Celso Freitas
Celso Freitas (Criciúma, 18 de setembro de 1953) é um jornalista televisivo brasileiro.
| Celso Freitas | |
|---|---|
![]() Celso Freitas Foto:Geraldo Magela/Agência Senado. | |
| Nome completo | Celso Freitas |
| Nascimento | 18 de setembro de 1953 (69 anos) Criciúma, SC |
| Residência | São Paulo, SP |
| Ocupação | Jornalista |
| Cônjuge | Suely de Freitas |
| Nacionalidade | brasileiro |
Biografia
Formou-se em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (FCL), iniciou sua carreira no rádio, em Santa Catarina, no início da década de 1970, aos 16 anos. Servindo na Polícia do Exército, em Brasília, chamou atenção pela sua voz e foi, por meio de um coronel do exército, convidado para apresentar a parte local do Jornal Nacional. Ficou em Brasília até 1976, quando foi transferido para a sucursal paulista da emissora, apresentando os blocos locais do Jornal Nacional e do Jornal Hoje.
Em 1983, é chamado para substituir Sérgio Chapelin, que aceitara convite do SBT, apresentando o Jornal Nacional juntamente com Cid Moreira até 1989, quando Sérgio volta ao JN e Celso passa a apresentar o Fantástico e o Globo Repórter, este último já apresentado temporariamente por ele várias vezes.
Na década de 1990, mostra ser um profissional multimédia antenado com os avanços da tecnologia, desenvolvendo soluções de comunicação empresarial na criação, apresentação e produção, paralelamente à carreira de apresentador da Rede Globo. Produz programas como o Hipermídia, exibido pelo canal GNT, um dos primeiros a tratar da informática de maneira descomplicada. Outro programa de sucesso produzido por Celso é o Tribos e Trilhas, em parceria com a repórter Neide Duarte, exibido na TV Cultura. Na mesma época, torna-se a "voz-padrão" da rádio CBN, permanecendo no cargo até sua mudança para a Rede Record.
Fica nas bancadas do Fantástico e do Globo Repórter até 1996, quando passa a apresentar vários programas da recém-criada GloboNews, como o Arquivo N e o Via Brasil. Em 1998, substitui o ator Tony Ramos na bancada do programa interativo Você Decide, na qual permanece até meados de 1999. Desde então, sua presença na Rede Globo diminuiu bastante. Celso passou a fazer locuções para o Fantástico e a apresentar o Globo Repórter nas folgas de Sérgio Chapelin, além de gravar alguns discos com trechos da Bíblia, com Cid Moreira. Ainda na Rede Globo, Celso fez um documentário sobre a memória de Roberto Marinho, morto em 2003.
Em abril de 2004, aceita convite da Rede Record para apresentar o Domingo Espetacular, programa similar ao Fantástico, no qual permanece até janeiro de 2006, quando passa a apresentar o Jornal da Record, num novo formato similar ao JN apresentado por Celso durante tanto tempo. Paralelamente ao Jornal da Record, Celso também apresentou, até 2009, o Repórter Record e o Entrevista Record - Bastidores da Notícia, na Record News, até 2012.
Em 2013, envolveu-se em polêmica após gravar vídeo institucional para a Telexfree, e ter sua imagem ostensivamente utilizada em divulgações do esquema.[1] Além do Jornal da Record, Celso também apresentou de 11 de janeiro de 2015 a 16 de abril de 2017, o programa jornalístico Repórter em Ação.[2]
Vida pessoal
É casado com a administradora Suely, mãe de sua filha Juliana. Ele também é pai de Marcelo, Renato e Luiz Celso, do primeiro casamento, quando ainda tinha 18 anos.[3] O filho Marcelo Freitas faleceu em 20 de agosto de 2018, aos 45 anos, vítima de infarto.[4]
Fonte
Livro: Jornal Nacional: 15 Anos de História, publicado pela Rede Globo em 1984.
Referências
- Da redação (30 de julho de 2013). «Telexfree usa imagem de jornalista Celso Freitas para atrair clientes». Economia. UOL. Consultado em 27 de outubro de 2022
- Da redação (7 de janeiro de 2015). «Conheça o programa Repórter em Ação». R7. Consultado em 27 de outubro de 2022
- Túlio Nassif. «Celso Freitas - Que Fim Levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 21 de fevereiro de 2017
- Da redação (21 de agosto de 2018). «Vinhedo: Ilustre vinhedense Marcelo Freitas morre nesta madrugada». Folha Notícias. Facebook. Consultado em 2 de setembro de 2018
| Precedido por Sérgio Chapelin |
Apresentação do Jornal Nacional 1983–1989 |
Sucedido por Sérgio Chapelin |
| Precedido por Carlos Campbell |
Apresentação do Globo Repórter 1989–1995 |
Sucedido por Sérgio Chapelin |
| Precedido por Cid Moreira Sérgio Chapelin |
Apresentação do Fantástico 1990–1996 |
Sucedido por Pedro Bial |
| Precedido por — |
Apresentação do Via Brasil 1996–2004 |
Sucedido por Vanessa Riche |
| Precedido por — |
Apresentação do Domingo Espetacular 2004–2006 |
Sucedido por Paulo Henrique Amorim |
| Precedido por Boris Casoy |
Apresentação do Jornal da Record 2006–atual |
Sucedido por — |
