Luís Afonso de Azambuja
Luís Afonso de Azambuja [lower-alpha 1] (Barra do Ribeiro, 3 de janeiro de 1826 — Porto Alegre, 11 de fevereiro de 1894) foi um farmacêutico e político brasileiro.
Carreira
Filho de José Manoel Afonso, ainda jovem começou a participar na vida política, comunitária e empresarial. Em Porto Alegre, foi vereador em várias legislaturas, desde seus 31 anos. Várias vezes presidiu a Câmara Municipal da capital.[1]
Em 1865, cedeu vários terrenos para a abertura da Rua Santana. Participou da direção da Associação Comercial de Porto Alegre. Já bem idoso, foi membro da Junta Municipal. Durante muitos anos foi farmacêutico e dono de uma farmácia homeopática.[1]
Homenagem
Os vereadores tinham por hábito, nessa época, prestar recíprocas homenagens e assim resolveram, em 1884, homenageá-lo em atenção aos serviços que vinha realizando, denominando a Rua Luiz Afonso no bairro Cidade Baixa. Em 1885, os vereadores mudaram de ideia e denominaram a rua como Conselheiro Camargo, outro político da época. Entretanto, já em 1886, retornou-se à homenagem inicial, que até hoje permanece.
Maçonaria
Luiz Afonso de Azambuja foi venerável-mestre da Loja Maçônica Luz e Ordem entre 1889 e 1894,[1] e participou do início dos debates a respeito da criação do Grande Oriente do Rio Grande do Sul, em 1893.[2] Seu nome batiza um dos templos do Palácio Maçônico do Grande Oriente do Rio Grande do Sul.[3]
Notas
- Na ortografia da época, Luiz Affonso de Azambuja.
Referências
- Franco, Sérgio da Costa. Porto Alegre: Guia Histórico. EDUFRGS, 4ª ed., 2006, pp. 47-48
- "Semana GORGS: A Maçonaria Rio-grandense ergue-se contra a guerra". Grande Oriente do Rio Grande do Sul
- "Semana GORGS: as casas do GORGS". Grande Oriente do Rio Grande do Sul