Doedicurus clavicaudatus
Doedicurus clavicaudatus foi um gliptodonte pré-histórico que viveu do Pleistoceno até à última idade do gelo, há 11 000 anos atrás, tendo sido possivelmente caçado pelo ser humano. Foi o maior membro da família, com uma altura de 1.5 metros e um comprimento de 3.6 metros.
| Doedicurus clavicaudatus | |||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ocorrência: Pleistoceno | |||||||||||||||||
![]() Doedicurus clavicaudatus | |||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||
| |||||||||||||||||
| Nome binomial | |||||||||||||||||
| Doedicurus clavicaudatus | |||||||||||||||||
Tinha uma enorme carapaça semelhante à do seu actual parente tatu. Estava firmemente ancorada à pélvis, mas larga nos ombros. À sua frente havia um espécie de bossa que teria armazenado energia para a época seca e amortecido possíveis ataques da cauda de rivais (McNeill Alexander et al. 1999).
A sua cauda estava coberta por uma camada flexível de ossos e possuía longos espinhos no seu fim, pelo menos nos animais do sexo masculino (McNeill Alexander et al. 1999) sendo esta mais provavelmente usada para conflitos entre a especie do que como defesa contra predadores como o smilodon.
D. clavicaudatus vivia em bosques e pradarias, sendo herbívoro.
Os fosseis de D. clavicaudatus são encontrados por toda a América mais comumente na Argentina.
