Torch Song

Torch Song (bra Se Eu Soubesse Amar[2][3][4], ou Se Eu Soubesse Amar...[5]) é um filme norte-americano de 1953, do gênero drama romântico-musical, dirigido por Charles Walters, com roteiro de John Michael Hayes e Jan Lustig baseado no conto "Why Should I Cry?", de I. A. R. Wylie.[1]

 Nota: Este artigo é sobre o filme com Joan Crawford. Para o filme com Alicia Silverstone, veja Torch Song (1993).
Torch Song
No Brasil
  • Se Eu Soubesse Amar...
  • Se Eu Soubesse Amar
 Estados Unidos
1953 cor •  90 min 
Direção Charles Walters
Produção
  • Henry Berman[1]
  • Sidney Franklin Jr.[1]
Produção executiva Charles Schnee[1]
Roteiro
Baseado em "Why Should I Cry?", de I. A. R. Wylie[1]
Elenco
  • Joan Crawford
  • Michael Wilding
  • Gig Young
Gênero drama romântico-musical
Música Adolph Deutsch[1]
Cinematografia Robert Planck[1]
Direção de arte
Efeitos especiais Warren Newcombe[1]
Figurino Helen Rose[1]
Edição Albert Akst[1]
Companhia(s) produtora(s) MGM[1]
Distribuição Loew's Inc.[1]
Lançamento 1 de outubro de 1953
22 de junho de 1954
Idioma inglês

Sinopse

Vedete teatral de meia idade e amargurada torna-se arrogante e não poupa de suas explosões temperamentais nem mesmo o pianista cego que a acompanha. Quando encontra um homem que não se deixa humilhar, apaixona-se por ele e admite, pela primeira vez, que precisa de alguém.[2]

Prêmios e indicações

Prêmio Categoria Recipientes Resultado
Oscar 1954Melhor atriz coadjuvanteMarjorie RambeauIndicada[6]

Elenco

Ator/Atriz Personagem
Joan Crawford Jenny Stewart
Michael Wilding Tye Graham
Gig Young Cliff Willard
Marjorie Rambeau Senhora Stewart
Henry Morgan Joe Denner
Dorothy Patrick Martha
James Todd Philip Norton
Eugene Loring Gene
Paul Guilfoyle Monty Rolfe
Benny Rubin Charles Maylor
Peter Chong Peter
Maidie Norman Anne
Nancy Gates Celia Stewart
Chris Warfield Chuck Peters
Rudy Render Cantor na festa

Produção

Louis B. Mayer e Joan Crawford na estreia do filme em Los Angeles.

Torch Song, primeiro filme em technicolor de Joan Crawford em 25 anos de carreira,[4] marcou a volta da atriz à MGM, depois de dez anos.[7]

Recepção

Para a jornalista brasileira Dulce Damasceno de Brito, escritora especializada em cinema, Joan Crawford atua com sua "habitual maestria", mas Marjorie Rambeau lhe "rouba o filme" com sua interpretação. Ela deu ao filme cotação 3/5 ("bom").[4]

Exemplo acabado do dramalhão hollywoodiano, a película é uma das favoritas entre os fãs de filmes "incrivelmente-ruins-porém-tremendamente-divertidos".[8] Repleta de clichés, diálogos inacreditáveis e maquiagem exagerada,[8] a produção ainda mostra uma sequência "absurda"[9] com La Crawford de blackface, obviamente dublada, vestindo um figurino cafona em uma coreografia confusa.[8] Em outra sequência memorável, ela finge estar cega para melhor entender a cegueira do personagem de Michael Wilding...[10]

Referências

  1. «Torch Song (1953)». American Film Institute. Consultado em 24 de agosto de 2021
  2. «Filmes novos». Cinelândia (Ano III, n.º 32). Rio de Janeiro. 1 de março de 1954. p. 60. Consultado em 24 de agosto de 2021
  3. «Se Eu Soubesse Amar». Brasil: CinePlayers. Consultado em 24 de agosto de 2021
  4. Dulce Damasceno de Brito (20 de março de 1954). «Ante-estreia». Cine Repórter. São Paulo. p. 8. Consultado em 24 de agosto de 2021
  5. Wald Tower (11 de abril de 1954). «Voltam as pernas de Joan Crawford». Revista. O Jornal (Ano XXXV, n.º 10.304). Rio de Janeiro. p. 8. Consultado em 24 de agosto de 2021
  6. «The 26th Academy Awards (1954)». Oscars.org. Consultado em 24 de agosto de 2021
  7. EAMES, John Douglas, The MGM Story, Londres: Octopus Books, 1982 (em inglês)
  8. CRAIG, Butler. «Torch Song». AllMovie. Consultado em 21 de julho de 2015
  9. MALTIN, Leonard, Leonard Maltin's Movie Guide - 2011 Edition, Nova Iorque: New American Library, 2010 (em inglês)
  10. ERICKSON, Hal. «Torch Song». AllMovie. Consultado em 21 de julho de 2015
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