Níkos Skalkótas
Níkos Skalkótas (em grego: Nίκος Σκαλκώτας, (Cálcis, 21 de março de 1904 — Atenas, 20 de setembro de 1949) foi um compositor grego.[1]
| Níkos Skalkótas | |
|---|---|
![]() Níkos Skalkótas | |
| Nascimento | 8 de março de 1904 Cálcis |
| Morte | 19 de setembro de 1949 (45 anos) Atenas |
| Cidadania | Grécia |
| Cônjuge | Maria Pangali |
| Filho(s) | Alekos Skalkottas, Nikos N. Skalkottas, Artemis Lindal |
| Alma mater |
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| Ocupação | compositor, violinistaviolino |
| Causa da morte | hérnia |
| Assinatura | |
Estudante de violino no Conservatório de Atenas, prossegue seus estudos em Berlim, onde estuda composição sob a orientação de Jarnach, Schoenberg e Kurt Weill.
Com 29 anos retorna à Atenas, onde passa a tocar violino em algumas orquestras.
Sua composições foram inicialmente atonais, e, a partir de 1935, mostram uma complexidade serial. Suas 36 Danças Gregas para Orquestra, porém, são obras tonais. Skalkótas, assim como Alban Berg, soube refrear a aridez estética do dodecafonismo.
Compôs três concertos para piano e orquestra, a abertura A Volta de Odisseu (1943), quartetos, obras orquestrais, obras para piano e peças vocais.
Referências
- «Níkos Skalkótas». Encyclopædia Britannica Online (em inglês). Consultado em 17 de novembro de 2019
