Torch Song
Torch Song (bra Se Eu Soubesse Amar[2][3][4], ou Se Eu Soubesse Amar...[5]) é um filme norte-americano de 1953, do gênero drama romântico-musical, dirigido por Charles Walters, com roteiro de John Michael Hayes e Jan Lustig baseado no conto "Why Should I Cry?", de I. A. R. Wylie.[1]
| Torch Song | |
|---|---|
| No Brasil |
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1953 • cor • 90 min | |
| Direção | Charles Walters |
| Produção | |
| Produção executiva | Charles Schnee[1] |
| Roteiro |
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| Baseado em | "Why Should I Cry?", de I. A. R. Wylie[1] |
| Elenco |
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| Gênero | drama romântico-musical |
| Música | Adolph Deutsch[1] |
| Cinematografia | Robert Planck[1] |
| Direção de arte | |
| Efeitos especiais | Warren Newcombe[1] |
| Figurino | Helen Rose[1] |
| Edição | Albert Akst[1] |
| Companhia(s) produtora(s) | MGM[1] |
| Distribuição | Loew's Inc.[1] |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
Sinopse
Vedete teatral de meia idade e amargurada torna-se arrogante e não poupa de suas explosões temperamentais nem mesmo o pianista cego que a acompanha. Quando encontra um homem que não se deixa humilhar, apaixona-se por ele e admite, pela primeira vez, que precisa de alguém.[2]
Prêmios e indicações
| Prêmio | Categoria | Recipientes | Resultado |
|---|---|---|---|
| Oscar 1954 | Melhor atriz coadjuvante | Marjorie Rambeau | Indicada[6] |
Elenco
| Ator/Atriz | Personagem |
|---|---|
| Joan Crawford | Jenny Stewart |
| Michael Wilding | Tye Graham |
| Gig Young | Cliff Willard |
| Marjorie Rambeau | Senhora Stewart |
| Henry Morgan | Joe Denner |
| Dorothy Patrick | Martha |
| James Todd | Philip Norton |
| Eugene Loring | Gene |
| Paul Guilfoyle | Monty Rolfe |
| Benny Rubin | Charles Maylor |
| Peter Chong | Peter |
| Maidie Norman | Anne |
| Nancy Gates | Celia Stewart |
| Chris Warfield | Chuck Peters |
| Rudy Render | Cantor na festa |
Produção

Torch Song, primeiro filme em technicolor de Joan Crawford em 25 anos de carreira,[4] marcou a volta da atriz à MGM, depois de dez anos.[7]
Recepção
Para a jornalista brasileira Dulce Damasceno de Brito, escritora especializada em cinema, Joan Crawford atua com sua "habitual maestria", mas Marjorie Rambeau lhe "rouba o filme" com sua interpretação. Ela deu ao filme cotação 3/5 ("bom").[4]
Exemplo acabado do dramalhão hollywoodiano, a película é uma das favoritas entre os fãs de filmes "incrivelmente-ruins-porém-tremendamente-divertidos".[8] Repleta de clichés, diálogos inacreditáveis e maquiagem exagerada,[8] a produção ainda mostra uma sequência "absurda"[9] com La Crawford de blackface, obviamente dublada, vestindo um figurino cafona em uma coreografia confusa.[8] Em outra sequência memorável, ela finge estar cega para melhor entender a cegueira do personagem de Michael Wilding...[10]
Referências
- «Torch Song (1953)». American Film Institute. Consultado em 24 de agosto de 2021
- «Filmes novos». Cinelândia (Ano III, n.º 32). Rio de Janeiro. 1 de março de 1954. p. 60. Consultado em 24 de agosto de 2021
- «Se Eu Soubesse Amar». Brasil: CinePlayers. Consultado em 24 de agosto de 2021
- Dulce Damasceno de Brito (20 de março de 1954). «Ante-estreia». Cine Repórter. São Paulo. p. 8. Consultado em 24 de agosto de 2021
- Wald Tower (11 de abril de 1954). «Voltam as pernas de Joan Crawford». Revista. O Jornal (Ano XXXV, n.º 10.304). Rio de Janeiro. p. 8. Consultado em 24 de agosto de 2021
- «The 26th Academy Awards (1954)». Oscars.org. Consultado em 24 de agosto de 2021
- EAMES, John Douglas, The MGM Story, Londres: Octopus Books, 1982 (em inglês)
- CRAIG, Butler. «Torch Song». AllMovie. Consultado em 21 de julho de 2015
- MALTIN, Leonard, Leonard Maltin's Movie Guide - 2011 Edition, Nova Iorque: New American Library, 2010 (em inglês)
- ERICKSON, Hal. «Torch Song». AllMovie. Consultado em 21 de julho de 2015