Terno Rei
Terno Rei é uma banda de rock alternativo e indie rock formada em São Paulo em meados de 2010.[1][2]
| Terno Rei | |
|---|---|
![]() Terno Rei | |
| Informação geral | |
| Origem | São Paulo, São Paulo |
| País | Brasil |
| Gênero(s) | Rock alternativo, indie rock, rock psicodélico, dream pop |
| Período em atividade | 2010 à atualidade |
| Gravadora(s) | Balaclava Records |
| Integrantes | Ale Sater Bruno Paschoal Greg Maya Luis Cardoso |
| Página oficial | www.ternorei.com.br |
História
A Terno Rei já lançou 2 EPs, o Metrópole (2012) e Trem leva as minhas pernas (2015) e 4 álbuns, o Vigília (2014), Essa noite bateu como um sonho (2016), Violeta (2019) e Gêmeos (2022). O EP de 2015 foi o primeiro trabalho lançado junto com o selo, também paulistano, Balaclava Records – o qual o grupo faz parte. Sempre tratando de assuntos cotidianos, como relações, saudade, autoconhecimento e amadurecimento, o grupo utiliza de arranjos e solos elaborados e o uso de sintetizadores, no último trabalho, como marca de sonoridade.[3]
Bem recebido pela crítica, Violeta (2019), o terceiro álbum dos paulistanos chega com produção excepcional e como resultado de um crescente auto-conhecimento entre os integrantes.[4]
Integrantes
- Ale Sater (voz e baixo)
- Bruno Paschoal (guitarra)
- Greg Maya (guitarra)
- Luis Cardoso (bateria)
Discografia
EP
- 2012 - Metrópole
- 2015 - Trem Leva Minhas Pernas
Álbuns
- 2014 - Vigilia
- 2016 - Essa Noite Bateu Com Um Sonho
- 2019 - Violeta
- 2022 - Gêmeos
Singles
- 2015 - Trem Leva Minhas Pernas
- 2020 - Pivete (feat. Tuyo)
- 2021 - Lilás (Djavan Cover)
- 2022 - Dias da Juventude
Referências
- «Você precisa ouvir Violeta, o novo álbum da banda Terno Rei». GQ. Consultado em 28 de fevereiro de 2021
- «Crítica: "Violeta", Terno Rei». Miojo Indie. 1 de fevereiro de 2019. Consultado em 28 de fevereiro de 2021
- «Banda Terno Rei: A nova referência da cena nacional». Fala! Universidades. 5 de junho de 2020. Consultado em 28 de fevereiro de 2021
- Internet (amdb.com.br), AMDB. «Rolling Stone · Terno Rei abraça a grandiosidade e se distancia do lo-fi no disco Violeta». Rolling Stone. Consultado em 28 de fevereiro de 2021
