Doedicurus clavicaudatus

Doedicurus clavicaudatus foi um gliptodonte pré-histórico que viveu do Pleistoceno até à última idade do gelo, há 11 000 anos atrás, tendo sido possivelmente caçado pelo ser humano. Foi o maior membro da família, com uma altura de 1.5 metros e um comprimento de 3.6 metros.

Doedicurus clavicaudatus
Ocorrência: Pleistoceno

Doedicurus clavicaudatus
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Superordem: Xenarthra
Ordem: Cingulata
Família: Glyptodontidae
Género: Doedicurus
Burmeister, 1874
Espécie: D. clavicaudatus
Nome binomial
Doedicurus clavicaudatus

Tinha uma enorme carapaça semelhante à do seu actual parente tatu. Estava firmemente ancorada à pélvis, mas larga nos ombros. À sua frente havia um espécie de bossa que teria armazenado energia para a época seca e amortecido possíveis ataques da cauda de rivais (McNeill Alexander et al. 1999).

A sua cauda estava coberta por uma camada flexível de ossos e possuía longos espinhos no seu fim, pelo menos nos animais do sexo masculino (McNeill Alexander et al. 1999) sendo esta mais provavelmente usada para conflitos entre a especie do que como defesa contra predadores como o smilodon.

D. clavicaudatus vivia em bosques e pradarias, sendo herbívoro.

Os fosseis de D. clavicaudatus são encontrados por toda a América mais comumente na Argentina.

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