Manoel Vieira de Andrade e Antônio Ferreira de Oliveira Brito. O distrito é o mais próximo povoado da sede com uma distancia de 7 km, margeando a BR-110.[7]
Povoados
- Entroncamento de Caxias, Raso do Santo, Pau Santo, Cansanção, Lagoa do Ouricuri, Saco, Ilha de São Pedro, Mandacaru, Limeira, Lagoa Grande, Chapada da Lagoa Grande, Maenga, Pindorama, Lagoa do Nolasco, Zé Pereira, Estrelo, Bonito, Boqueirão, Quixaba, Faleira, Jacareacanga, Melos, Betânia, Miroró, Itaparica do Gama, Jatobá dos Tavares, Campinas de Castro, Rodeador, Juá e Major.
Párocos
| Ano | Párocos |
|---|---|
| 1817 a 1823 | Capelão Manoel de Barros |
| 1823 a 1836 | Padre José Zacarias de Souza |
| 1836 a 1884 | Cônego Caetano Dias da Silva |
| 1884 a 1933 | Padre Vicente José Martins |
| 1933 a 1936 | Monsenhor José Magalhães e Souza |
| 1936 | Padre José Soares França |
| 1936 a 1937 | Padre Leonel Guimarães |
| 1937 | Monsenhor José Magalhães e Souza |
| 1938 a 1943 | Padre Justiniano dos Santos Costa |
| 1943 a 1945 | Monsenhor José Magalhães e Souza |
| 1945 a 1962 | Monsenhor Renato de Andrade Galvão |
| 1962 a 1964 | Padre Epifânio da Costa Borges |
| 1964 a 2007 | Monsenhor José Elias Ferreira |
| 2007 a 2012 | Padre Aldo Alves Pimentel |
| 2012 a 2015 | Padre Adilson da Costa Machado |
| 2015 | Padre Evanilson de Mendonça |
Política
- Intendentes Municipais
- Natanael Dias da Silva
- Pedro Rabelo de Moraes
- José de Figueiredo
- José Carlos do Nascimento
- Amâncio da Fonseca Daltro
- Manoel Vieira de Andrade
- Roldão de Souza Pimentel
- Benigno Gonçalves Carregosa
- Augusto Correia de Souza
- Jovelino Pereira dos Santos
- Raimundo Nonato de Andrade
- Ex-Prefeitos
| Ano | Prefeito |
|---|---|
| 1947 a 1950 | João Pereira dos Santos |
| 1951 a 1954 | Abelardo Vieira de Andrade |
| 1955 a 1958 | João Batista de Andrade Souza |
| 1959 a 1962 | Abelardo Vieira de Andrade |
| 1963 a abril de 1965 | Renato de Andrade Galvão (Renunciou o cargo de Prefeito Municipal em 7 de abril de 1965) |
| De 08 de abril de1965 a 1966 | José de Figueiredo |
| 1967 a 1970 | João de Souza Gouveia |
| 1971 a 1972 | Abelardo Vieira de Andrade |
| 1973 a 1976 | Luis Fernando de Andrade Carvalho |
| 1977 a 1982 | Antônio Hélio Vieira Gonçalves |
| 1983 a 1988 | Luis Fernando de Andrade Carvalho |
| 1989 até 12 de dezembro de 1990 | Zelito Ribeiro da Silva (tendo sido afastado do cargo por cassação do mandato pelo Poder Legislativo Municipal) |
| De 12 de dezembro de 1990 a 1992 | Antonio Pereira Filho (assumiu o mandato na condição de Vice-prefeito
Municipal decorrente da cassação do mandato do Prefeito Titular) |
| 1993 a 1996 | José Hércules Dantas de Carvalho |
| 1997 a 2000 | Arlete Bittencourt de Castro Silva |
| 2001 a 30 de dezembro de 2003 | Arlete Bittencourt de Castro Silva (tendo sido afastada do cargo por cassação do mandato pelo Poder Legislativo Municipal) |
| De 31 de dezembro de 2003 a 2004 | José Erismar de Oliveira (assumiu o mandato na condição de Presidente do Poder Legislativo Municipal decorrente da cassação do mandato da
Prefeita titular e vagância do cargo de Vice-prefeito) |
| 2005 a 2008 | José Weldon de Carvalho Santana |
| 2009 a 2012 | José Weldon de Carvalho Santana |
| 2013 a 2016 | Helânio Calazans de Oliveira |
| 2017 a 2020 | Ricardo Almeida Nunes da Silva |
| 2021 a 2024 | Ricardo Almeida Nunes da Silva |
Comunicação
- Jornal Folha do Nordeste - Albérico Barbosa
- Rádio Regional FM 100.9 - Fundação Antena Azul
- Rádio Buqueirão FM 104.9 - Eutímio Carvalho
- Sistema Baiano de Comunicação - Leonardo Dias
- Sertão em Pauta - Jeferson Oliveira
Geografia
Município baiano membro da Microrregião de Ribeira do Pombal (Nordeste do estado brasileiro da Bahia), limitando-se a leste com o Município de Fátima, a sul com Heliópolis, Ribeira do Pombal e Banzaê, a oeste com Euclides da Cunha e a norte com Novo Triunfo e Antas. Cortado pela rodovia BR 110, a aproximadamente 70KM da fronteira com o estado de Sergipe.
O acesso, a partir de Salvador, é efetuado pelas rodovias pavimentadas BR-324, BR-116, BR- 410 e BR-110 num percurso total de 302 km. O município é caracterizado como o segundo maior eixo rodoviário da Bahia (Feira de Santana é o primeiro), unindo a região ao estado de Sergipe, que influencia tanto quanto a capital do estado, Salvador.
Clima
O município está inserido no "Polígono das Secas", apresentando um clima do tipo mega-térmico seco a sub-úmido e semiárido, com temperatura média anual de 23.4 °C, precipitação pluviométrica média no ano de 889 mm e período chuvoso de maio a julho. É zona de transição entre o agreste sergipano e o sertão Baiano, notabilizando distritos com características de vegetação e clima dessemelhantes. o distrito de Caxias guarda mais semelhanças com o agreste sergipano, enquanto que o distrito de São João de Fortaleza com o sertão baiano.
Hidrografia
A rede de drenagem local é relativamente escassa. Apresenta uma distribuição retangular, característica de regiões sedimentares. É caracterizada, por rios temporários, tendo como representantes principais os riachos da Betânia, da Nação, Baixa do Estrelo, Sacos Negros, Baixa do Tubarão e Quingomes. A área do município está inserida na bacia hidrográfica do rio Real. As características geológicas, descritas anteriormente, são desfavoráveis à acumulação de água em reservatórios superficiais (açudes, barreiros, etc.), em virtude do alto grau de infiltração das rochas que torna essa região uma boa área de recarga dos aquíferos da bacia sedimentar de Tucano.
Relevo
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O relevo, esculpido em rochas sedimentares da Bacia do Tucano, corresponde tabuleiros dissecados por drenagem relacionada à bacia hidrográfica do rio Vaza-Barris.
- Montes do Boqueirão
Os Montes do Boqueirão, são duas serras que se encontram com a distância aproximada de 350 metros uma da outra e com a altura de 130 metros, cada uma, localizando-se a noroeste da cidade a 06 km da Igreja Matriz da cidade.
Vegetação
Possui um clima semiárido e vegetação constituída especialmente de espécies lenhosas e herbáceas, de pequeno porte, geralmente dotadas de espinhos sendo na maioria das vezes, caducifólias perdendo suas folhas no início da estação seca, e de cactáceas e bromeliáceas. Alguns exemplares de vegetação de grande e médio porte são encontrados, mas as plantas mais abundantes são: A catingueira, as juremas e os marmeleiros.
Geologia
O município está totalmente inserido na bacia sedimentar de Tucano (Mesozóico) e sua geologia engloba litótipos do grupo Massacará e formação Marizal.
Solos dos tipos alissolo, luvissolo, neossolo, planossolo salódico eutrófico e latossolo vermelho-amarelo distrófico sustentam a vegetação nativa caracterizada por contato cerrado-caatinga-floresta estacional, contato caatinga-floresta estacional e contato cerrado-Caatinga. Parte da vegetação nativa foi substituída por pastos e culturas cíclicas.
Referências
- []
- IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010
- «estimativa_ibge_2018.xls». agenciadenoticias.ibge.gov.br. Consultado em 26 de fevereiro 2019
- «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 23 de agosto de 2013
- «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010 à 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 26 de fevereiro de 2019
- «História de São João da Fortaleza». www.beminformado.net.br. Consultado em 14 de setembro de 2016
- «povoado-trindade». Consultado em 14 de setembro de 2016. Arquivado do original em 15 de setembro de 2016



