Carlos Andreazza
Carlos Lomba Andreazza (Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1980) é um jornalista, radialista, comentarista e editor[1] brasileiro.
| Carlos Andreazza | |
|---|---|
| Nome completo | Carlos Lomba Andreazza |
| Nascimento | 8 de fevereiro de 1980 (42 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Ocupação | Jornalista, radialista, comentarista e editor |
| Alma mater | PUC-RJ |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Atividade | 2004–presente |
| Trabalhos notáveis | CBN O Globo BandNews FM Jovem Pan Editora Record |
Colunista do jornal O Globo, é âncora da Rádio CBN desde fevereiro de 2021.[2]
Entre 2012 e 2021, Andreazza trabalhou na Editora Record como editor-executivo de ficção nacional e de não ficção brasileira e estrangeira, responsável pela publicação de obras de Olavo de Carvalho e outros representantes da nova direita do Brasil.[3][4][5]
Ele é neto de Mário Andreazza, ministro dos transportes durante a ditadura militar brasileira, e afirma nutrir grande admiração pelo avô.[3]
Referências
- Bruno, Neila Brasil (4 de março de 2020). «PROFISSÃO ESCRITOR: A trajetória literária de Adriana Lisboa (um estudo de caso)».
Um fato importante a ser notado no depoimento de Andreazza é que ele passará a investir no escritor se este se revelar rentável para a editora: se o seu primeiro livro se pagar, “imediatamente abre portas para o próximo”. Isso mostra como a relação entre escritor e editor pode ser extremamente objetiva e material, pois, segundo o editor “é o conjunto da operação que é lucrativa para nós”.
- «Jornalista e editor Carlos Andreazza passa a integrar time de âncoras da CBN». cbn.globoradio.globo.com. Consultado em 11 de janeiro de 2021
- «Editor de nomes conservadores, Carlos Andreazza se firma como voz dissonante do mercado de livros». O Globo. 31 de julho de 2015. Consultado em 4 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 11 de abril de 2020
- Silva, Leonardo Nóbrega da (2018). «O mercado editorial e a Nova Direita brasileira». Teoria e Cultura. 13 (2). ISSN 2318-101X. doi:10.34019/2318-101X.2018.v13.12430.
“o que fizemos foi dar um tratamento pop ao autor. Nós hypamos o Olavo, desde a escolha do título até a capa”
- Rocha, Camila (5 de fevereiro de 2019). «\'Menos Marx, mais Mises\': uma gênese da nova direita brasileira (2006-2018)». doi:10.11606/t.8.2019.tde-19092019-174426
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