Born to Be Bad
Born to Be Bad (br.; Alma sem pudor / pt.: A deusa do mal) é um filme de drama noir estadunidense de 1950, dirigido por Nicholas Ray para a RKO Radio Pictures. O roteiro é baseado no romance All Kneeling de Anne Parrish (1928) [1].
| Born to Be Bad | |
|---|---|
| A deusa do mal (PRT) Alma sem pudor (BRA) | |
![]() Born to Be Bad | |
1950 • p&b • 94 min | |
| Direção | Nicholas Ray Fred Fleck (assistente) |
| Produção | Robert Sparks |
| Roteiro | Charles Schnee (roteiro) Edith R. Sommer(roteiro) Anne Parrish (livro) |
| Elenco | Joan Fontaine Robert Ryan Zachary Scott |
| Gênero | drama noir |
| Música | Frederick Hollander |
| Idioma | inglês |
Elenco
- Joan Fontaine...Christabel Caine Carey
- Robert Ryan...Nick Bradley
- Zachary Scott...Curtis Carey
- Joan Leslie...Donna Foster
- Mel Ferrer...Gabriel 'Gobby' Broome
- Harold Vermilyea...John Caine
- Virginia Farmer...Tia Clara Caine
- Kathleen Howard...Madame Bolton
- Bess Flowers...Madame Worthington
Sinopse
Christabel Caine é uma órfã que viveu a infância com sua humilde Tia Clara numa pequena cidade do interior da Califórnia. Quando a menina cresce, Clara conversa com um parente, o editor e também tio de Christabel John Caine de São Francisco, e ele concorda em dar um emprego para a sobrinha assim que ela terminar de cursar a faculdade. Christabel ficará no lugar da eficiente secretária de John, Donna Foster, que está para se casar com o milionário Curtis Carey. Enquanto estuda, Christabel divide o apartamento com Donna e conhece o noivo e alguns amigos dela, o pintor Gabriel 'Gobby' Broome e o escritor Nick Bradley. Christabel e Nick se apaixonam mas ela aos poucos se revela uma grande manipuladora psicológica cujo objetivo é roubar o noivo milionário de Donna.
Recepção
O crítico de cinema Dennis Schwartz elaborou uma resenha mista, escrevendo (tradução livre/aproximada como as demais): "Nicholas Ray (Rebel Without a Cause/Johnny Guitar) desceu alguns níveis da sua obra ilustre ao aceitar dirigir esse melodrama pobre mas elegantemente divertido. É aceitável como um filme rotineiro de Hollywood sobre uma mulher normal às voltas com a maldosa alpinista social Christabel Caine (Joan Fontaine) ... Se move em círculos de banalidades melodramáticas com resultados previsíveis; mas Ray mantém todas as maldades a pleno vapor, desenhando assim uma pintura feia sobre estados de rupturas emocionais da vida em sociedade. Fontaine tem um desafio ao mudar da usual imagem de "boa" heroína[2].
Outro crítico, Craig Butler, deixou de lado a desconfiança ao assistir o filme, escrevendo:"Apesar de dificilmente poder ser considerado um grande filme, Born to Be Bad possui bastante diversão – se estiver disponível para um mal-intencionado, risível, exagerado melodrama. Bad tem pouco tempo a perder com sutilezas; está muito mais concentrado em celebrar sua protagonista "menina má" e na apresentação de seu melodrama da forma mais operística possível ... Felizmente, as preocupações artísticas são deixadas para trás em Bad. É realmente o tipo de filme que se deve sentar, deixar questões de arte de lado e apenas desfrutar de sua diversão exagerada"[3].
Referências
- AFI film|id=26241|title=Born to Be Bad. Acessado: 6 de agosto de 2013
- Schwartz, Dennis. Ozus' World Movie Reviews, resenha de cinema, 29 de dezembro de 2004. Acessado: 10 de julho de 2013
- Butler, Craig. All Movie by Rovi, resenha de filmes. Acessado: 10 de julho de 2013
Ligações externas
- Born to Be Bad. no IMDb.
- Born to Be Bad site informativo e resenha do DVD de DVD Beaver (inclui imagens)
