Sujismundo
Sujismundo foi uma personagem de animação brasileira criada por Ruy Perotti e utilizada em filmes de publicidade para televisão pela ditadura militar brasileira muito popular na década de 1970.[1]
| Sujismundo | |
|---|---|
| Personagem ficcional de campanhas e jingles chamados “Povo desenvolvido é povo limpo” | |
| Criado(a) por | Ruy Perotti |
| Descrição ficcional | |
| Sexo | Masculino |
| Origem | |
| Espécie | Humano |
| Ocupação | Ensinar os maus hábitos de fazer sujeira |
| Características | Jogar lixo nas ruas e fazer bagunça por onde passava |
| Família | Madame Sujismundo/Clarimunda (esposa) Sujismundinho (filho) |
| Amigo(s) | Doutor Prevenildo |
| Aparições | |
| Primeira aparição | setembro de 1972 (1ª aparição) 1977 (2ª aparição) |
| Última aparição | novembro de 1972 (1ª aparição) 1978 (2ª aparição) |
O personagem
O boneco, criado por Ruy Perotti, conquistou a simpatia dos brasileiros, apesar de seus graves erros de conduta. Seu nome acabou virando sinônimo de porcalhão. Ele era o protagonista da campanha “Povo desenvolvido é povo limpo”, patrocinada pelo governo federal com o objetivo de melhorar os hábitos de higiene e limpeza dos brasileiros.[carece de fontes]
Sujismundo surgiu em 1972, quando o governo militar incentivava e patrocinava campanhas educativas, nos moldes de “Brasil, ame-o ou deixe-o”, “Este é um país que vai pra frente” e “Ninguém segura este país”. O personagem fazia parte justamente deste conceito. Nos comerciais, em animação, ele mostrava seus maus hábitos (como jogar lixo no chão ou espalhar objetos pelo escritório) e acabava punido.[carece de fontes]
O personagem foi ao ar em setembro de 1972, numa série de quatro filmetes, que variavam entre 60 e 90 segundos de duração, e eram exibidos na TV e no cinema. Também foram produzidos cartazes e jingles. A campanha foi retirada do ar em novembro do mesmo ano. Em 1977, Sujismundo voltou, na companhia de Sujismundinho, uma criança que abandonava os maus hábitos dos adultos mais rapidamente.[carece de fontes]
Mesmo que em 1978 o personagem fosse deixado de lado, até hoje é amado pelos brasileiros "porcalhões".[carece de fontes]
Referências
- Visão (Edições 40-52), 1982. Vision Inc.