Chapada Diamantina
A Chapada Diamantina é uma região de serras situada no centro do estado brasileiro da Bahia, caracterizada tanto como formação geológica, como divisão administrativa.[1]:302 Diferentes divisões homônimas e interseccionadas delimitam sua área - o Território de Identidade Chapada Diamantina é composto por 24 municípios,[2] enquanto a Região Econômica Chapada Diamantina abrange 29 municípios.[3] A região conta com diversas áreas protegias, como o Parque Nacional da Chapada Diamantina, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); o Parque Estadual do Morro do Chapéu, a Área de Proteção Ambiental Marimbus-Iraquara, a Área de Proteção Ambiental da Serra do Barbado, e a Área de Proteção Ambiental Gruta dos Brejões - Vereda do Romão Gramacho.
| Chapada Diamantina | |
|---|---|
| — chapada — | |
![]() Chapada Diamantina | |
| Localização | |
| Localização da Chapada Diamantina na Bahia | |
| Coordenadas | |
| Continente | América |
| País | Brasil |
| Localização | Bahia |
| Características gerais | |
| Cordilheira | serras e planaltos do Leste e do Sudeste |
| Banhado(a) por | |
| Dimensões | |
| Altitude máxima | 1109 m |
| Área | 41 751 km² |
É na Chapada Diamantina que nascem quase todos os rios das bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do Rio de Contas. Estas correntes de águas brotam nos cumes e deslizam pelo relevo em belos regatos, despencam em borbulhantes cachoeiras e formam transparentes piscinas naturais. Na região estão situados também as maiores altitudes da Região Nordeste do Brasil: o Pico do Barbado, com 2033 metros, Pico do Itobira e o Pico das Almas.[4][5][6] A formação geográfica faz parte do conjunto de serras e planaltos do Leste e do Sudeste do relevo brasileiro[7] e constitui-se como prolongamento da Serra do Espinhaço, portanto, é um escudo cristalino formado no Pré-Cambriano. A vegetação é exuberante, composta de espécies da caatinga semiárida e da flora serrana, com destaque para as bromélias, orquídeas e sempre-vivas.
Os 24 municípios que compõem o Território de Identidade Chapada Diamantina são: Abaíra, Andaraí, Barra da Estiva, Ibitiara, Itaeté, Marcionílio Souza, Morro do Chapéu, Novo Horizonte, Palmeiras, Rio de Contas, Seabra, Souto Soares, Tapiramutá, Utinga, Wagner, Boninal, Bonito, Ibicoara, Iraquara, Jussiape, Lençóis, Mucugê, Nova Redenção e Piatã.[8] Sua população total no censo de 2010 era de 359.677 habitantes, sendo Seabra, Morro do Chapéu e Iraquara os três municípios mais populosos.[9]:13-14
Geologia

A Chapada Diamantina é uma chapada limitada por penhascos de 41.751 quilômetros quadrados localizada na Bahia central. As rochas da Chapada Diamantina fazem parte da unidade geológica conhecida como Supergrupo Espinhaço, que tomou este nome por ocorrer na serra do Espinhaço, no estado de Minas Gerais. Apresenta-se em geral como um altiplano extenso, com altitude média entre 800 e 1.200m acima do nível do mar.[10]
As montanhas mais altas do Nordeste brasileiro estão na Chapada Diamantina: o Pico do Barbado com 2.033 metros, o Pico do Itobira com 1.970 metros e o Pico das Almas com 1.958 metros. As serras que compõem a Chapada Diamantina são as divisoras de águas entre a bacia do rio São Francisco (rios S. Onofre, Paramirim) e os rios que deságuam diretamente no oceano Atlântico, como o Rio de Contas e o rio Paraguaçu.[10]
O parque nacional situa-se na Serra do Sincorá, no leste do planalto, uma área de estruturas fortemente erodidas. A cordilheira é alongada na direção norte-sul e tem uma largura média de 25 quilômetros.[11] Ouro e diamantes foram encontrados na cordilheira.[11]
As correntes de ar úmido que se movem a oeste do mar para cima faz com que os níveis de precipitação fiquem mais elevados, especialmente no leste.[10] Existem muitos sistemas de cavernas formadas pelos rios da região.[12] A Gruta da Lapa Doce, por exemplo, possui 24 quilômetros de extensão.[13] Alguns locais apresentam um grande número de pinturas rupestres, como a área abrangida pela Formação Morro do Chapéu.[14]
Formação
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A Chapada Diamantina nem sempre foi uma imponente cadeia de serras. Há cerca de 1 bilhão e 700 milhões de anos, iniciou-se a formação da bacia sedimentar do Espinhaço, a partir de uma série de extensas depressões que foram preenchidas com materiais expelidos de vulcões, areias sopradas pelo vento e cascalhos caídos de suas bordas. Sobre essas depressões depositaram-se sedimentos em uma região em forma de bacia, sob a influencia de rios, ventos e mares. Posteriormente, aconteceu um fenômeno chamado soerguimento, que elevou as camadas de sedimentos acima do nível do mar, pressionada pela força epirogenética, tendo aos pouco um sofrível erguimento ao longo de milhões de anos.[carece de fontes]
As inúmeras camadas de arenitos, conglomerados, e calcários, hoje expostas na Chapada Diamantina, representam os depósitos sedimentares primitivos; a paisagem atual é o produto das atividades daqueles agentes ao longo do tempo geológico. Nas ruas e calçadas das cidades da Chapada, lajes de superfícies onduladas revelam a ação dos ventos e das águas que passavam sobre areais antigos.[carece de fontes]
Biodiversidade

Há poucos grandes mamíferos, mas muitas espécies de pequenos mamíferos, répteis, anfíbios, aves e insetos.[12] A proteção de aves na reserva incluem gavião-pombo-pequeno (Buteogallus lacernulatus), águia-cinzenta (Buteogallus coronatus), borboletinha-baiana (Phylloscartes beckeri), tiriba-grande (Pyrrhura cruentata) e joão-baiano (Synallaxis whitneyi).[15] Outras espécies protegidas incluem o guigó (Callicebus barbarabrownae), onça-parda (Puma concolor), onça-pintada (Panthera onca), gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus), tatu-canastra (Priodontes maximus) e tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla).[15]
A vegetação plantas típicas da caatinga, como xerófitas em altitudes de cerca de 500 a 900 metros, vegetação de Mata Atlântica ao longo dos cursos de água, além de prados e campos rupestres mais acima. A flora endémica incluem Adamantinia miltonioides, Cattleya elongata, Cattleya tenuis, Cattleya x tenuata, Cleites libonni e Cleistes metallina. O beija-flor Augastes lumachellus é endêmico.[10]
Áreas protegidas
Parque Nacional da Chapada Diamantina
| Parque Nacional da Chapada Diamantina | |
|---|---|
| Categoria II da IUCN (Parque Nacional) | |
![]() Chapada Diamantina | |
| Localização | Bahia, Brasil |
| Localidade mais próxima | Lençóis |
| Dados | |
| Área | 1 521,41 km² (parque nacional) |
| Criação | 17 de setembro de 1985 (37 anos) |
| Gestão | ICMBio |
| Coordenadas | |
![]() Parque Nacional da Chapada Diamantina |
|
O Parque Nacional da Chapada Diamantina foi criado em 17 de setembro de 1985 através do decreto federal 91.655,[16] com uma área de 152 mil hectares na região da Chapada Diamantina, distribuído pelos municípios de Andaraí, Ibicoara, Iramaia, Itaetê, Lençóis, Mucugê e Palmeiras.[10][17] É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e localiza-se entre as coordenadas geográficas 41º35’-41º15’ de Longitude Oeste e 12º25’-13º20’ de latitude Sul.[15][17]
O parque fica no bioma caatinga e abrange 152.142 hectares (375.950 acres), e é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.[15] O parque fica em parte da Chapada Diamantina, em um planalto delimitado por falésias de 41.751 quilômetros quadrados no centro da Bahia. As altitudes no planalto geralmente variam de 500 a 1.000 metros. Nas partes mais montanhosas existem vários picos de 1.600 a 1.800 metrose alguns com mais de 2.000 metros. O planalto forma um divisor de águas, desaguando de um lado no rio São Francisco e do outro nos rio Paraguaçu.[10]
O parque fica na acidentada Serra do Sincorá, a leste do planalto, uma área de estruturas dobradas e fortemente erodidas. A cordilheira é alongada na direção norte-sul e tem uma largura média de 25 quilômetros (16 milhas).[3] O ponto mais alto do estado fica no parque, o Pico do Barbado, com 2.036 metros de altura. Tanto ouro quanto diamantes foram encontrados na região.[11] A cordilheira força o ar úmido movendo-se para o oeste do mar para cima, o que causa níveis mais altos de chuva, particularmente no leste.[10] Existem muitos sistemas de cavernas formadas pelos rios da região.[12]
O turismo ecológico consciente dá à Chapada as melhores características de um polo de lazer que preserva a natureza. O acesso é feito por diversas entradas sem registros precisos sobre visitações. Ainda assim o ICMBio afirma que a Cachoeira da Fumaça e a Trilha dos Aleixos, onde há controle de acesso, superem os 25 mil e 15 mil visitantes anuais, respectivamente. Destacam-se também a visitação pela trilha do Vale do Pati e em direção à Cachoeira do Sossego.[17] Os principais problemas da administração do parque são os incêndios florestais, a regularização fundiária e o controle de visitantes, uma vez que põem em risco a diversidade biológica, atração turística e o abastecimento de água de Salvador por meio do Rio Paraguaçu.[17]
O parque é classificado como categoria de área protegida II (parque nacional) da IUCN e tem o objetivo de preservar ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a pesquisa científica, educação ambiental, lazer ao ar livre e ecoturismo.[10] As aves protegidas na reserva incluem: Buteogallus lacernulatus; Buteogallus coronatus; Phylloscartes beckeri; Pyrrhura cruentata; Synallaxis whitneyi.[15] Outras espécies protegidas incluem: Callicebus barbarabrownae, Puma concolor, Panthera onca, Leopardus tigrinus, Priodontes maximus) e Myrmecophaga tridactyla.[15]
Parque Estadual do Morro do Chapéu
| Parque Estadual do Morro do Chapéu | |
|---|---|
| Parque estadual | |
![]() Chapada Diamantina | |
| Localização | Morro do Chapéu, Bahia |
| País | |
| Dados | |
| Área | 46 000 ha |
| Criação | 17 de agosto de 1998 (24 anos) |
O Parque Estadual do Morro do Chapéu é um parque estadual no estado da Bahia que protege uma área do bioma caatinga que abriga interessantes formações geológicas e pinturas rupestres pré-históricas.[14][18] As pinturas das grutas dos Brejões, Boa Esperança, Igrejinha e Cristal exigem proteção especial.[19] O parque fica no município de Morro do Chapéu, Bahia e tem uma área de 46.000 hectares (110.000 acres).[20] O parque fica em um trecho da Chapada Diamantina de grande beleza cênica e potencial turístico.[21] O parque contém sub-bacias dos rios Salitre, Jacaré, Utinga e Jacuípe. Estes, por sua vez, alimentam os rios Paraguaçu e São Francisco.[22] Foram catalogadas 543 nascentes importantes e o local tem potencial para funcionar como um geoparque.[19]
O Parque Estadual do Morro do Chapéu foi criado pelo decreto 23.682 de 12 de dezembro de 1973, mas nenhuma providência foi tomada para sua implantação. Em 1985, foi realizado um evento de preservação da natureza promovido pelo município de Morro do Chapéu e pelo departamento de planejamento do estado, que pedia providências para a implantação do parque. O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) apresentou em dezembro de 1995 um relatório que incluía planos de infraestrutura e pontos turísticos, além de fornecer informações ambientais, fatores de risco e estudos espeleológicos e arqueológicos. Com base nisso, o departamento de fomento florestal do estado reabriu a questão da área do parque e encomendou um estudo sobre alternativas para a localização do parque.[23]
O parque foi recriado pelo decreto estadual 7.413 de 17 de agosto de 1998[24] para proteger espécies de animais raros e ameaçados de extinção, a vegetação no ecótono onde o cerrado e a caatinga se encontram e proteger os sítios arqueológicos.[21] Em 2008, a pedido da secretaria estadual do meio ambiente, uma equipe da Universidade Estadual de Feira de Santana concluiu o estudo de um novo polígono para definir a área do parque. A partir de 2011, os problemas foram causados pela abertura de uma estrada dentro do parque, caça, desmatamento, extração de madeira e total falta de vigilância, principalmente no oeste do parque. Os proprietários de terras ainda não foram indenizados.[23]
O Decreto 12.744 de 12 de abril de 2011 extinguiu o parque, mas a promotoria estadual emitiu rapidamente uma recomendação detalhando as razões legais pelas quais o parque deveria ser preservado. Em 3 de maio de 2011, o governador Jaques Wagner assinou o decreto 12.810, que cancelou o decreto 12.744 e deu à Secretaria do Meio Ambiente (Sema) 90 dias para elaborar estudos técnicos ambientais, levantamentos fundiários e uma proposta de regularização fundiária.[19] Em 2016, a propriedade da terra ainda não havia sido totalmente regularizada.[18]
A vegetação é predominantemente do bioma caatinga, com destaque para orquídeas, bromélias e cactos. Áreas com vegetação arbustiva e herbácea formam jardins naturais em afloramentos rochosos. Existem também áreas de dunas. A presença de grandes felinos mostra o alto grau de conservação. As ameaças incluem desmatamento, queimadas, mineração de areia, caça predatória e posseiros.[18] Em 2012, ambientalistas expressaram preocupação com o impacto da construção de turbinas eólicas nas proximidades. A área é ideal para parques eólicos, com ventos fortes e consistentes canalizados pelas colinas. No entanto, a construção de estradas e trilhas e explosões para construir as fundações podem expulsar a população de pumas. Os contra-argumentos avançados pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) são que há provas de que os animais selvagens retornam e com métodos modernos que a vegetação se recupera rapidamente, e o aumento da vigilância do parque impedirá a caça, extração ilegal de madeira e mineração de areia.[22]
Área de Proteção Ambiental Marimbus-Iraquara

A Área de Proteção Ambiental Marimbus-Iraquara é uma área de proteção ambiental localizada na Chapada Diamantina, cuja área abrange partes dos municípios de Lençóis, Andaraí, Palmeiras, Iraquara e Seabra.[25] Foi criada pelo decreto estadual nº 2 216, de 14 de junho de 1993 e regulamentada pela resolução CEPRAM nº 1.440 de 20 de junho de 1997, como "instrumento de conservação dos diversos ecossistemas existentes dentro de seu limite" além de aspectos culturais oriundos do "conhecimento e culturas populares" de seus moradores.[25]
Sua área total é de 125.400 hectares, ocupando terras de cinco municípios no centro do estado; além de proteger espécies endêmicas como o beija-flor-de-gravatinha-vermelha, o objetivo é enfrentar problemas como as queimadas, desmatamento, dejetos, turismo predatório, garimpo, etc.[25] Situada fazendo limite a sul e leste com o Parque Nacional da Chapada Diamantina, nela estão situadas grandes atrações turísticas do centro da Chapada, como o Morro do Pai Inácio e o o Morro do Camelo, o chamado "pantanal da Bahia" - pantanal de Marimbus, grutas como a Pratinha e a Lapa Doce com inscrições rupestres, e poços e cachoeiras como o Poço do Diabo e a Cachoeira do Mosquito, além da cidade histórica de Lençóis.[25]
Ver também
Referências
- Maria Medrado Nascimento (2019). CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO: O CASO DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS DO PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DIAMANTINA (PDF). Tempos Históricos (Tese de doutorado). 23. 299-327. ISSN 1983-1463
- «Território da Chapada». Consultado em 2 de abril de 2015. Arquivado do original em 30 de setembro de 2015
- «REGIÕES ECONÔMICAS - ESTADO DA BAHIA - 2015» (PDF). Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia - Secretaria de Planejamento - Governo do Estado. 2015
- «Chapada Diamantina». www.chapadadiamantina.com.br. Consultado em 8 de agosto de 2016
- «Aventuras ECO: Pico do Barbado/Itobira». www.aventuraseco.com.br. Consultado em 8 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2016
- «Incêndio atinge área da Bahia com pico mais alto do nordeste do país». 21 de setembro de 2012. Consultado em 8 de agosto de 2016
- «Untitled Document». www.editoranacional.com.br. Consultado em 8 de agosto de 2016
- «Território da Chapada». Consultado em 2 de abril de 2015. Arquivado do original em 30 de setembro de 2015
- «Municípios que compõem o Território da Chapada Diamantina» (PDF). Consultado em 27 de novembro de 2016. Arquivado do original (PDF) em 18 de junho de 2022
- Unidade de Conservação ... MMA.
- Chapada Diamantina National Park – Bahia Guide.
- Saulo Queiroz da Fonseca.
- Roseli Senna Ganem; Maurício Boratto Viana (2006). «HISTÓRIA AMBIENTAL DO PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DIAMANTINA/BA» (PDF). Biblioteca Digital da Câmara dos Deputados. 19
- Elba Moraes Rêgo Töth (1997). «CHAPADA DIAMANTINA: ROCHAS PRÉ-CAMBRIANAS E PINTURAS RUPESTRES DO HOMEM PLEISTOCÊNICO». Universidade Federal de Pernambuco. CLIO – Arqueológica. 12. 194. ISSN 2448-2331
- Parna da Chapada da Diamantina – Chico Mendes.
- «DECRETO Nº 91.655, DE 17 DE SETEMBRO DE 1985». Câmara dos Deputados
- Hermes, Miriam (16 de setembro de 2016). «Parque Nacional da Chapada faz 31 anos». A Tarde. Consultado em 23 de setembro de 2016
- Parque Estadual do Morro do Chapéu – INEMA.
- Anulado decreto que extinguiu o Parque ...
- PES Morro do Chapéu – ISA, Informações gerais.
- PES Morro do Chapéu – ISA, Características.
- Calheiros 2012.
- Barbosa 2011.
- PES Morro do Chapéu – ISA, Historico Juridico.
- Institucional. «APA Marimbus / Iraquara». INEMA. Consultado em 25 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2019
= Bibliografia
- Leite, M. (2007): Brasil, Paisagens Naturais. São Paulo: Editora Ática. ISBN 978850810863-3
- «Chapada Diamantina National Park», Bahia Guide, consultado em 4 de maio de 2016, cópia arquivada em 17 de maio de 2016
- «Chapada Diamantina National Park», ichapada, consultado em 4 de maio de 2016
- Parna da Chapada da Diamantina, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, consultado em 4 de maio de 2016
- Saulo Queiroz da Fonseca, «Parque Nacional», Astrotown.de, consultado em 1 de novembro de 2016
- Unidade de Conservação: Parque Nacional da Chapada Diamantina, MMA: Ministério do Meio Ambiente, consultado em 4 de maio de 2016
- Anulado decreto que extinguiu o Parque Estadual Morro do Chapéu, Ministério Público do Estado da Bahia, 3 de maio de 2011, consultado em 22 de janeiro de 2017
- Barbosa, Ademário (28 de abril de 2011), «Breve Histórico do Parque Estadual de Morro do Chapéu - Bahia», Geografia do Piemonte, consultado em 22 de janeiro de 2017
- Calheiros, Celso (11 de abril de 2012), «Energia eólica entra em choque com a conservação na Bahia», O Eco, consultado em 22 de janeiro de 2017
- Parque Estadual do Morro do Chapéu, INEMA: Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, consultado em 22 de janeiro de 2017
- PES Morro do Chapéu, ISA: Instituto Socioambiental, consultado em 21 de janeiro de 2017
Ligações externas
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