Prêmio Direitos Humanos
O Prêmio Direitos Humanos foi instituído em 1995, pelo Governo Federal do Brasil, por intermédio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.[1]
Todos os anos, no aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU em 10 de dezembro de 1948, são contempladas iniciativas de instituições e pessoas físicas que defendam ou promovam causas em benefício dos direitos humanos no país.
Em 2012, foi realizada a 18ª edição do evento,[2][3] que privilegia 15 categorias:
- Dorothy Stang
- Educação em Direitos Humanos
- Mídia e Direitos Humanos
- Centros de Referência em Direitos Humanos
- Garantia dos Direitos da População em Situação de Rua
- Enfrentamento à Violência
- Enfrentamento à Tortura
- Direito à Memória e à Verdade
- Diversidade Religiosa
- Garantia dos Direitos da População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - LGBT
- Santa Quitéria do Maranhão
- Erradicação do Trabalho Escravo
- Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente
- Garantia dos Direitos da Pessoa Idosa
- Garantia dos Direitos das Pessoas com Deficiência
Referências
- «Secretaria de Direitos Humanos. Prêmio Direitos Humanos»
- Prêmio Direitos Humanos 2012 – 18ª edição
- Prêmio Direitos Humanos 2012 é concedido ao jornalista Tim Lopes. Jornalista morreu em 2002 em reportagem sobre abuso de menores. Dilma disse que o prêmio homenageia pessoas que 'arriscam suas vidas'. G1, 17 de dezembro de 2012.
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