Parque da Residência
O Parque da Residência é um parque e teatro brasileiro localizado na cidade de Belém (Pará), inicialmente era residência oficial dos governadores do estado até a década de 1980,[1] lar dos parlamentares Enéas Martins (1913-1917), Lauro Sodré (1917-1921) e, Magalhães Barata (1930-1935). Também foi sede da Secretaria Executiva de Cultura (SECULT) do estado do Pará. Após reforma foi transformado em um espaço turístico cultural (parque).[1]
| Parque da Residência | |
|---|---|
![]() Parque da Residência | |
| Tipo | parque urbano |
| Administração | |
| Proprietário(a) | Governo do Pará |
| Operador(a) | Governo do Pará |
| Geografia | |
| Coordenadas | |
| Localização | Belém - Brasil |
| Patrimônio | bem tombado pelo DPHAC |
No interior do parque, caminhando ao longo da Passagem das Icamiabas chega-se à Estação Gasômetro. Sua antiga estrutura de ferro pertenceu à Companhia de Gás do Pará. Mas desde 1997, abriga um teatro com 400 lugares, e ao seu lado um anfiteatro, espaço para eventos diversos ao ar livre.
Na Praça, há um vagão de trem da antiga estrada de ferro Belém-Bragança, que transportava o governador Magalhães Barata pelo interior do estado. E exemplos da culinária podem ser encontrados no Restô do Parque.
A Sociedade Paraense de Orquidófilos, criada em 1962, tem sede no Parque da Residência, onde está localizado um orquidário, com mais de 400 espécies, é símbolo da beleza exótica da região. Outra atração é o Coreto Pavilhão Frederico Rhossard, uma homenagem ao poeta paraense. E na Praça das águas, a estátua do também poeta paraense Rui Barata, que segura eternamente o livro “O nativo de câncer”.
O parque possui pavimentação de pedras portuguesas, luminárias de ferro, estátuas de mulheres cobertas de tecido delicado, o palacete do início do século XX, o Coreto, o orquidário, a adjacência delimitada por grades oponentes de ferro incluindo o brasão do estado do Pará sobre o enorme portão de entrada. Tudo isso, ao som de araras, periquitos e outros pássaros da região. Um retalho do sonho urbanístico do início do século passado em pleno centro da cidade.
Em 1903, Antônio Lemos dizia: “Há quem atribua a tendência de luxo à abertura de avenidas, à manutenção de jardins urbanos e a construção de parques em pleno centro da cidade. Faze-me pena esses ignorantísticos doutrinadores(...)”. Magalhães Barata seguia a filosofia de Antônio Lemos.
- «Parque da Residencia Detalhes Produto Page View | Visit Para». Pará Turismo. Consultado em 10 de novembro de 2022
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