Guillermo Heras

Guillermo Heras (Madrid, 1952) é autor e director e encenador de teatro espanhol.[1]

Guillermo Heras em 2015.

Biografia

Em Portugal, pelo Teatro do Noroeste - Centro Dramático de Viana, encenou:

  • Édipos – Título Provisório, de Alexandra Moreira da Silva;
  • Psicosis 4:48, de Sarah Kane;
  • Cartas de Amor a Staline, de Juan Mayorga;
  • Boyzeca, um soldado em Abril, de José Martins e Guillermo Heras a partir de Büchener.

Trabalhou como director e editor das colecções teatrais "Nuevo Teatro Español", "Nueva Escena" , "Teatro Español Contemporáneo" e "Teatro Americano Actual".


É membro fundador da Companhia de Teatro del Astillero.

Actualmente é Director da Mostra de Teatro Espanhol de Autores Contemporáneos e Asesor de Artes Cénicas de La Casa de América. É também Professor - Mestre de "Gestión Cultural" da Universida de Complutense de Madrid. É também director da "Oficina Dramaturgia da Dança" e gestor cultural no Ministério da Cultura espanhol.[2]

Livros

Livros Teóricos

  • "Escritos dispersos" (ed. CNNTE)
  • "Miradas a la escena de fin de siglo. Escritos Dispersos II" em edicões da Universidade de Valencia.

Outros livros

  • "Inútil faro de la noche"
  • "Ojos de nácar"
  • "Muerte en Directo"
  • "Estación Sur"
  • "La Oscuridad. Trilogía de Ausencias"
  • "Alma"
  • "Muchacha"
  • "Rottweiler"

Prêmios

  • Premio Nacional de Teatro em 1994.
  • Premio Lorca de Teatro em 1997.

Referências

  1. «Texto e Representação no Teatro Contemporâneso». Teatro Nacional São João. Consultado em 6 de maio de 2013
  2. «Oficina Dramaturgia da Dança - VAGAS ESGOTADAS». Festival Internacional Viva Dança. Consultado em 6 de maio de 2013
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