Aldo Rossi
Aldo Rossi (Milão, 3 de maio de 1931 — Milão, 4 de setembro de 1997) foi um arquiteto e teórico da arquitetura italiano.[1] Aldo Rossi ficou conhecido pelo uso de formas puras: cubos, esferas, cones etc. Seus principais livros foram: A Arquitetura da Cidade e Autobiografia Científica. Esse último foi escrito praticamente dentro de um hospital, onde passou vários meses, após sofrer um acidente.
| Aldo Rossi | |
|---|---|
![]() Aldo Rossi | |
| Nascimento | 3 de maio de 1931 Milão |
| Morte | 4 de setembro de 1997 (66 anos) Milão |
| Cidadania | Itália, Reino de Itália, Itália |
| Alma mater | |
| Ocupação | arquiteto, designer, urbanista, roteirista, professor universitário |
| Prêmios | Prêmio Pritzker (1990) |
| Empregador | Politecnico di Milano |
| Obras destacadas | Teatro La Fenice, Teatro Carlo Felice, Bonnefantenmuseum, Monte Amiata Housing |
| Movimento estético | arquitetura pós-moderna |
Para referir-se a uma espécie de construção, Rossi usou a expressão genius loci, citada em A Arquitetura da Cidade, a propósito das construções romanas. Os antigos romanos entendiam que um edifício só deveria ser construído se o local a ele destinado estivesse sob a protecção do genius loci - a divindade ou o espírito do lugar.[1]
Em 1990 tornou-se o primeiro italiano a quem foi atribuído o Prêmio Pritzker pelo conjunto de sua obra.[1]
Arquétipos
Aldo Rossi desenvolveu uma concepção totalmente nova da cidade em relação à ideia de Le Corbusier, uma ideia que dominou todo o início de 1900: Rossi a via como a soma de todas as épocas, de todos os estilos arquitetônicos presentes para então. Não conseguindo “romper” totalmente com o passado como fizeram os arquitetos do Estilo Internacional, viu-se, portanto, obrigado a fazer sua construção “orgânica” dentro da cidade.
Sua solução foi o uso de Arquétipos. São formas recorrentes na história da arquitetura, formas que constituem uma verdadeira referência à cidade existente, tornando o resultado ao mesmo tempo inovador e tradicional. Rossi usou muitos arquétipos ao longo de sua carreira e sua beleza está no fácil reconhecimento por todos, tanto pelo especialista quanto pelo garotinho.[2][3][4]
Galeria
Bonnefantenmuseum, em Maastricht, Países Baixos
Portal de entrada. Schützenstraße, Berlim
Showroom, Tóquio

Publicações
- L'architettura della città, Padova: Marsilio 1966; n. ed. Macerata: Quodlibet 2011.
- Scritti scelti sull'architettura e la città: 1956-1972, a cura di R. Bonicalzi, Milano: CLUP, 1975; n. ed. Macerata: Quodlibet 2012.
- Autobiografia scientifica, Parma: Pratiche, 1990; n. ed. Milano: Il Saggiatore 2009.
| Precedido por Frank Gehry |
Prêmio Pritzker 1990 |
Sucedido por Robert Venturi |
Referências
- John Zukowsky (29 de abril de 2021). «Aldo Rossi». Enciclopédia Britannica. Consultado em 6 de maio de 2021
- Vittorio Savi, L'Architettura di Aldo Rossi, FrancoAngeli Edizioni, Milano, 1975.
- Francesco Moschini, Aldo Rossi Progetti e disegni 1962-1979, Edizioni Centro Di, Firenze settembre 1979. Coedizioni internazionali Rizzoli New York, Academy Edition London, L'equerre Paris, Xarait Madrid.
- (EN) Panayotis Pangalos, The significance of time in architecture of Aldo Rossi, ed. Gutenberg, Athens, 2012.
