Willy Verdaguer

Citado em todos os livros publicados sobre história do rock e da MPB o maestro, diretor musical, compositor, arranjador e virtuoso baixista Willy Verdaguer é referência no cenário da música instrumental brasileira. Argentino, chegou ao Brasil em 1967, como integrante dos “BEAT BOYS” quinteto de vanguarda determinante na germinação da TROPICÁLIA ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé e do Maestro Rogério Duprat. Fez o arranjo de “Alegria, Alegria” que se tornou histórico por introduzir a guitarra e o baixo elétrico na música popular brasileira. Baixista e arranjador do fenomenal SECOS & MOLHADOS em discos e shows, deixou um marco como precursor do rock brasileiro. Seus arranjos e linhas melódicas de baixo influenciam até hoje as novas gerações de músicos. ‘

Willy Verdaguer
Informação geral
Nome completo Guillermo Nicolás Verdaguer
Também conhecido(a) como Willy Verdaguer
Nascimento 21 de julho de 1945 (77 anos)
Local de nascimento Buenos Aires
 Argentina
Gênero(s) jazz
Ocupação(ões) baixista
Instrumento(s) baixo elétrico, violão, guitarra elétrica, charango, zampoña, bombo leguero, voz
Período em atividade 1960 - atualmente
Outras ocupações maestro, direção musical, arranjador
Afiliação(ões) Beat Boys
Secos e Molhados
Raíces de América
Guilherme Arantes

É fundador, diretor musical, arranjador e baixista do antológico RAÍCES DE AMÉRICA até os dias de hoje, cujos arranjos elaborados misturam instrumentos folclóricos e eletrônicos para compor um fiel mosaico da riqueza musical latina americana, com seus ritmos e timbres. O RAÍCES DE AMÉRICA tem 43 anos de carreira em 2022, 13 discos e uma memória de espetáculos inesquecíveis em todo Brasil, além de países europeus como Holanda, Bélgica e Espanha. Em 1990, compôs o musical ‘PULOMELU - A CRIAÇÃO DO MUNDO’, em parceria com David Kullock (libreto), encenada no Brasil e na Espanha, sob a sua direção e regência. Em 2000, foi diretor da orquestra e regente do musical da Broadway “RENT”. De 2003 a 2005, foi diretor da orquestra no musical “O MÁGICO DE ÓZ”, no Brasil e no Chile. Em 2006, compôs, para a National Geographic Chanel, a trilha sonora do documentário “PELOS CAMINHOS DE CHE”. É formado em Regência Orquestral na Universidade Livre de Música Tom Jobim, pelo maestro Roberto Farias. Compõe e arranja para orquestras e bandas sinfônicas. Em 2007, compôs a pocket-ópera IQUIQUE sob o libreto de Billy Bond, executada pelo Raíces de América com a Banda Sinfônica Jovem de São Paulo, a Banda Sinfônica de Cubatão e a Banda Sinfônica de Nova Odessa. Em 2008, no Memorial da América Latina, tocou suas composições e arranjos, acompanhado pela Orquestra Sinfônica Tom Jobim, com a regência do maestro Roberto Sion. Em setembro de 2009, a Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, regida por Willy, apresentou, também no Memorial da América Latina, a estreia nacional da sua obra “AS 7 MARAVILHAS DO MUNDO MODERNO”. A Banda Sinfônica de Nova Odessa executou a mesma peça, sob sua regência, em 2011.

Em 2016, o retorno da sua maior criação. Com nova formação o quinteto instrumental HUMAHUACA volta ao cenário musical. Viajando entre o rock e o jazz, do folclore ao clássico, elementos musicais em profusão se fundem nessa obra com identidade e vigor formidáveis.

Em 2019 o baixista faz o primeiro show do “Lommo ”, Banda incrível de músicos experientes que trazem aos palcos o melhor do Rock Argentino além de músicas autorais. Focada nos arranjos muito trabalhados, tanto instrumentais como vocais, “...o Lomo Plateado deixa o público mais que satisfeito com a boa onda do rock argentino atual” que vem se destacando mundo afora. junto com Fabian Famin na voz, André Perine na guitarra, Gabriel Martini na bateria e Mateus Schanoski nos teclados.


Willy Verdaguer (Buenos Aires, 21 de julho de 1945) é um baixista e maestro argentino, radicado no Brasil desde 1967, e mais conhecido por seu trabalho com os Beat Boys e nos dois clássicos albums do grupo Secos e Molhados.

Em carreira solo, possui dois discos.[1]

Com o guitarrista Luis Sérgio Carlini (ex-banda Tutti Frutti), faz parte da banda de Guilherme Arantes[2].

Discografia

Solo

  • Humahuaca (como "Verdaguer") (1994)
  • Informal (2003)

Secos & Molhados

João Ricardo

RAICES DE AMÉRICA:

  • *Raíces de América (1980)

Gravadora: Eldorado

  • Raíces de América Volume II (1981)

Gravadora: Eldorado

  • Metal na Pedra (1982)

Gravadora: Eldorado

  • Dulce América (1985)

Gravadora: Eldorado

  • Fruto do Suor (1987)

Gravadora: Eldorado

  • Amazonia (1990)

Gravadora: Copacabana

  • 25 Anos de Raíces de América (2004)

Gravadora: Devil Discos

  • Soy Loco Por Ti AméricaOs Anos Eldorado (2006)

O disco compila os sucessos do grupo registrados pela

gravadora Eldorado, entre os anos de 1980 e 1988, seu

período de maior projeção dentro da música brasileira.

Gravadora: Eldorado

  • Fruto do Suor (1982)

Gravadora: Eldorado

A. FRUTO DO SUOR (Tony Osanah/Enrique Bergen)

B. O QUE SERÁ (Chico Buarque - Versión en español: Daniel Viglietti)

Referências

Ligações externas

  1. https://www.discogs.com/artist/2035590-Willy-Verdaguer
  2. «Guilherme Arantes - Shows». www.lancelegal.net. Consultado em 29 de outubro de 2018
This article is issued from Wikipedia. The text is licensed under Creative Commons - Attribution - Sharealike. Additional terms may apply for the media files.