Copa do Brasil de Futebol

A Copa do Brasil de Futebol, conhecida simplesmente como Copa do Brasil, é uma competição nacional de futebol do Brasil. É jogada nos moldes da Copa da Inglaterra, Taça de Portugal, Copa do Rei, Copa da Escócia, entre outras, sempre no formato "mata-mata" (o clube derrotado é eliminado da competição).

 Nota: Não confundir com Copa Brasil de Futebol.
Copa do Brasil de Futebol
Dados gerais
Organização CBF
Edições 34
Local de disputa Brasil
Número de equipes 92
Sistema Mata-mata
Edição atual

Inicialmente a Copa do Brasil foi disputada por 32 clubes, passou a 40 em 1996, o número foi crescendo até chegar em 69 no ano de 2000, vindo a se estabilizar em 64 após 2001, número que se manteve até 2012, disputada pelos 26 estados brasileiros e pelo Distrito Federal.[1] A partir de 2013, passou a ser disputada por 86 equipes, seis delas já classificadas para as oitavas de final. Entre 2017 e 2020 foi disputada por 91 equipes, onze destas já classificadas para as oitavas de final. A partir de 2021, começou a ser disputada por 92 equipes. Em 2021 o principal patrocinador da competição passou a ser a Intelbras, fazendo com que a competição passasse a ser chamada de Copa Intelbras do Brasil.[2]

Da edição de 2001 até a de 2012, os clubes que participavam da Copa Libertadores da América não disputavam a Copa do Brasil no mesmo ano, devido a conflito de datas com a competição continental. Sendo assim, o campeão da Copa do Brasil nunca disputava a edição seguinte, uma vez que se classificava para a disputa da Libertadores da América do ano posterior. Porém, com a nova fórmula de disputa, desde 2013 essa competição nacional também conta entre os seus participantes, com os clubes que disputam a principal competição de clubes de futebol do continente americano.

A competição tem transmissão em TV aberta pela TV Globo, na TV fechada pelo SporTV e no Pay-per-view pelo Premiere. Internacionalmente, é transmitida para os Estados Unidos pelo beIN Sport.[3]

O Cruzeiro é o clube que mais venceu a competição, com 6 títulos, seguido pelo Grêmio, com 5, Palmeiras e Flamengo com 4 e por Corinthians com 3, Atlético Mineiro com 2 títulos. Outros 09 clubes venceram uma edição da competição, sendo portanto 15 o número de clubes campeões. O estado com maior número de títulos é São Paulo, com 10 conquistas. Apenas dois estados, São Paulo (Jundiaí, Santo André, Santos e São Paulo) e Rio Grande do Sul (Caxias do Sul e Porto Alegre) tiveram campeões de mais de uma cidade, e apenas a cidade do Rio de Janeiro teve mais de dois clubes campeões (Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama). Em três oportunidades, o campeão deste torneio foi um time que não estava na primeira divisão do campeonato nacional daquele ano. São eles: Criciúma, em 1991, Santo André, em 2004, e Paulista, em 2005.[4] Em 2 oportunidades, o campeão da Copa do Brasil foi rebaixado à Série B nacional no mesmo ano. Isto aconteceu em 1999, com o Juventude, e em 2012, com o Palmeiras.[5] O caso do Juventude, porém, é bem peculiar, já que no ano seguinte foi criada a Copa João Havelange, e com isso o clube gaúcho disputou a primeira divisão nacional em 2000.[6]

História

Troféu da Copa do Brasil disputado entre 1994 e 2000.

A Copa do Brasil foi criada para aplacar o descontentamento das federações de estados com menor tradição no futebol nacional, cujos representantes dificilmente teriam a oportunidade de enfrentar um "clube grande" durante o ano, após a diminuição do número de participantes do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1987, com a criação da Copa União, competição que reunia apenas grandes clubes de futebol do Brasil.

A criação dessa competição então, visava valorizar a maioria dos campeonatos estaduais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, campeonatos estes que não tinham mais representatividade no Campeonato Brasileiro e voltaram a crescer em importância para os clubes médios e pequenos dessas regiões, por eles terem novamente chances até de chegarem, pelo menos teoricamente, à Copa Libertadores da América.[7]

Entre 1973 e 1986, o Brasileirão contou sempre com a presença de pelo menos um representante de cada federação (normalmente o campeão do ano anterior) que mantivesse um campeonato disputado profissionalmente (os estados com maior força política e econômica tinham um número maior de representantes, também inseridos de acordo com a classificação no campeonato estadual do ano anterior).

O Campeonato Brasileiro chegou a ser disputado por 94 times, em 1979 (em 1986 eram 44).

A primeira edição da Copa do Brasil ocorreu em 1989 e o primeiro gol de sua história foi marcado por Alcindo Sartori,[8] na vitória por 2 a 0 do Flamengo sobre o Paysandu. O Grêmio foi o seu primeiro campeão, qualificando-se por isso a disputar a Libertadores da América de 1990.

No dia 4 de março de 1991 na Copa do Brasil de 1991, ocorreu a maior goleada da história da competição, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, quando o Atlético Mineiro aplicou 11 a 0 no Caiçara. O placar do estádio só possuía espaço para registrar um algarismo por clube, por isso parou de contar quando jogo ainda estava 9 a 0.[9]

Na Copa do Brasil de Futebol de 1993, quando ainda não havia a regra da "ida e volta restrita", o Internacional ganhou por 6 a 0 (2 de abril) e 9 a 1 (6 de abril) do Ji-Paraná de Rondônia, somando 15 a 1 no agregado, a maior soma de resultados da Copa do Brasil.

De 1989 a Copa do Brasil de 1993 o campeão de cada ano ficava com o troféu. A partir de 1994 o clube que vencesse a Copa do Brasil por três vezes teria posse definitiva da taça. Isto ocorreu em 2001 com o Grêmio (após as conquistas de 1994, 1997 e 2001).[10]

Sendo assim, em Copa do Brasil de 2002 foi colocado a disputa um novo troféu, que permaneceu até 2007, mesmo sem nenhum clube conquistar sua posse definitiva.

Ao conquistar a Copa do Brasil de 2003 e o Campeonato Brasileiro em 2003, o Cruzeiro conseguiu o ineditismo à época de se sagrar campeão brasileiro e da Copa do Brasil no mesmo ano, e de quebra ganhou também o Campeonato Mineiro em 2003, feito este que viria a ser repetido somente em 2021, por seu arquirrival o Atlético Mineiro, que venceu a Copa do Brasil de 2021 e o Campeonato Brasileiro de 2021, consagrando-se esta nas tríplice coroas dos dois rivais mineiros.[11] [12]

Na Copa do Brasil de 2006, houve a primeira final entre dois clubes do mesmo estado: Flamengo e Vasco da Gama, e o time rubro-negro venceu a final. A segunda decisão entre dois times do mesmo estado ocorreu em 2014, e envolveu Atlético Mineiro e Cruzeiro. O Atlético se sagrou campeão após duas vitórias (2 a 0 e 1 a 0) sobre o rival. A terceira final entre dois times do mesmo estado ocorreu em 2015, e envolveu o Palmeiras e Santos. O Palmeiras se sagrou campeão após ter perdido por 1 a 0 e ter ganhado por 2 a 1 nas duas partidas, vencendo a posterior decisão por pênaltis pelo placar de 4 a 3. Nesse ano pela primeira vez a Copa do Brasil foi decidida nos pênaltis.

Ao marcar o gol que resultou na conquista do título da Copa do Brasil de 2007 pelo Fluminense, seu quarto título nessa competição, Roger Machado, que já havia conquistado três Copas do Brasil pelo Grêmio, tornou-se o jogador recordista em conquistas da Copa do Brasil.[13]

A partir de 2008, a Copa do Brasil instituiu uma nova taça, e neste mesmo ano o Sport tornou-se o primeiro, e até agora único clube de fora da Região Sudeste e da Região Sul a conquistar a competição. A Região Norte foi a única que não teve representante em finais até agora.[14]

A exemplo dos anos anteriores, a CBF comissionou ao artista plástico Holoassy Lins de Albuquerque a criação de uma escultura troféu, dando seguimento à tendência da confederação de presentear os clubes ganhadores dos maiores campeonatos brasileiros com esculturas criadas exclusivamente para os eventos por artistas brasileiros ao invés de usar troféus padronizados.

Em 2010, o Santos estabeleceu um novo recorde de gols em uma única edição da Copa do Brasil: 39 gols ao todo.

A vitória do Grêmio sobre o Atlético Mineiro no jogo de ida da final da Copa do Brasil de 2016, representou a primeira vez que um clube visitante venceu a partida de ida da Copa do Brasil, isso na 28ª edição da competição.[15]

O número de times participantes variou muito em sua história, sempre classificados pelo resultado das competições das federações estaduais. De 1989 a 1994 participaram 32 times. Número que foi aumentado em 1995 para 36 times, em 1996 para 40 times, e em 1997 para 45 times. Em 1998 foram 42 times participantes. Em 1999 foram 65 times. E em 2000 foram 69 participantes.

De 2001 a 2012 o formato se consolidou com 64 times participantes, sem a participação dos times que participavam da Libertadores da América no mesmo ano, devido ao conflito de datas.

Em 2013, o formato foi novamente ampliado, chegando a 87 times, número que se manteve em 2014 e 2015. Os participantes da Libertadores da América voltaram disputar a Copa do Brasil, entrando no torneio nacional diretamente nas oitavas de final. A CBF apresentou um novo modelo de taça: feito com aço cromado, mede 61cm x 72cm e possui 12 kg.[16] Mais robusta, ela substituiu o troféu em disputa desde 2008.[17] Em 2016 contou com 86 participantes, 91 de 2017 a 2020 e 92 desde 2021.

Em 2019, o Club Athletico Paranaense tornou-se o primeiro clube do estado do Paraná a ser campeão da Copa do Brasil após derrotar o Internacional nos dois jogos disputados, 1 a 0 em Curitiba gol de Bruno Guimarães e por 2 a 1, em pleno Beira Rio.

Um dos artilheiros da Copa do Brasil de 2020 (seis gols), Nenê, atuando pelo Fluminense, tornou-se o jogador mais velho a alcançar a artilharia dessa competição.[18] Com o tetracampeonato também em 2020, o Palmeiras se tornou o primeiro time a ganhar a Libertadores e a Copa do Brasil na mesma temporada.

Patrocinadores

A Copa do Brasil possui naming rights desde a edição de 2009.

  • 2009-2012: Kia Motors (Copa Kia do Brasil)
  • 2013: Perdigão (Copa Perdigão do Brasil)
  • 2014-2015: Sadia (Copa Sadia do Brasil)
  • 2016-2020: Continental (Copa Continental do Brasil)
  • 2021-atualmente: Intelbras (Copa Intelbras do Brasil)

Sistema de disputa

Modelos de troféus da Copa do Brasil

A disputa da Copa do Brasil de Futebol se dá no sistema "mata-mata", no qual dois times se enfrentam, em dois jogos, no caso da Copa do Brasil, cada equipe tem o mando de campo em uma das partidas. O vencedor, time com maior saldo na soma dos placares, avança para próxima fase, até o jogo decisivo, a Final da Copa do Brasil de Futebol.

Em 1995 foi estabelecido que, nas duas primeiras fases, se o time visitante vencesse por diferença maior ou igual a três gols no jogo de ida, estaria classificado para a fase seguinte. No ano seguinte, foi estabelecido que a diferença necessária para se qualificar como visitante no jogo de ida seria de dois gols.

Critérios de desempate

Em caso de empate de pontos (uma vitória para cada time ou dois empates), os critérios de desempate são:

  1. Saldo de gols.
  2. Disputa por pênaltis

Formato de 2013 a 2020

Desde 2013 a Copa do Brasil passou a ser disputada por 86 equipes, entre os meses de março e novembro. No novo formato, 80 clubes disputam um mata-mata até restarem 10 clubes, que se juntam nas oitavas de final aos 5 clubes que tiverem disputado a Copa Libertadores da América e ao melhor colocado do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A que não se classificou para a Copa Libertadores. Este último pode ser substituído pelo 5º colocado do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A. A partir de 2017 passou a ser disputada por 91 equipes pelas mudanças da Taça Libertadores da América que terá sete ou nove times brasileiros incluindo os campeões da Copa do Nordeste, da Copa Verde, do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B e possivelmente ao campeão brasileiro da Copa Sul-Americana ou do 7º colocado do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A. Neste novo formato, 80 clubes disputam um mata-mata até restarem 5 clubes, que se juntam nas oitavas de final aos 7 ou 9 clubes que tiverem disputado a Copa Libertadores da América mais o campeão da Copa do Nordeste, da Copa Verde, do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B e do campeão brasileiro da Copa Sul-Americana ou do 7º colocado do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A que não se classificou para a Copa Libertadores.[19]

Além disso, a Copa do Brasil definia os representantes brasileiros na Copa Sul-Americana do mesmo ano, sendo que essas vagas vinham a partir de times eliminados na primeira fase, podendo até ter tido incluídos clubes vindos da Série B, considerando os critérios de eliminação, que permitiam essa possibilidade aos quatro primeiros colocados que seriam promovidos da segunda divisão no ano anterior.[20] A partir de 2017 a Copa do Brasil não dará mais vaga para a Copa Sul-Americana.[21][22]

Novo formato desde 2021

Os times da Libertadores e demais "classificados automaticamente" entram na disputa a partir da terceira fase, que é a imediatamente anterior às oitavas, com os demais times precisando vencer duas fases para chegar a essa terceira fase.

Abolição do gol fora de casa como critério de desempate

A Confederação Brasileira de Futebol, entidade que organiza o torneio, anunciou, em 1 de dezembro de 2017, que os gols marcados por um clube na partida cujo mando seja de seu adversário não seria mais utilizado como critério para determinar o vencedor, caso a soma dos placares do jogo de ida com o de volta fosse igual, a partida seria decidida nos pênaltis, independentemente do gol marcado fora de seus domínios, e em todas as fases da Copa do Brasil, não somente na final. [23]

Classificação

Participantes

Com o novo critério de vagas para a Copa do Brasil agora participam 70 representantes das 27 unidades da federação, escolhidos através dos campeonatos estaduais ou de torneios regionais conforme distribuição de vagas para cada unidade da federação (sendo 5 vagas para os dois estados melhores colocados no Ranking Nacional das Federações, do terceiro ao quinto no Ranking Nacional das Federações tiveram direito a 4 vagas, do sexto ao décimo quarto no Ranking Nacional das Federações tiveram direito a 3 vagas, do décimo quinto ao vigésimo segundo no Ranking Nacional das Federações tiveram direito a 2 vagas e do vigésimo terceiro ao vigésimo sétimo no Ranking Nacional das Federações tiveram direito a uma vaga)[24], mais os 10 primeiros colocados do Ranking da CBF, o campeão da Copa do Brasil do ano anterior, os seis primeiros colocados do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A, o campeão brasileiro da Copa Libertadores da América, o sétimo colocado do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A, ou o campeão brasileiro da Copa Sul-Americana, o campeão do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B, o campeão da Copa do Nordeste e o campeão da Copa Verde.[25]

O campeão da Copa do Brasil conquista o direito de disputar a Copa Libertadores da América. Entre 2001 e 2012, os clubes que se classificam para a Libertadores, tanto pela Copa do Brasil como pelo Campeonato Brasileiro, não podiam participar da Copa do Brasil no mesmo ano em que participavam da competição continental, já que as duas competições tinham muitas datas simultâneas.

A Copa do Brasil é vista como um caminho mais curto para chegar à Copa Libertadores, já que uma equipe somente disputa no máximo 12 partidas.

No dia 31 de maio de 2012, foi confirmada a distribuição de vagas para a Copa do Brasil de 2013 e anos seguintes. No dia 2 de dezembro de 2016, foi modificada a distribuição de vagas para a Copa do Brasil de 2017 e anos seguintes. Em 2020, foi modificada a distribuição de vagas para a Copa do Brasil de 2021 e a partir daí, conforme abaixo. A partir de 2024 a competição não terá mais vagas no ranking da CBF as vagas sairão através dos estaduais.

Vagas Federação Classificação
21 CBF1

Vagas fixas (19)

Vagas variáveis (2, os primeiros dentre os 5 abaixo)

  • Campeão brasileiro da Copa Libertadores da América
  • Campeão brasileiro da Copa Sul-Americana
  • Sétimo colocado do Campeonato Brasileiro - Série A
  • Oitavo colocado do Campeonato Brasileiro - Série A
  • Nono colocado do Campeonato Brasileiro - Série A
2 FFAC
3 FAF
2 FAF
2 FAF
3 FBF
3 FCF
2 FBF
2 FES
3 FGF
3 FMF
3 FMF
2 FFMS
5 FMF
3 FPF
2 FPF
5 FPF
3 FPF
2 FFP
6 FERJ
2 FNF
5 FGF
2 FFER
2 FRF
3 FCF
6 FPF
2 FSF
2 FTF

1 O campeão da Copa do Brasil do ano anterior, os clubes classificados à Libertadores, o campeão da Série B e os campeões da Copa do Nordeste e Copa Verde disputam a Copa do Brasil a partir da terceira fase. Se nenhum time brasileiro ganhar a Copa Libertadores da América e/ou a Copa Sul-Americana, os sétimo, oitavo e/ou nono colocados da Série A também entram a partir da terceira fase.

2 O campeão pode optar por competir na Copa do Brasil ou na Série D. O vice fica com a vaga que restar.

Campeões

()
Ano
Final Semifinalistas
Campeão Placares Vice Eliminado pelo campeão Eliminado pelo vice-campeão
1989
Detalhes

Grêmio
0 – 0
2 – 1

Sport

Flamengo

Goiás
1990
Detalhes

Flamengo
1 – 0
0 – 0

Goiás

Náutico

Criciúma
1991
Detalhes

Criciúma
1 – 1
0 – 0

Grêmio

Remo

Coritiba
1992
Detalhes

Internacional
1 – 2
1 – 0

Fluminense

Palmeiras

Sport
1993
Detalhes

Cruzeiro
0 – 0
2 – 1

Grêmio

Vasco da Gama

Flamengo
1994
Detalhes

Grêmio
0 – 0
1 – 0

Ceará

Vasco da Gama

Linhares EC
1995
Detalhes

Corinthians
2 – 1
1 – 0

Grêmio

Vasco da Gama

Flamengo
1996
Detalhes

Cruzeiro
1 – 1
2 – 1

Palmeiras

Flamengo

Grêmio
1997
Detalhes

Grêmio
0 – 0
2 – 2

Flamengo

Corinthians

Palmeiras
1998
Detalhes

Palmeiras
0 – 1
2 – 0

Cruzeiro

Santos

Vasco da Gama
1999
Detalhes

Juventude
2 – 1
0 – 0

Botafogo

Internacional

Palmeiras
2000
Detalhes

Cruzeiro
0 – 0
2 – 1

São Paulo

Santos

Atlético Mineiro
2001
Detalhes

Grêmio
2 – 2
3 – 1

Corinthians

Coritiba

Ponte Preta
2002
Detalhes

Corinthians
2 – 1
1 – 1

Brasiliense

São Paulo

Atlético Mineiro
2003
Detalhes

Cruzeiro
1 – 1
3 – 1

Flamengo

Goiás

Sport
2004
Detalhes

Santo André
2 – 2
2 – 0

Flamengo

15 de Novembro

Vitória
2005
Detalhes

Paulista
2 – 0
0 – 0

Fluminense

Cruzeiro

Ceará
2006
Detalhes

Flamengo
2 – 0
1 – 0

Vasco da Gama

Ipatinga

Fluminense
2007
Detalhes

Fluminense
1 – 1
1 – 0

Figueirense

Brasiliense

Botafogo
2008
Detalhes

Sport
1 – 3
2 – 0

Corinthians

Vasco da Gama

Botafogo
2009
Detalhes

Corinthians
2 – 0
2 – 2

Internacional

Vasco da Gama

Coritiba
2010
Detalhes

Santos
2 – 0
1 – 2

Vitória

Grêmio

Atlético Goianiense
2011
Detalhes

Vasco da Gama
1 – 0
2 – 3

Coritiba

Avaí

Ceará
2012
Detalhes

Palmeiras
2 – 0
1 – 1

Coritiba

Grêmio

São Paulo
2013
Detalhes

Flamengo
1 – 1
2 – 0

Atlético Paranaense

Goiás

Grêmio
2014
Detalhes

Atlético Mineiro
2 – 0
1 – 0

Cruzeiro

Flamengo

Santos
2015
Detalhes

Palmeiras
0 – 1
2 – 1
4 – 3
(pen)

Santos

Fluminense

São Paulo
2016
Detalhes

Grêmio
3 – 1
1 – 1

Atlético Mineiro

Cruzeiro

Internacional
2017
Detalhes

Cruzeiro
1 – 1
0 – 0
5 – 3
(pen)

Flamengo

Grêmio

Botafogo
2018
Detalhes

Cruzeiro
1 – 0
2 – 1

Corinthians

Palmeiras

Flamengo
2019
Detalhes

Athletico Paranaense
1 – 0
2 – 1

Internacional

Grêmio

Cruzeiro
2020
Detalhes

Palmeiras
1 – 0
2 – 0

Grêmio

América Mineiro

São Paulo
2021
Detalhes

Atlético Mineiro
4 – 0
2 – 1

Athletico Paranaense

Fortaleza

Flamengo
2022
Detalhes

Flamengo
0 – 0
1 – 1
6 – 5
(pen)

Corinthians

São Paulo

Fluminense
Conquistou o título de forma invicta.[26]

Resultados

Por clubes

Clube Títulos Vices Semifinais Total finais Total TOP 4
 Cruzeiro 6 (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018) 2 (1998 e 2014) 3 (2005, 2016 e 2019) 8 11
 Grêmio 5 (1989, 1994, 1997, 2001 e 2016) 4 (1991, 1993, 1995 e 2020) 6 (1996, 2010, 2012, 2013, 2017 e 2019) 9 15
 Flamengo 4 (1990, 2006, 2013 e 2022) 4 (1997, 2003, 2004 e 2017) 7 (1989, 1993, 1995, 1996, 2014, 2018 e 2021) 8 15
 Palmeiras 4 (1998, 2012, 2015 e 2020) 1 (1996) 4 (1992, 1997, 1999 e 2018) 5 9
 Corinthians 3 (1995, 2002 e 2009) 4 (2001, 2008, 2018 e 2022) 1 (1997) 7 8
 Atlético Mineiro 2 (2014 e 2021) 1 (2016) 2 (2000 e 2002) 3 5
 Fluminense 1 (2007) 2 (1992 e 2005) 3 (2006, 2015 e 2022) 3 6
 Internacional 1 (1992) 2 (2009 e 2019) 2 (1999 e 2016) 3 5
 Athletico Paranaense[nota 1] 1 (2019) 2 (2013 e 2021) 0 3 3
 Vasco da Gama 1 (2011) 1 (2006) 6 (1993, 1994, 1995, 1998, 2008 e 2009) 2 8
 Santos 1 (2010) 1 (2015) 3 (1998, 2000 e 2014) 2 5
 Sport 1 (2008) 1 (1989) 2 (1992 e 2003) 2 4
 Criciúma 1 (1991) 0 1 (1990) 1 2
 Juventude 1 (1999) 0 0 1 1
 Santo André 1 (2004) 0 0 1 1
 Paulista 1 (2005) 0 0 1 1
 Coritiba 0 2 (2011 e 2012) 3 (1991, 2001 e 2009) 2 5
 São Paulo 0 1 (2000) 5 (2002, 2012, 2015, 2020 e 2022) 1 6
 Goiás 0 1 (1990) 3 (1989, 2003 e 2013) 1 4
 Botafogo 0 1 (1999) 3 (2007, 2008 e 2017) 1 4
 Ceará 0 1 (1994) 2 (2005 e 2011) 1 3
 Brasiliense 0 1 (2002) 1 (2007) 1 2
 Vitória 0 1 (2010) 1 (2004) 1 2
 Figueirense 0 1 (2007) 0 1 1
 Náutico 0 0 1 (1990) 0 1
 Remo 0 0 1 (1991) 0 1
 Linhares EC 0 0 1 (1994) 0 1
 Ponte Preta 0 0 1 (2001) 0 1
 15 de Novembro 0 0 1 (2004) 0 1
 Ipatinga 0 0 1 (2006) 0 1
 Atlético Goianiense 0 0 1 (2010) 0 1
 Avaí 0 0 1 (2011) 0 1
 América Mineiro 0 0 1 (2020) 0 1
 Fortaleza 0 0 1 (2021) 0 1

Por cidade

CidadeTítulosClubes
Belo Horizonte8Cruzeiro (6) e Atlético Mineiro (2)
São Paulo7Palmeiras (4) e Corinthians (3)
Porto Alegre6Grêmio (5) e Internacional (1)
Rio de Janeiro6Flamengo (4), Fluminense (1) e Vasco da Gama (1)
Caxias do Sul1Juventude (1)
Criciúma1Criciúma (1)
Curitiba1Athletico Paranaense (1)
Jundiaí1Paulista (1)
Recife1Sport (1)
Santo André1Santo André (1)
Santos1Santos (1)

Por Estado

Estados Títulos Vices Semifinais
 São Paulo 10 7 14
 Minas Gerais 8 3 7
 Rio Grande do Sul 7 6 9
 Rio de Janeiro 6 8 19
 Paraná 1 4 3
 Pernambuco 1 1 3
 Santa Catarina 1 1 2
 Goiás 0 1 4
 Ceará 0 1 3
 Bahia 0 1 1
 Distrito Federal 0 1 1
 Espírito Santo 0 0 1
 Pará 0 0 1

Por Região

Região Títulos Vices Semifinais
Sudeste 24 18 41
Sul 9 11 14
Nordeste 1 3 7
Centro-Oeste 0 2 5
Norte 0 0 1

Artilharia

Por edição

Ano Artilheiro Clube Gols
1989 Gérson  Atlético Mineiro 7
1990 Bizu  Náutico 7
1991 Gérson  Atlético Mineiro 6
1992 Gérson  Internacional 9
1993 Gílson  Grêmio 8
1994 Paulinho McLaren  Internacional 6
1995 Sávio  Flamengo 7
1996 Luizão  Palmeiras 8
1997 Paulo Nunes  Grêmio 9
1998 Romário  Flamengo 7
1999 Dejan Petković  Vitória 8
Romário  Flamengo
2000 Oséas  Cruzeiro 10
2001 Washington  Ponte Preta 11
2002 Deivid  Corinthians 13
2003 Nonato  Bahia 9
2004 Alex Alves  Botafogo 8
Dauri  15 de Novembro
2005 Fred  Cruzeiro 14
2006 Valdiram  Vasco da Gama 7
2007 André Lima  Botafogo 5
Dênis Marques  Atlético Paranaense
Victor Simões  Figueirense
2008 Edmundo  Vasco da Gama 6
Romerito  Sport
Wellington Paulista  Botafogo
2009 Taison  Internacional 7
2010 Neymar  Santos 11
2011 Alecsandro  Vasco da Gama 5
Rafael Coelho  Avaí
William  Avaí
Adriano  Palmeiras
Kléber Gladiador  Palmeiras
2012 Luís Fabiano  São Paulo 8
2013 Hernane Brocador  Flamengo 8
2014 Gabriel Barbosa  Santos 6
Bill  Ceará
Léo Gamalho  Santa Cruz
2015 Gabi  Santos 8
2016 Marinho  Vitória 6
2017 Léo Gamalho  Goiás 5
Lucas Barrios  Grêmio
Rafael Sóbis  Cruzeiro
2018 Gabi  Santos 4
Neilton  Vitória
Rômulo  Avaí
2019 Luciano  Fluminense 5
Paolo Guerrero  Internacional
Pipico  Santa Cruz
2020 Brenner  São Paulo 6
Léo Gamalho  CRB
Nenê  Fluminense
Rodolfo  América Mineiro
2021 Hulk  Atlético Mineiro 8
2022 Germán Cano  Fluminense 5
Giuliano  Corinthians

Todos os tempos

Abaixo, a lista dos maiores goleadores da história da Copa do Brasil entre 1989 e 19 de abril de 2022:[27][28][29]

Pos Jogador Gols Jogos Média Último clube na Copa do Brasil
1 Fred37540,68 Fluminense
2 Romário36450,8 Vasco da Gama
3 Viola29440,65 Bahia
4 Oséas28530,52 Internacional
Paulo Nunes28580,48 Corinthians
6 Dodô26480,54 Vasco da Gama
7 Luís Fabiano25300,83 Vasco da Gama
8 Gabi24330,73 Flamengo
Deivid24340,7 Flamengo
Evair24360,66 Figueirense

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos presentes da história da Copa do Brasil:[30]

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano
1 101 581 Botafogo  0–0  Juventude Maracanã 27 de junho 1999
2 95 125 Flamengo  2–2  Grêmio Maracanã 22 de maio 1997
3 85 841 Cruzeiro  2–1  São Paulo Mineirão 9 de julho 2000
4 85 414 Cruzeiro  0–0  Flamengo Mineirão 5 de junho 1996
5 81 310 Cruzeiro  3–1  Flamengo Mineirão 11 de junho 2003
6 80 000 Corinthians  1–3  Grêmio Morumbi 17 de junho 2001
7 76 207 Internacional  1–1  Grêmio Beira-Rio 17 de novembro 1992
8 73 210 Flamengo  0–2  Santo André Maracanã 30 de junho 2004
9 73 104 Flamengo  1–1  Cruzeiro Maracanã 8 de junho 2003
10 72 183 Vasco da Gama  1–1  Corinthians Maracanã 27 de maio 2009

Maiores goleadas

Estas são as maiores goleadas da história da Copa do Brasil:[31]

Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano
1 Atlético Mineiro  11–0  Caiçara Independência 28 de fevereiro 1991
2 São Paulo  10–0  Botafogo-PB Morumbi 28 de março 2001
Santos  10–0  Naviraiense Vila Belmiro 10 de março 2010
4 Internacional  9–1  Ji-Paraná Beira-Rio 6 de abril 1993
São Paulo  9–1  4 de Julho Morumbi 8 de junho 2021
6 Flamengo  8–0  Kaburé Gávea 26 de abril 1995
Sergipe  0–8  Palmeiras Batistão 28 de fevereiro 1996
Portuguesa  8–0  Kaburé Canindé 4 de março 1997
Vasco da Gama  8–0  Picos São Januário 10 de fevereiro 1998
Interporto  0–8  Bahia General Sampaio 15 de março 2000

Participações

Os clubes que mais participaram da Copa do Brasil (de 1989 a 2022) por unidade federativa:

Participantes em 2022
UF Clube Total
(1989-2021)
ACRio Branco22
ALCSA20
APSantos-AP8
Ypiranga-AP8
AMNacional-AM19
BAVitória33
CECeará27
DFBrasiliense16
ESDesportiva Ferroviária9
GOGoiás30
MASampaio Corrêa27
MSOperário-MS10
MTCuiabá13
MGAtlético Mineiro33
PARemo31
PBBotafogo-PB17
PRCoritiba28
PESport28
PIRiver-PI13
RJVasco da Gama31
RNAmérica de Natal25
RSGrêmio29
ROJi-Paraná9
RRSão Raimundo-RR10
SPCorinthians27
Palmeiras27
SCCriciúma22
SESergipe19
TOPalmas8

Por desempenho

Participantes com melhor desempenho de cada estado:

UF Clube Melhor desempenho
ACRio Branco-ACOitavas de final
3 vezes (1993, 1995 e 1997)
ALCorinthians-ALQuartas de final
(2008)
CSAQuartas de final
(1992)
APSão José-APOitavas de final
(1994)
AMNacional-AMOitavas de final
2 vezes (1995 e 2013)
BAVitóriaVice-campeão
(2010)
CECearáVice-campeão
(1994)
DFBrasilienseVice-campeão
(2002)
ESLinhares ECSemifinalista
(1994)
GOGoiásVice-campeão
(1990)
MASampaio CorrêaOitavas de final
(2019)
MSComercial-MSQuartas de final
(1994)
MTCuiabáQuartas de final
(2020)
MGCruzeiroCampeão
6 vezes (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018)
PARemoSemifinalista
(1991)
PBTrezeQuartas de final
(2005)
PRAthletico ParanaenseCampeão
(2019)
PESportCampeão
(2008)
PIFlamengo-PIOitavas de final
(2001)
RJFlamengoCampeão
4 vezes (1990, 2006, 2013 e 2022)
RNABCQuartas de final
(2014)
América de NatalQuartas de final
(2014)
BaraúnasQuartas de final
(2005)
RSGrêmioCampeão
5 vezes (1989, 1994, 1997, 2001 e 2016)
ROAriquemesOitavas de final
(1994)
RRAtlético RoraimaSegunda fase
(2003)
SPPalmeirasCampeão
4 vezes (1998, 2012, 2015 e 2020)
SCCriciúmaCampeão
(1991)
SEConfiançaOitavas de final
(2002)
SergipeOitavas de final
(1992)
TOPalmasQuartas de final
(2004)

Ranking de pontos

A revista Placar listou os dez primeiros colocados do ranking (até a edição de 2015).[32] O ranking abaixo já está incluso os jogos da edição de 2016. Durante muitos anos os times que estavam disputando a Libertadores não poderiam participar no mesmo ano da edição da Copa do Brasil, sendo assim, o seguinte ranking foi elaborado a partir do aproveitamento dos pontos disputados (% - AP), considerado mais realístico para retratar o desempenho dos times.

Última atualização: edição de 2015
Pos Equipes J PD PG AP V E D GP GC SG
1  Flamengo16348933067,5%973927305157+148
2  Palmeiras14042027565,5%813227277139+138
3  Grêmio16649231864,6%904828275149+126
4  Vasco da Gama16850431462,3%875528307180+127
5  Corinthians13339924260,7%712933234131+103
6  Fluminense12738123060,4%653527226141+85
7  Cruzeiro13440224260,2%693530267135+132
8  Atlético Mineiro14844425357,0%743143300179+121
9  Internacional12336921056,9%593331211114+97
10  Vitória14342921850,8%603845227170+57

Ver também

Confederação Brasileira de Futebol
Campeonato Brasileiro
Taça Brasil
Copa do Brasil de Futebol Feminino
Copa do Brasil de Futebol Sub-20
Copa do Brasil de Futebol Sub-17
Clubes brasileiros de futebol
Lista de campeões nacionais do futebol brasileiro

Bibliografia

Livro O Almanaque do Futebol Brasileiro, por KLEIN, Marco Aurelio e AUDININO, Sergio Alfredo (1996).
Livro Futebol Brasileiro 1894-2001, por KLEIN, Marco Aurelio (2001).
Livro Enciclopédia do Futebol Brasileiro - volumes 1 e 2, pelo jornal Lance!, Areté Editorial (2001).
Livro Mini-Enciclopédia do futebol brasileiro, pelo jornal Lance!, Areté Editorial (2002).
Livro Anuário Placar 2003, Editora Abril.
Livro Anuário Placar 2004, Editora Abril.
Livro Os arquivos dos campeonatos brasileiros, por SANTIAGO JR, José Renato Sátiro, Ed. Panda Books (2006).[33]
Livro 20 anos da Copa do Brasil - de Kaburé a Cícero Ramalho, por ESCOBAR, Alex e MIGUERES, Marcelo, Ed. Viana & Mosley (2009).[34]
Livro Copa do Brasil: Kaburé, Cícero Ramalho e outras histórias, por ESCOBAR, Alex e MIGUERES, Marcelo, Ed. Viana & Mosley (2010).[34][35]
Revista Placar - 30 anos da Copa do Brasil, edição 1445 de novembro de 2018.

Notas e referências

Notas

  1. O Athletico-PR chamava-se Atlético-PR até 2018.

            Referências

            1. Mini-Enciclopédia do Futebol Brasileiro Lance! (2002), página 70.
            2. «Continental Pneus patrocina Copa do Brasil». www.meioemensagem.com.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2016
            3. «Coverage of Copa do Brasil, beIN SPORT's newest tournament, kicks off with Botafogo vs. Figueirense at 8:30 PM ET Wednesday.». beinsport.tv
            4. esporte.uol.com.br/ Paulista repete Santo André e vence a Copa do Brasil
            5. esportes.estadao.com.br/ Palmeiras consegue ser campeão e rebaixado em 2012
            6. terra.com.br/ Times que disputaram a Série B e Libertadores no mesmo ano; relembre
            7. «Jornal do Brasil - Pesquisa de arquivos de notícias Google». news.google.com
            8. Ficou marcado em uma das principais competições do futebol brasileiro, que é a Copa do Brasil, pois foi o jogador que marcou o primeiro gol da sua história, jogando pelo Flamengo Site Correio do Lago - acessado em 26 de fevereiro de 2015
            9. «Top 5: fatos que marcaram a participação do Atlético-MG na Copa do Brasil». UOL Esportes
            10. «Portal Oficial do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense - Copa do Brasil». Portal Oficial do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Consultado em 7 de dezembro de 2007. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2008
            11. «Esquadrão Imortal – Cruzeiro 2003». imortaisdofutebol.com. 30 de setembro de 2012
            12. https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/enm/2021/12/15/atletico-mg-conquista-copa-do-brasil-e-iguala-feito-do-cruzeiro-com-triplice-coroa-nacional.htm
            13. «Destino transforma Roger no herói do título do Flu e recordista - 06/06/2007 - UOL Esporte - Futebol». esporte.uol.com.br
            14. «Conheça a história da Copa do Brasil». mrvnoesporte.com.br. 26 de novembro de 2015
            15. «Copa do Brasil: Grêmio é o primeiro visitante a vencer jogo de ida da final». globo.com
            16. «Uma taça difícil de levar pra casa». GloboEsporte.com. Consultado em 6 de fevereiro de 2022
            17. «CBF apresenta nova taça da Copa do Brasil». Gazeta do Povo. Consultado em 29 de julho de 2016
            18. LEITÃO, Cassius; CARVALHO, Paula e LIMA, Thiago (9 de março de 2021). «O vô "tava" on: com seis gols pelo Fluminense, Nenê vira artilheiro mais velho da Copa do Brasil.». Globoesporte.com. Consultado em 9 de março de 2021
            19. «Mudanças na Copa do Brasil em 2013». cbf.com.br. Consultado em 12 de julho de 2012. Arquivado do original em 8 de maio de 2012
            20. «A nova longa lista de espera da Copa Sul-Americana - Blog de Esportes». blogs.diariodepernambuco.com.br
            21. Globoesporte.com (10 de agosto de 2012). «CBF anuncia que Sul-Americana de 2013 pode ter times da Série B». Consultado em 13 de agosto de 2012
            22. Superesportes (10 de agosto de 2012). «Copa Sul-Americana de 2013 pode ter times da Série B do Brasileiro». Consultado em 13 de agosto de 2012
            23. «Gol fora de casa deixa de ser critério de desempate da Copa do Brasil em 2018». Globoesporte
            24. https://conteudo.cbf.com.br/cdn/201712/20171201195058_0.pdf
            25. «Cópia arquivada» (PDF). Consultado em 4 de maio de 2011. Arquivado do original (PDF) em 13 de abril de 2014
            26. «Campeões da Copa do Brasil». Campeões do Futebol. 13 de setembro de 2005. Consultado em 2 de dezembro de 2016
            27. «Os maiores artilheiros da Copa do Brasil». Último Segundo [ligação inativa]
            28. Barros, Felipe (11 de abril de 2014). «Fred é o segundo maior artilheiro da história da Copa do Brasil». Placar. Consultado em 15 de setembro de 2022. Arquivado do original em 5 de março de 2016
            29. Garone, André (30 de julho de 2021). «Gabigol entra no top 10 dos maiores artilheiros da história da Copa do Brasil». Lance!. Consultado em 15 de setembro de 2022
            30. «Maiores Públicos da Copa do Brasil». Campeões do Futebol. 13 de março de 2011. Consultado em 1 de dezembro de 2016
            31. «Maiores Goleadas da Copa do Brasil». Campeões do Futebol. 7 de julho de 2016. Consultado em 1 de dezembro de 2016
            32. «Ranking de pontos da Copa do Brasil». Placar (1416). 64 páginas. Junho de 2016
            33. «20 Anos da Copa do Brasil». Default Store View
            34. «COPA DO BRASIL - Marcelo Migueres; Alex Escobar - Livro». travessa.com.br
            35. «Alex Escobar - Documents». docslide.com.br

            Ligações externas

            Outros
            This article is issued from Wikipedia. The text is licensed under Creative Commons - Attribution - Sharealike. Additional terms may apply for the media files.