Jesus Chediak
Jesus Chediak (Belo Horizonte, 10 de agosto de 1941 — Rio de Janeiro, 8 de maio de 2020) foi um ator, jornalista, teatrólogo e cineasta brasileiro.[1][2]
| Jesus Chediak | |
|---|---|
| Nascimento | 10 de agosto de 1941 Belo Horizonte, Minas Gerais |
| Morte | 8 de maio de 2020 (78 anos) Rio de Janeiro |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Ocupação | Ator, jornalista, teatrólogo e cineasta |
Biografia
Atuou em diversos filmes do cinema nacional durante as décadas de 1960 e 1970, ora como diretor, ora como ator.[1] Foi diretor de instituições como a Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, do Teatro João Caetano, da Casa França Brasil e secretário de Cultura e Turismo de Duque de Caxias.[1] Chediak foi também curador da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.[2]
Durante muitos anos e muitas gestões, foi diretor de Cultura e Lazer da Associação Brasileira de Imprensa.[2]
Em 2020, contraiu COVID-19, tendo sido internado no Assim Medical Center do Méier, no dia 4 de maio, onde veio a morrer quatro dias depois.[3]
Filmes
- "Os viciados" (1968) [1]
- "Banana Mecânica" (1974)[1]
- " A Lenda de Ubirajara" (1975)[1]
- " Ladrões de Cinema" (1977) [1]
- "As Borboletas Também Amam" (1979)[1]
- "Parto para a liberdade — Uma breve história de Pedro Aleixo"[1]
Referências
- O Globo. «Morre Jesus Chediak, aos 78 anos, em decorrência da Covid-19». Consultado em 10 de maio de 2020
- «Jesus Chediak morre de Covid-19 no Rio de Janeiro». G1. 8 de maio de 2020. Consultado em 10 de maio de 2020
- Associação Brasileira de Imprensa (8 de maio de 2020). «ABI perde Jesus Chediak, vítima de Covid-19». Consultado em 10 de maio de 2020