Sexytime
Sexytime foi um programa de televisão que exibia cenas de curta metragens de filmes eróticos e sessões de striptease, inicialmente exibia produções eróticas européias em francês e norte americanas em inglês, posteriomente exibiu conteúdos em Língua portuguesa,[1] e era apresentado no Multishow no Brasil, através de operadoras de TV por assinatura. O programa era exibido diariamente após a meia noite. O programa trazia filmes do genêro softcore com histórias leves de fantasias sexuais e voyeurismo sem sexo explícito. [1] [2].
| Sexytime | |
|---|---|
| Informação geral | |
| Formato | |
| Gênero | Érotico |
| Duração | 30 minutos |
| País de origem | |
| Idioma original | francês, inglês e português brasileiro |
| Exibição | |
| Emissora original | |
| Formato de exibição | 480i (SDTV) |
| Transmissão original | 1991-2020 |
| Cronologia | |
| Programas relacionados | |
O Sexytime também exibia o programa The Good Sex Guide [nota 1], programa britânico no qual a entrevistadora Margi Clarke investiga hábitos sexuais de pessoas anônimas.[2]
Auge do programa
Aproveitando o sucesso de programas como Cine Privé e Madrugada Sexy, além da chegada do Sexy Hot na Sky e a Playboy TV na DirecTV via pay-per-view, em 1997, a GloboSat resolveu produzir 13 filmes eróticos em língua portuguesa. [2] Em 2005, a Globosat detectou um aumento 23% na audiência, eram 630 mil pessoas ligadas no programa a partir da meia-noite e meia aos sábados.[3][4][5]
Declínio do programa
O programa foi exibido de sem interrupções de 1991 até 2014, quando a Grupo Globo resolveu diminuir o erotismo na programação do MultiShow.[6] O canal vinha em déficit de audiência e resolveu investir em filmes mais picantes que levantaram o numero de telespectadores assistindo, porém, não agradou a cupula de executivos da emissora que ordenou que a programação se torna-se mais suave e menos erótica.[6][7]
Notas e referências
Notas
- Artigo em inglês
Referências
- «Sexo na TV». Folha de São Paulo. 5 de outubro de 1997. Consultado em 22 de fevereiro de 2022
- Mauricio Stycer (6 de junho de 1997). «Multishow vai fazer série pornô». Folha de São Paulo. Consultado em 22 de fevereiro de 2022
- Edianez Parente (21 de março de 2006). «Globosat detecta maior interesse por programação adulta». Portal Tela Viva. Consultado em 26 de fevereiro de 2022
- «Expansão erótica». Gazeta Digital. 19 de março de 2006. Consultado em 26 de fevereiro de 2022
- Diogo de Oliveira (16 de março de 2006). «Mais sexo na TV». Diário do Grande ABC. Consultado em 26 de fevereiro de 2022
- Lauro Jardim (3 de junho de 2014). «Menos erotismo». Revista Veja. Consultado em 26 de fevereiro de 2022
- «Multishow é obrigado a suavizar o erotismo na programação». Rondonia Dinâmica. 3 de junho de 2014. Consultado em 26 de fevereiro de 2022