Jucuruçu
Jucuruçu é um município brasileiro do estado da Bahia.
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| Município do Brasil | |||
| Símbolos | |||
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| Hino | |||
| Gentílico | jucuruçuense | ||
| Localização | |||
![]() Localização de Jucuruçu na Bahia | |||
![]() Jucuruçu |
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| Mapa de Jucuruçu | |||
| Coordenadas | |||
| País | Brasil | ||
| Unidade federativa | Bahia | ||
| Municípios limítrofes | Guaratinga, Itamaraju, Vereda e Palmópolis | ||
| Distância até a capital | 833 km | ||
| História | |||
| Fundação | 24 de fevereiro de 1989 (33 anos) | ||
| Administração | |||
| Prefeito(a) | Arivaldo de Almeida Costa (PSDB, 2021 – 2024) | ||
| Características geográficas | |||
| Área total [1] | 1 438,463 km² | ||
| População total (IBGE/2010[2]) | 9 960 hab. | ||
| Densidade | 6,9 hab./km² | ||
| Clima | Tropical | ||
| Altitude | 365 m | ||
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) | ||
| Indicadores | |||
| IDH (PNUD/2010 [3]) | 0,541 — baixo | ||
| PIB (IBGE/2008[4]) | R$ 54 042,771 mil | ||
| PIB per capita (IBGE/2008[4]) | R$ 5 051,67 | ||
Toponímia
Jucuruçu é vocábulo indígena que significa "cobra grande". Do tupi jucuru: cobra, jacuru ou jucuru; e ussu: grande. Nome supostamente dado pelos índios devido as curvas do rio que margeia a cidade, dando a impressão de que o mesmo é uma grande cobra. Diz a lenda que essa cobra existiu, e que após ter sido morta pelo índios, ela se transformou no rio.
História
Pré-emancipação política
Jucuruçu se iniciou com a chegada das famílias Rocha e Rodrigues, retirantes da forte seca que atingiu o semiárido baiano no final da primeira década do século XX. Estabeleceram-se em meados de 1912, ás margens do rio Jucuruçu, por definirem que ali havia terra boa para plantio, criação de animais e água em abundância. Os patriarcas das famílias, respectivamente, foram Ramiro Rocha e José Rodrigues (o "Zé de Du"). As matriarcas das famílias, respectivamente, foram Florzina Rocha e Vitorina Maria Rodrigues. Para unificar as famílias, ocorreu o casamento de Manoel Rodrigues, o "Manoel de Du" com Júlia Rocha; e João Rodrigues, o "João de Du" com Maria Rocha. Os homens, filhos de Zé de Du. As mulheres, netas de Ramiro Rocha. Os Rodrigues que descendem de Zé de Du são conhecidos como "Os Du".[5][6][7]
Em 1933, através do Decreto Estadual Nº 8531, foi criada a comunidade Santo Antônio, pertencente ao território do município de Prado. O território foi doado por Manoel de Du para a instalação da zona comerciária, desmembrando parte das terras da Fazenda Venezuela, propriedade de sua família. Em 1934, Ramiro Rocha também contribuiu com doação para o aumento da área territorial do distrito. Logo, chegaram os sobrinhos de Zé de Du, o Augusto Rodrigues, conhecido como "Augusto Mineiro" e Manoel Rodrigues, que por ter o mesmo nome do primo, adotou o pseudônimo de "Manoel Tote". A montanha gigantesca, que anuncia a proximidade de Jucuruçu, recebeu o nome de Pedra de Tote, por estar localizada no território da antiga fazenda dos Tote. [8][9]
Por conseguinte, vieram os Vieira, os Figueiredo, os Pompilho, os Lacerda, os Queiroz, os Onofre, os Brito, os Lopes, os Batista, os Ramos, os Chaves, os Moura, os Carvalho, os Gonçalves e os Jardim. Desta última, vieram os primos-carnais Jesuíno José Pereira, Ana Maria Jardim e Gerozina Jardim. Do trio de primos, descenderia parte das figuras políticas de Jucuruçu, como prefeitos, primeira-dama, vereadores, secretários de governo e candidatos, ora opositores, ora aliados entre si. De Jesuíno, se originam os Pereira. De Ana Maria, descendem parte dos Du, devido o seu casamento com Dely de Du, também filho de Zé de Du. De Gerozina, derivam os Jardim atuais, que mantiveram o sobrenome.[10][5]
Em 1938, o distrito de Santo Antônio passou a ser chamado de Trindade, nome da primeira rua do comércio. O lugar, contudo, ficou conhecido como Chumbo, após Manoel de Du e seu irmão, Dely de Du, encontrarem um saco de chumbo no riacho que rodeava o pequeno distrito. Assim, quando alguém se referia à localização do lugar, respondiam: "lá naquele lugar do chumbo". Até os dias atuais, este riacho é chamado de Córrego do Chumbo.[11][12]
Em 1943, através de novo decreto, Trindade passou a ser chamada de Jucururu, notoriamente o nome sofrera um erro de grafia. Na década de 50, Álvaro Pompilho, escrivão, foi eleito vereador e representante do distrito na câmara de vereadores do município de Prado.[13]
Em 10 de maio de 1961, o distrito de Jucururu é desmembrado do município de Prado, passando a pertencer ao recém criado município de Itamaraju. Foram eleitos Josino Eduardo Brito e Armindo Vieira de Araújo, como representantes do distrito na câmara de vereadores de Itamaraju. Em 1964, elegeu-se vereador Valdemar José Nogueira, o "Americano", permanecendo como representante do distrito na câmara de vereadores de Itamaraju por quatro mandatos consecutivos. Em dezembro de 1968 ocorreu a primeira grande enchente do Rio Jucuruçu. Na década de 80, elegeu-se vereador Itamar Batista de Araújo, permanecendo como representante do distrito na câmara de vereadores de Itamaraju até a emancipação de Jucuruçu.[10]
Pós-emancipação política
Em 8 de agosto de 1988, foi realizado o plebiscito para definir se a população era a favor ou contra a emancipação do vilarejo. Em 24 de fevereiro de 1989, após mais de setenta anos desde a chegada das primeiras famílias, o distrito é elevado à categoria de Município, corrigindo-se a grafia para Jucuruçu. Passaram a pertencer ao território jucuruçuense os distritos de Coqueiro, Monte Azul, Água Limpa, São João da Boa Nova, Manoel Rodrigues e Itamaraty. Além dos vilarejos, fazem parte de Jucuruçu cerca de trinta comunidades, divididas por córregos, como Chumbo, Prata, Refugado, Lixa, Tubatinga, Onça, Monte Negro e São Domingos, e ainda por regiões familiares como as áreas de Jonas, Caboclos, Camilo Queiroz e Alves. [14]
Figuras histórias receberam homenagens através de ruas ou órgãos públicos, como Josino Eduardo Brito, que deu nome à praça da Igreja Católica; Armindo Vieira de Araújo, que deu nome à praça da Igreja Adventista; Ramiro Rocha, que deu nome à rua que liga a Praça Josino Eduardo de Brito à saída para o município de Palmópolis; Manoel Rodrigues "Manoel de Du", que deu nome à avenida que nasce da junção da Praça Armindo Vieira de Araújo e da Rua Trindade e segue em direção à Itamaraju, embora a avenida popularmente seja chamada de Avenida Itamaraju; Álvaro Pompilho, que nomeia uma das ruas paralelas à Rua Ramiro Rocha; Valdemar José Nogueira, que nomeia o Auditório Municipal; Praça Dona Isabel, em homenagem à mãe dos irmãos Itamar, Hélio e Altamiro Batista; Praça Jesuíno José Pereira, no distrito de Monte Azul. [15][16]
Em 1989 foram realizadas as primeiras eleições para a prefeitura de Jucuruçu. [17]
O pecuarista Porfírio Antônio Rodrigues e seu vice, Anésio Martins, derrotaram o candidato Antônio de Dely e seu vice, Dilson Pompilho, filho de Álvaro Pompilho. Porfírio, casado com Dona Rosália Jardim, filha de Dona Gerozina Jardim, era o candidato apoiado pelo então prefeito de Itamaraju, Orlandino Lopes da Paixão. Antônio de Dely era neto de Zé de Du e filho de Dely de Du. [18]
Os vereadores eleitos foram Teodolino José Pereira, o "Dola"; Helenita Moitinho; Orlando Ramos Bonfim; Juvenal Muniz; José Pereira de Souza, o "Zé Branco"; Edson Santos; Dernival Ferreira; Isaú Moitinho e Lacy Oliveira. [11]
Em 1992, o pecuarista e ex-vereador Teodolino José Pereira, o "Dola", e seu vice, Gilberto Costa, derrotaram o comerciante Ivan Lacerda e seu vice, Altamiro Batista de Araújo, irmão do ex-vereador Itamar Batista de Araújo. Dola, filho de Jesuíno José Pereira, iniciou o grupo político que seria comandado por sua família, Os Pereira. Gilberto Costa era primo do histórico vereador Josino Eduardo de Brito. Dola chegou a atrasar salários de funcionários da prefeitura em até nove meses. [18]
Os vereadores eleitos foram João Batista de Oliveira; Hélio Batista de Araújo; Dernival Ferreira; Aroldo da Silva; Hermes Perin; Izaltino Profeta; Dracio Pereira; Raimundo Muniz; Adeilton Plácido, o "Solteiro"; Arnaldo Rocha, o "Arnaldo da Palha" e Manoel do Carmo Loyola.[11]
Em 1996, o ex-prefeito Porfírio Antonio Rodrigues foi eleito prefeito pela segunda vez. Sua vice foi Helenita Moitinho, ex-vereadora e esposa do ex-vice prefeito Gilberto Costa. A candidato derrotado foi novamente o comerciante Ivan Lacerda e Antônio de Dely foi seu candidato a vice.[19]
Os vereadores eleitos foram Joaquim de Moura, o “Joaquim Gazo”; Arnaldo Rocha, o “Arnaldo da Palha”; Calmito Ferreira; Hélio Brito, o “Hélio Malária”; João Pereira, o "João de Eron"; Manoel do Carmo Loyola; Zenaide Jardim; Valdelino Dias; Alival Evangelista; Izaltino Profeta e Ivone Santos. Seu secretariado foi composto por Maria Gil, (Secretária de Educação), Rosália Jardim, primeira-dama da cidade (Secretária de Desenvolvimento Social); Almir Gerônimo (Secretário de Saúde) e Edvaldo Pires (Secretário de Administração). Concorreram às prévias para a candidatura da situação a vice-prefeita Helenita Moitinho e o vereador Manoel do Carmo Loyola. Venceu este último como candidato de Porfírio, candidatura que não se concretizou.[20]
Em 2000, a médica Eliana Perpétua Curvelo, juntamente com seu vice e padrinho político Dola, derrotaram o opositor e ex-vereador Hermes Perin e seu vice, o pecuarista Osvaldo Almeida[21].
Os vereadores eleitos foram Uberlândia Pereira; Zenaide Jardim; Helenita Moitinho; Manoel do Carmo Loyola; Arnaldo Rocha, o “Arnaldo da Palha”; Irenio Rodrigues da Silva, o “Irenio de Du”; Paulo Caudas, o “Paulão”; Ivan Lacerda e Faustino Meregheti. Seu secretariado foi composto por Leonir Ricardo, (Secretária de Educação); Vanuza Curvelo (Secretária de Finanças), Sandra Iracema (Secretária de Desenvolvimento Social) e Gilma Pereira (Secretária de Saúde). [22]
Em 2004, o ex-prefeito Dola e seu vice, o ex-vereador Hermes Perin, derrotaram a prefeita Eliana Perpétua Curvelo e seu candidato a vice, o pecuarista Antônio de Dely[23].
Foram eleitos vereadores Jairo Antônio Onofre, o “Tonhe da Cesta”; Manoel do Carmo Loyola; Irenio Rodrigues da Silva, o “Irenio de Du”; Arnaldo Rocha, o “Arnaldo da Palha”; Dely Barbosa, o “Dely de Monte Azul”; Iredes Pinheiro; Janete Lacerda; Gilmar Pereira, o “Dulinha” e Gilberto Nogueira, o “Gélo”. Seu secretariado foi composto por Josefina Gomes (Secretária de Educação); Uberlândia Pereira, filha do prefeito (Secretária de Administração), Reginaldo Pereira, filho do prefeito (Secretário de Finanças) e Ailton Dias (Secretário de Saúde).[24]
Em 2008, o militar e vereador Manoel do Carmo Loyola e seu vice, o pecuarista Gilberto Nogueira, o “Gélo”, venceram as eleições daquele ano. Derrotaram o mecânico e vereador Gilmar Pereira e seu vice, o condutor Gilmar Costa, o "Gilmar do Caminhão". Manoel do Carmo Loyola foi vereador por quatro mandatos consecutivos. Gilberto Nogueira era neto de Manoel de Du, portanto bisneto de Zé de Du e tataraneto de Ramiro Rocha, dois fundadores históricos da cidade. [25]
Dola, que tentava reeleição e terceiro mandato, renunciou há menos de 72 horas das eleições após impugnação pelo Supremo Tribunal Superior em Brasília[26]. Impedido de concorrer, Dola indicou o vereador Gilmar Pereira, o “Dulinha” para substituí-lo. Não havia sido a primeira substituição na chapa da situação, já que, embora vitorioso nas convenções partidárias para o posto de vice-prefeito, Ailton Dias foi substituído por Gilmar Costa, o "Gilmar do Caminhão". Gilmar é filho dos ex-vice-prefeitos Helenita Moitinho e Gilberto Costa e opção preferida da Família Pereira, que almejava repetir a aliança duas vezes vitoriosa entre um pecuarista de Jucuruçu com um membro do clã Costa-Moitinho. A instabilidade política, disputas internas e uma terceira candidatura, a do comerciante Paulo Figueiredo e seu vice, o pecuarista Osvaldo Almeida, foram cruciais para que Manoel Loyola ascendesse ao topo do poder executivo municipal.[27][28][29]
Em 2008 foram eleitos vereadores: Ivonete Plácido; Anorino Souza Santos, o “Mizin”; Paulo Silva Santos, o “Paulinho de Miguelão”; Jairo Antonio Onofre, o “Tonhe da Cesta”; Ailson Pereira da Costa, o “Vevei”; Janete Lacerda; Iredes Pinheiro; Juracy Pereira Gomes, o “Ruca” e José Messias Martins. Por determinado período de tempo, Janete Lacerda licenciou-se. Durante este período, o suplente Carlos Mário Oliveira, o “Carlinhos de Carmerindo”, ocupou a cadeira vaga. Seu secretariado foi composto por Elson Paulo, (Secretário de Educação); Maria Nilza Loyola, primeira-dama da cidade (Secretária de Desenvolvimento Social), Célio Nogueira (Secretário de Finanças) e Queila Loyola, filha do prefeito (Secretária de Saúde).[30]
Em 2012, a filha de Dola, Uberlandia Pereira, e seu vice, o comerciante Paulo Figueiredo, derrotaram o prefeito Manoel Loyola e seu vice, o médico Ailton Amorim. Uberlândia é bacharel em direito, ex-vereadora e ex-secretária de Administração de Jucuruçu.[31][32]
No último trimestre de 2012, Manoel Loyola foi afastado por unanimidade pela Câmara de Vereadores após denúncias de irregularidades na aplicação dos recursos das secretarias municipais, atraso de salários de servidores, o não envio pelo gestor dos balancetes mensais à Inspetoria do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e desaparecimento do prefeito após a derrota nas eleições. Gilberto Nogueira assumiu a prefeitura de Jucuruçu até 31 de dezembro de 2012. Loyola se tornou o único prefeito de Jucuruçu a não concluir um mandato político.[33]
Em 2012 os vereadores eleitos foram: Ernandes Rodrigues Jardim, o “Nande”; Elton Alves da Silva, o “Pebinha”; Gildeberto Nogueira, o “Talim”; Ivonildo Muniz, o “Boy”; Elson de Souza, o “Elson da Prata”; Jair Soares Costa, o “Jaizão do Ônibus”; Janete Lacerda; Anorino Souza Santos, o “Mizin” e Ailson Pereira da Costa, o “Vevei”. Seu secretariado foi composto por Carmem Pereira, prima da prefeita (Secretária de Educação); Núbia Cajaíba (Secretária de Desenvolvimento Social), Marlon Trindade (Secretário de Finanças) e Siderlândia Pereira, irmã da prefeita (Secretária de Saúde).[34][35]
Em 2016, a prefeita Uberlândia Pereira foi reeleita. Seu vice foi o comerciante Erley Fernandes. As candidaturas derrotadas daquele ano foram encabeçadas pelo médico Ailton Amorim e pelo bancário e vereador Ernandes Rodrigues Jardim, o “Nande”, neto de Antônio de Dely.[36]
Em 2016, os vereadores eleitos foram: Gilcássio Silva, o “Binha do Táxi”; Maria Nilza Loyola; Gilson dos Santos Silva, o “Gilson Koiô”; Anorino Souza Santos, o “Mizin”; Pablo Bomfim, o “Binho”; Ítalo Lacerda; Marcos Bomfim; Paulo Figueiredo, o “Paulo Fama” e Marivaldo Gonçalves, o “Terinho do Laticínio”. Devido ao afastamento de Pablo Bomfim, o suplente José Cirqueira, o “Zé Félix”, assume a cadeira vaga. Seu secretariado foi composto por Carmem Pereira, prima da prefeita (Secretária de Educação); Agnaldo Pereira, irmão da prefeita (Secretário de Desenvolvimento Social), Marlon Trindade (Secretário de Finanças) e Ronny Patrick (Secretário de Saúde).[37]
Em 2020, foi eleito prefeito o produtor rural Arivaldo de Almeida, o “Lili”. Lili foi prefeito da cidade mineira de Palmópolis e ex-marido de Uberlândia Pereira. A vice-prefeita eleita foi a professora Leidian Queiroz Jardim, esposa de Ernandes Rodrigues Jardim, o “Nande”[38].
Saíram derrotados das eleições de 2020 o candidato e cônjuge de Uberlândia, o pecuarista Edemark Pinheiro Ruas, o “Marquinho de Jota” e a enfermeira Viviane Amorim, candidata a vice-prefeita e esposa do médico Ailton Amorim, que foi condenado a inelegibilidade por oito anos após ser provada a captação ilícita de sufrágio, caixa 2 e abuso de poder econômico praticados durante a campanha de 2016. [39][40][41][42][43]
Marquinho de Jota e Uberlândia Pereira não registraram a união estável oficialmente, o que a possibilitou não ter renunciado ao cargo de prefeita. A denúncia de tentativa de terceiro mandato foi acatada pela Justiça, conforme trecho da decisão da juíza Andréa Gomes Beraldi, titular da 172ª Zona Eleitoral de Itamaraju, responsável pelas eleições de Jucuruçu: “Ante todo o exposto, concluo que existe união estável, ainda que forma informal, entre Edemark Pinheiro Ruas e a atual prefeita de Jucuruçu, Uberlândia Carmos Pereira, pelo que resta configurada a inelegibilidade prevista no art. 1º, §3º, da LC 64/90”.[44][45][46][47][48][49][50]
Em 2020 os vereadores eleitos foram: Gilcássio Silva, o “Binha do Táxi”; Maria Nilza Loyola; Gilson dos Santos Silva, o “Gilson Koiô”; Fledson Gonçalves; o “Fredi do Hospital”; Cida Vieira; Girlande da Cruz, o “Gil da Kombi”; Anorino Souza Santos, o “Mizin”; Liazar Quadra Filho, o “Pezão” e Miguel Silva Neto, o “Homo”. Seu secretariado foi composto por Odirley Oliveira (Secretário de Administração), Roberto Lopes (Secretário de Educação), Jairo Antônio Onofre (Secretário de Infraestrutura) e Dhiego Santos da Silva (Secretário de Saúde).[51][52]
Em dezembro de 2021, Jucuruçu foi atingida por uma enchente ainda maior que a ocorrida em 1968. Cerca de 25% da população ficou desabrigada.[53][54][55][56][57]
Porfírio Antônio Rodrigues, prefeito de Jucuruçu de 1990 a 1992 e de 1997 a 2000. Anésio Martins foi seu vice-prefeito no primeiro mandato. Helenita Moitinho foi sua vice-prefeita durante o segundo.
Teodolino José Pereira, prefeito de Jucuruçu de 1993 a 1996 e de 2005 a 2008. Gilberto Costa foi seu vice-prefeito durante o primeiro mandato. Hermes Perin foi seu vice-prefeito durante o segundo.
Eliana Perpétua Curvelo de Souza, prefeita de Jucuruçu de 2001 a 2004. Seu vice-prefeito foi Teodolino José Pereira.
Manoel do Carmo Loyola foi prefeito de Jucuruçu de 2009 até seu impeachment no último trimestre de 2012. Seu vice, Gilberto Nogueira, concluiu o mandato como prefeito de Jucuruçu.
Uberlândia Carmos Pereira e seu vice, Paulo Figueiredo, eleitos para o mandato de 2013 a 2016.
Uberlândia Carmos Pereira e seu vice, Erley Fernandes, eleitos para o mandato de 2017 a 2020.
Arivaldo de Almeida Costa e sua vice, Leidian Rangel Jardim. Foram eleitos para o pleito 2021 a 2024.
Geografia
Sua população estimada em 2015 era de 10.118 habitantes.
Referências
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