Miguel de Werna
Miguel de Castro Canto e Melo de Werna e Bilstein, conhecido também como Miguel de Werna, (Porto Alegre, 1836 — Rio de Janeiro, 1896) foi um escritor e jornalista brasileiro.
Filho de Ernesto Frederico de Werna Bilstein.[1] Assim como seu pai, era polêmico e anti-clerical, era um monarquista extremado e inimigo de Karl von Koseritz, a quem apelidou de Capitón Borrachón, e de Ramiro Barcelos[2]
Iniciou sua carreira de jornalista-empresário publicando o jornal Atualidade, em 1867, depois fundou o semanário ilustrado O Século, em 1880, que o deixou famoso como jornalista virulento.[2] Foi membro da Sociedade Partenon Literário.[3] Com a Proclamação da República, cercado de inimigos, mudou-se para o Rio, onde morreu no ostracismo.[2]
Ver também
Referências
- WEIMER, Günter. "Arquitetos e construtores Rio-Grandenses na Colônia e no Império". Santa Maria: Editora da UFSM, 2006, 214 pp.
- SPALDING, Walter. Itinerário da literatura Sul-rio-grandense, in Enciclopédia Rio-Grandense. Porto Alegre, 1956.
- César, Guilhermino. História da literatura do Rio Grande do Sul. Instituto Estadual do Livro / CORAG, 2006, pp. 188-189
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