Junior Mochi
Oswaldo Mochi Junior, (Itápolis, 23 de agosto de 1962) é um advogado e político brasileiro, conhecido como Junior Mochi. Ex-prefeito da cidade de Coxim, cumpriu três mandatos como deputado estadual de Mato Grosso do Sul, presidindo a Assembleia Legislativa entre 2015[1] e 2019.
| Junior Mochi | |
|---|---|
![]() Junior Mochi | |
| Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul | |
| Período | 1º de fevereiro de 2015 até 31 de janeiro de 2019 |
| Vice-presidentes | Onevan de Matos Grazielle Machado |
| Antecessor(a) | Jerson Domingos |
| Sucessor(a) | Paulo Corrêa |
| Deputado estadual de Mato Grosso do Sul | |
| Período | 1º de fevereiro de 2007 até 31 de janeiro de 2019 |
| Prefeito de Coxim | |
| Período | 1º de janeiro de 1997 até 31 de dezembro de 2004 |
| Vice-prefeito | João Pedro de Figueiredo |
| Antecessor(a) | Moacir Kohl |
| Sucessor(a) | Moacir Kohl |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Oswaldo Mochi Junior |
| Nascimento | 23 de agosto de 1962 (60 anos) Itápolis |
| Primeira-dama | Cristiane Gomes |
| Partido | MDB (1993-presente) |
| Profissão | Advogado |
Biografia
Vida pessoal
Nascido na cidade paulista de Itápolis, mudou-se para Mato Grosso do Sul para trabalhar como servidor público do Banco do Brasil e do Tribunal de Justiça do estado em Fátima do Sul[1]. Casado com a empresária Cristiane Gomes[2], tem dois filhos: Lucas e Heitor[3].
Carreira política
Filiado ao então PMDB, Mochi foi eleito prefeito em 1996 e reeleito em 2000[4]. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual[5]. Foi reeleito em 2010[6] e 2014[7].
Em 2015, foi eleito presidente da Assembleia Legislativa[8], sendo reeleito antecipadamente no ano seguinte[9].
Nas eleições de 2018, foi candidato ao governo do estado[10][11][12][13][14][15][16][17].
Controvérsias, polêmicas e processos judiciais
Em setembro de 2013, o deputado foi condenado pela Justiça Federal a ressarcir o erário de Coxim por irregularidades nas obras do aterro sanitário. Na época, Mochi lamentou a decisão[18]. No ano seguinte, o parlamentar recorreu a uma corte eleitoral para impedir que o jornal eletrônico Edição MS publicasse reportagens com seu nome pelo caso do aterro sanitário[19].
Já em 2017, a Polícia Federal (PF) apontou durante as investigações da Operação Lama Asfáltica que Mochi seria emissário do empresário João Amorim junto ao então governador do estado, Reinaldo Azambuja[20].
Em 2018, Junior Mochi junto com Paulo Siufi (MDB) foram autores da proposta de moção de congratulações entregue por parlamentares da Assembleia Legislativa sul-mato-grossenses ao controverso "pesquisador" paranormal Urandir Fernandes de Oliveira, famoso por defender a existência do ET Bilu. A justificativa apresentada na proposta são as pesquisas realizadas por Urandir, inclusive, sobre a Terra convexa.[21]
Referências
- Medina, Leandro (13 de fevereiro de 2018). «Conheça Junior Mochi, deputado Estadual e pré-candidato a reeleição». Correio de MS. Consultado em 14 de agosto de 2018
- «No dia das mulheres, deputado Junior Mochi homenageia superintendente do Vale Universidade». Edição MS. 8 de março de 2012. Consultado em 14 de agosto de 2018
- «Deputado Junior Mochi e Cristiane Gomes comemoram 21 anos de casados». Idest. 9 de julho de 2010. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Forato, Sheila (10 de outubro de 2012). «Três dias após as eleições, junção de Kohl e Mochi ainda é debatida na Assembleia Legislativa». Edição MS. Consultado em 14 de agosto de 2018
- «Veja a lista dos deputados estaduais de MS». Terra. 2 de outubro de 2006. Consultado em 14 de agosto de 2018
- «Veja a lista dos 24 deputados estaduais eleitos em MS». Campo Grande News. 3 de outubro de 2010. Consultado em 14 de agosto de 2010
- «Confira a composição da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul». G1 – Mato Grosso do Sul. 5 de outubro de 2014. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Brum, Juliana (1º de fevereiro de 2015). «Mesa diretora da Assembleia é eleita e Junior Mochi é o presidente da casa por unanimidade». Capital News. Consultado em 14 de agosto de 2018. Arquivado do original em 15 de agosto de 2018
- «Junior Mochi continua na presidência da Assembleia de Mato Grosso do Sul». G1 – Mato Grosso do Sul. 14 de dezembro de 2016. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Dias, Aliny Mary; Cunha, Maisse (14 de agosto de 2018). «Junior Mochi assume candidatura do MDB ao Governo de Mato Grosso do Sul». Midiamax. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Ferreira, Marta; Sanchez, Izabela (14 de agosto de 2018). «Mochi abre mão de tentar reeleição e vai disputar governo pelo MDB». Campo Grande News. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Mecchi, Yarima; Volpe Haddad, Renata (14 de agosto de 2018). «Após baixas, MDB anuncia Junior Mochi como candidato ao Governo». Top Mídia News. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Willyams, Rodson (14 de agosto de 2018). «MDB confirma Mochi como substituto de Simone ao governo». Top Mídia News. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Verão, Flávio (14 de agosto de 2018). «MDB anuncia Junior Mochi como candidato ao Governo do Estado». Dourados Agora. Consultado em 14 de agosto de 2018
- «Junior Mochi é o novo candidato do MDB ao governo de MS». G1 – Mato Grosso do Sul. 14 de agosto de 2018. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Verão, Flávio (15 de agosto de 2018). «MDB anuncia Junior Mochi como candidato ao Governo do Estado». O Progresso. Consultado em 15 de agosto de 2018
- Arce, Bruno (15 de agosto de 2018). «Em cima da hora, MDB lança presidente da ALMS ao governo». OE10. Consultado em 15 de agosto de 2018
- Rocha, Josemil (30 de setembro de 2013). «Juiz federal condena Mochi a devolver R$ 1 milhão por obra irregular». Campo Grande News. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Centurion, Luma (20 de agosto de 2014). «CENSURA: Junior Mochi tenta proibir Edição de Notícias de publicar matérias envolvendo seu nome». Edição MS. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Raes, Airton (10 de fevereiro de 2017). «'Chefe': presidente da Assembleia é emissário de João Amorim, afirma Polícia Federal». Top Mídia News. Consultado em 14 de agosto de 2018
- Kempfer, Ângela (3 de outubro de 2018). «Ufólogo repudia homenagem a Urandir e deputados dizem que não conheciam ET Bilu». CAMPO GRANDE NEWS. Consultado em 26 de dezembro de 2020
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