Handeka

{{Info/Organização

|nome            = HANDEKA
|lema            = Óh tu que não tens voz, fala.
|fundação        = {{|Junho|2017}}
|tipo            = Organização não-governamental
|estado          = Ativo
|propósito       = 
|sede            = Luanda, Angola
|membros         = Alexandra Simeão, Luaty Beirão,Hitler Samussuku.
|língua          =
|líder_título    = Presidente
|líder_nome      = Alexandra Simeão
|pessoas_imp     = 
|num_membros     = 30 (20018)
|voluntários     = 10
|website         = 
|fundador_nome   =

}} A HANDEKA é uma organização criada em Junho de 2017, por um grupo de cidadãos angolanos e com um passado ligado ao activismo social e a defesa dos direitos das pessoas e tem como objectivo encontrar soluções para dirimir os principais constrangimentos ao pleno exercício da cidadania. De recordar que em língua Nganguela, HANDEKA significa “Oh tu que não tens voz, fala”.[1]

Missão

A associação propõe-se contribuir para a formação de opinião, educação patriótica e cívica, bem como estimular a participação dos cidadãos na vida pública.[2] Deste modo, selecionou no seu programa alguns inibidores do exercício da cidadania[1]:

  • A Educação Primária Universal e de Qualidade
  • O Registo Civil,
  • A Fome na Infância,
  • A Revisão da Constituição,
  • A Corrupção,
  • A Despartidarização do Estado,
  • A relação entre o Medo e as Liberdades Fundamentais, entre outros, totalizando 12 objectivos que norteiam a nossa actividade, sem no entanto a limitar.

Educação Primária

A Conferência Nacional sobre o Ensino primário que teve como lema ensino primário universal, condição para o desenvolvimento realizado nos dias 28 e 29 de Março de 2018 com o apoio do UNICEF, com o objectivo de promover o diálogo em torno à Educação com a Sociedade Civil, Governo, comunidade escolar e demais parceiros do desenvolvimento.[3] Após a Conferência, a Handeka prevê realizar uma avaliação de toda a informação recolhida e com o Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica dar início a um estudo sobre o diagnóstico referente à situação actual do Ensino Primário em Angola que resultará num relatório. Esse documento terá o objectivo de encontrar soluções que sejam capaz de integrar no currículo educativo noções de protecção das crianças, aulas sobre nutrição, saúde, água e saneamento, entre outras.[3]

Registo Civil

A HANDEKA tem defendido que o Estado registe os 11 milhões de angolanos sem Bilhetes de Identidade,[4] numa campanha designada "sem registo, não existo".[5]


Referências

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