José Calasans

José Calasans Brandão da Silva (Aracaju, 14 de julho de 1915Salvador, 28 de maio de 2001) foi um historiador, folclorista, advogado e escritor brasileiro, imortal da cadeira número 28 da Academia de Letras da Bahia e também presidente daquele silogeu entre 1971-1973. [1] [2] [3] [4] [5]

José Calasans
Nome completo José Calasans Brandão da Silva
Nascimento 14 de julho de 1915
Aracaju
Morte 28 de maio de 2001 (85 anos)
Salvador,
Nacionalidade Brasileiro
Ocupação historiador, folclorista, advogado e escritor

Biografia

Filho de Irineu Ferreira da Silva e Noemi Brandão da Silva. Casado com Lúcia Margarida Maciel da Silva. [1] [4] [3][5]

Formou-se pela pela faculdade de Direito da Bahia (1937).Livre-docente de História do Brasil da Faculdade de Filosofia da UFBA. [1] [4][3][5]

Professor catedrático de História Moderna e Contemporânea da Faculdade de Filosofia da Bahia. Na UFBA, foi diretor do Departamento Social de Vida Universitária, vice-diretor da Faculdade de Filosofia, professor-adjunto de Antropologia, Chefe do Departamento de História (1968/1984), diretor da Faculdade de Filosofia (1974/1975). [1][4][3][5]

Membro do Conselho de Cultura de Cultura do Estado da Bahia (1968/1975). Vice-reitor da Universidade Federal da Bahia (1980/1984). [4][3][5]

Dentre os trabalhos publicados por José Calasans, encontram-se: <ref name=worldcat> [5]

  • O Ciclo Folclórico do Bom Jesus Conselheiro (1950)
  • Cachaça moça branca (1951)
  • A santidade de Jaguaripe (1952)
  • Euclides da Cunha e Siqueira de Menezes (1957)
  • Os vintistas e a regeneração econômica de Portugal (1959)
  • No tempo de Antônio Conselheiro (1959)
  • Aracaju, Contribuição à História da Capital de Sergipe
  • Antônio Conselheiro e a escravidão (1968)
  • Folclore geo–histórico da Bahia e seu recôncavo (1970)
  • Antônio Conselheiro, construtor de igrejas e cemitérios (1973)
  • Canudos: origem e desenvolvimento de um arraial messiânico (1974)
  • A revolução de 30 na Bahia (1980)
  • Canudos na literatura de cordel (1984)
  • Quase biografia de jagunços (1986)
  • Aparecimento e prisão de um Messias (1988)
  • Miguel Calmon Sobrinho e sua época (1992)
  • Cartografia de Canudos (recueil d’essais sur Canudos, 1997) <ref name=worldcat>

Em 11 de novembro de 1963, tomou posse na Academia de Letras da Bahia e a seguir se tornou seu presidente no biênio 1971-1973[1] [4] [3] [5]

Faleceu em Salvador em 28 de maio de 2001 [1] [4][3][5]

Referências

  1. Calmon, Jorge. «História da Academia». Consultado em 23 de abril de 2010. Arquivado do original em 10 de fevereiro de 2010
  2. «Most widely held works by José Calasans». OCLC. Consultado em 14 de fevereiro de 2021
  3. «JOSÉ CALASANS». II Seminário Nacional de História Social dos Sertões. Consultado em 14 de fevereiro de 2021
  4. «José Calasans: A História reconstruída» (PDF). Jairo Carvalho do Nascimento. Consultado em 14 de fevereiro de 2021
  5. «BIOGRAFIA DE JOSÉ CALASANS» (PDF). II Seminário Nacional de História Social dos Sertões. Consultado em 14 de fevereiro de 2021
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