Ciferal

A Ciferal (sigla para Comércio e Indústria de Ferro e Alumínio) é uma encarroçadora de ônibus brasileira. A empresa foi fundada primeiramente em 1955, se instalando na época em Ramos, na cidade do Rio de Janeiro e, em 1992, transferiu-se para Xerém, no município de Duque de Caxias. Em 2001 foi adquirida pela empresa Marcopolo,[1] que a transformou numa das maiores unidades de fabricação de ônibus da empresa para todo o Brasil, com ênfase na produção de veículos urbanos. No ano de 1992, a empresa Ciferal concluía a abertura de sua sede no Rio Grande do Sul.

Ciferal
Ciferal
Razão social Ciferal Indústria de Ônibus Ltda.
Subsidiária
Atividade Automotiva
Fundação 1955 (68 anos)
Fundador(es) Fritz Weissmann
Encerramento Dezembro de 2013 (adquirida pela Marcopolo), Retornou as atividades em 11 de março de 2022
Sede Duque de Caxias, RJ,  Brasil
Proprietário(s) Marcopolo
Produtos Carrocerias de ônibus
Sucessora(s) Marcopolo Rio
Website oficial www.marcopolo.com.br

História

Ciferal

Um dos primeiros ônibus fabricados pela Ciferal, 1959.
Arquivo Nacional

Em 1948 Fritz Weissmann entrou como sócio na criação da empresa Fábrica de Carrocerias Metropolitana, especializada no projeto e fabricação de carrocerias de ônibus em aço e madeira. Weissmann passou a pesquisar métodos de fabricação de carrocerias em duralumínio, através de perfis extrudados. Entre 1951 e 1954 Weissmann construiu três carrocerias de duralumínio, as primeiras do Brasil, que foram exaustivamente testadas com motores e chassis diversos. Apesar do sucesso do projeto, os sócio da Metropolitana eram contra a adoção do duralumínio e entraram em conflito com Weissmann.[2]

Em 1955 Weissman deixou a Metropolitana para fundar sua empresa, a Comércio e Indústria de Ferro e Alumínio (Ciferal).[3] Weissmann fundou a Ciferal em outubro de 1955 em um pequeno galpão no bairro de Ramos, Rio de Janeiro.[4] Inicialmente a empresa possuía capacidade de fabricação de dez carrocerias de duralumínio por mês.[5] Por falta de encomendas, dado que o veículo de duralumínio era mais caro, passou o ano de 1956 reformando e revendendo micro-ônibus usados (os chamados "lotações", inventados por Weissmann no final dos anos 1940 quando era sócio na CIRB[6]) .[7] O primeiro veículo, ônibus urbano, acabou fabricado em maio de 1957, construído sobre um chassi Mercedez Benz LP312.[8] Um incêndio na fábrica acabou limitando a produção de carrocerias a 26 ônibus naquele ano. Em 1958 a Ciferal construiu seu primeiro modelo rodoviário que incluía um sanitário construído em uma peça única de fibra de vidro.[4] Com o crescimento da produção de veículos rodoviários, a empresa construiu entre 1959 e 1961 uma nova planta industrial na Avenida Brasil, com cinco mil metros quadrados.[9] A construção da fábrica acabou levando a conflitos com os moradores da favela Ruth Ferreira, situada nos arredores. Em 1962 moradores da favela denunciaram ameaças e coação por parte da Ciferal para abandonarem suas casas enquanto a área da fábrica era ampliada.[10][11] A direção da empresa negou a coação e afirmou que adquiriu a área da favela de particulares.[12]

O presidente Castelo Branco visita o protótipo Ciferal-FNM durante o V Salão do Automóvel de São Paulo, 1966.
Arquivo Nacional

As primeiras carrocerias urbanas e rodoviárias foram lançadas em 1958. Apesar do peso das carrocerias de alumínio ser até 30% menor, o alto custo e o grande número de fabricantes afastaram a Ciferal da fabricação de ônibus urbanos. Em 1962 a empresa passou a se dedicar apenas na produção de ônibus rodoviários. Até o final da década de 1960 a Ciferal se tornou a maior fabricante de carrocerias desse tipo no Brasil. Seu maior cliente era a Viação Cometa.[13]

Do seu início até o final dos anos 1960 a Ciferal não batizou seus modelos. Apesar da falta de nome oficial, as carrocerias acabaram apelidadas pelos clientes. A segunda carroceria (sobre chassi Scania B-75) lançada foi batizada "Papo Amarelo" por seu cliente mais famoso, a Viação Cometa, cujos ônibus tinham fundo azul e faixas amarelas na frente, laterais e no teto do veículo. A terceira, empregando chassi Scania B-76 foi batizada pela Cometa de "Flecha de Prata".[14]

Apesar do uso maciço de chassi Scania, essa carroceria acabou sendo usada em chassis LP e LPO da Mercedes, Magirus e FNM. Após apresentar um protótipo de carroceria rodoviária sobre chassi FNM no V Salão do Automóvel de São Paulo em 1966, a Ciferal desenvolveu a carroceria batizada "Líder".[15][13] Weissmann convidou seu irmão Franz Weissmann para desenvolver uma nova versão da “Líder” para a empresa. Franz Weissmann era um artista plástico em ascensão e desenvolveu o projeto da carroceria "Líder 2001".[16]

Desde sua fundação até 1970, a Ciferal concentrou a maior parte de sua produção no mercado de veículos rodoviários por falta de clientes no segmento urbano, que consideravam as carrocerias de duralumínio de maior custo. No final da década de 1960 uma crise econômica fez as encomendas diminuírem e a Ciferal e a Metropolitana quase realizaram uma fusão para evitar a falência. A Metropolitana, porém, foi vendida à Caio anos depois.[2]

Um dos primeiros ônibus urbanos da Ciferal, fornecido sobre chassi Alfa-Romeo FNM D11000 para a CMTC-SP, início dos anos 1970.

Com uma crise na indústria de carrocerias [17] (em 1969 a Ciferal fabricou 445 ônibus rodoviários, uma queda de 27,8% em relação a 1968[18]), a empresa passou a estudar a diversificação dos seus produtos e decidiu voltar a fabricar ônibus urbanos.[19] Fritz Weissmann fez um acordo com a Metropolitana e decidiu não comercializar ônibus urbanos nos estados da Guanabara e Rio de Janeiro [20], onde a Metropolitana detinha 50% do mercado.

A produção do ônibus urbano foi reativada em 1971, com a fabricação de 105 veículos.[18][21] Através de consultoria da PUC-Rio [22], a fábrica no Rio foi ampliada em 1972 e passou para 38824 m2. [23] A ampliação permitiu que a fábrica tivesse capacidade de produção de 1200 ônibus/ano.[24]

Produção da Ciferal (1967-1982)
Ano Urbano Rodoviário Intermunicipal Trólebus Total
produzido
1967 - 601 - - 601
1968 - 617 - - 617
1969 - 445 - - 445
1970 - 465 - - 465
1971 182 667 12 - 861
1972 224 685 22 - 931
1973 260 797 30 - 1087
1974 378 578 41 - 997
1975 551 514 57 - 1122
1976 498 629 28 - 1155
1977 399 681 24 - 1104
1978 743 582 53 - 1378
1979 761 388 120 - 1269
1980 639 431 84 128 1282
1981 417 402 16 74 1183
1982 - - - - 0
Total
tipo
5052 6534 487 202 14223
Fonte: Associação Nacional Dos Fabricantes De Ônibus (Fabus) [18][25]

Estatal

A Ciferal chegou a ser estatal, nos anos 80, quando foi protagonista de uma crise financeira. A crise teve auge com o cancelamento de um pedido de 2 mil trólebus (ônibus elétrico) encomendado pela CMTC, empresa municipal de ônibus de São Paulo. Antes, a empresa deixou de produzir as encomendas da Viação Cometa - conhecidos como Dinossauro - levando-a a criar uma encarroçadora própria, a CMA, e levando profissionais da CMA para fabricar os ônibus customizados da empresa. Com a crise, o governador Leonel Brizola decidiu pela compra da Ciferal. A fábrica desenvolveu jardineiras - ônibus especiais para passeios turísticos em praias - e ônibus novos para a CTC-RJ, estatal de ônibus.

A crise teve ainda uma espécie de cisão, quando sócios da Ciferal abriram a Ciferal Paulista, uma espécie de filial da Ciferal em São Paulo. Do mesmo modo, em Pernambuco, surgiu a Reciferal (que ficava no Recife). Os carros da Ciferal Paulista e da Reciferal tinham diferenças de acabamento em relação aos modelos Tocantins da Ciferal, basicamente em lanternas e desenhos de tampas do motor. Porém, a Ciferal Paulista foi rebatizada posteriormente de Condor e em seguida e Thamco e atualmente a Ciferal Paulista é a gaúcha San Marino Neobus. Essa questão, creditam analistas da época, foi crucial para a crise da encarroçadora, que teve mais concorrentes no mercado.

Há uma história não confirmada segundo a qual os modelos de ônibus, baseados no projeto Padron, desenvolvido em 1979, foram apelidados de Briza em homenagem ao governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola. Em 1985, além de relançar o modelo Dinossauro, nas versões turismo e rodoviário para curta e longa distância, a Ciferal procedeu a dois lançamentos: o Alvorada (lançado como Padron Briza dois anos antes), em substituição ao Fênix, que passou a ser o único modelo urbano da companhia; e a Jardineira, sobre chassis Mercedes-Benz OH-1313, concepção do arquiteto Jaime Lerner para operação na orla do Rio de Janeiro (inicialmente fabricada para a CTC, foi na seqüência vendido para diversas outras cidades brasileiras).

Privatização

Na década de 90, a empresa se muda de Ramos para as instalações da antiga Fábrica Nacional de Motores (FNM), em Xerém (RJ). A empresa foi privatizada na década de 90, ao ser comprada por empresários de ônibus que eram clientes antigos da empresa.

Em 1994 a Marcopolo adquire 49% das ações da empresa e o restante foi adquirido em 2001. A partir daí as linhas dos modelos da Ciferal passaram a ser baseados nos modelos da sua acionária majoritária.

Em dezembro de 2013 a Marcopolo anunciou que iria aposentar de vez a marca Ciferal e que a empresa passará a se chamar Marcopolo Rio, a fabrica da companhia que fica no distrito de Xerém passará a fabricar todos os modelos de ônibus urbanos do grupo, o motivo da mudança de nome foi que nenhum produto com a marca Ciferal é fabricado desde 2008, o investimento total da Marcopolo no estado do Rio de Janeiro será de R$ 55 milhões entre 2013 a 2015, com os investimentos a capacidade produção da fabrica de Xerém passará de 25 para 35 ônibus ao dia.[26][27]

Retorno da fabricante

A Marcopolo havia encerrado as atividades da empresa em dezembro de 2013, adotando o nome "Marcopolo Rio". Contudo, em 11 de março de 2022, a holding anunciou o retorno da razão social "Ciferal Indústria de Ônibus Ltda". Já a razão social "San Marino Indústria de Ônibus Ltda" será extinta a partir de 31 de março de 2022. O nome fantasia Neobus será mantido, segundo a empresa. Não foi divulgado até o presente momento, se novos modelos de carrocerias serão fabricados, nem se os modelos atuais da San Marino serão descontinuados. [28]

Ciferal Paulista

Um antigo ônibus urbano fabricado pela Ciferal Paulista prestando serviços como ônibus rural.
Ônibus antigo construído pela Condor, sucessora da Ciferal Paulista.

Fritz Weissmann, nos primeiros anos da Ciferal, contratou como fotógrafo Fritz Neuberger. Neuberger cresceu dentro da fábrica até se tornar diretor e sócio minoritário da empresa. Quando a Ciferal optou por abrir duas subsidiárias, a direção da empresa paulista, criada em abril de 1976 [29], foi entregue a Neuberger, que recebeu metade das ações da filial. Dessa forma, a Ciferal Paulista ficou dividida entre Weissmann e Neuberger. Ao assumir a Ciferal Paulista, Neuberger optou por deixar a Ciferal. Posteriormente conseguiu assumir o controle acionário da Ciferal Paulista e a tornou independente praticamente sem oposição de Weissmann, o que permitiu a Neuberger fabricar carrocerias à partir de 1978 empregando todos os desenhos e patentes da Ciferal.[30][31] A Ciferal Paulista passou a competir com a Ciferal oferecendo veículos idênticos, com qualidade e preços inferiores e, ao mesmo tempo, ingressou com ação judicial para registrar a marca "Ciferal" com exclusividade. Parte dos veículos produzidos pela Ciferal Paulista foi comercializada com a marca "Ciferal", gerando reclamações da empresa do Rio e de clientes das duas empresas.[32][33]

A Ciferal Paulista alterou sua marca para "Condor" em fevereiro de 1982.[34] A nova empresa teve vida curta e entrou em concordata em dezembro de 1983[35], fechando as portas em abril de 1985. Sua massa falida foi adquirida por um grupo de empresários paulistas liderados por Antonio Thamer, formando uma nova empresa batizada Thamco.[36]

Produção da Ciferal Paulista (1978-1981)
Ano Urbano Rodoviário Intermunicipal Especial Total
produzido
1978 246 - 28 - 274
1979 306 1 53 - 360
1980 757 9 14 - 780
1981 1174 2 7 - 1183
Total
tipo
2483 12 102 - 2597
Fonte: Associação Nacional Dos Fabricantes De Ônibus (Fabus) [37]

Modelos Marcopolo produzidos nesta fábrica

Modelos descontinuados

Urbanos

Ciferal GLS Bus Volkswagen 16-180 CO em São Miguel das Matas, na Bahia.
Ciferal Turquesa em Santiago no Chile.
Ciferal Citmax na cidade de Campos dos Goytacazes no estado do Rio de Janeiro no Brasil.
  • Cisne (1961-1969)
  • Urbano (1970-1976)
  • Tocantins (1976-1983)
  • Solimões (1981-1989)
  • Padron Amazonas (1982-1983)
  • Padron Briza (1983-1985)
  • Fênix (1983-1986)
  • Padron Alvorada (1986-1991)
  • Jardineira (1990-1992)
  • Padron Rio (1991-1994)
  • Mega Bus Bi-Articulado (1992-1992)
  • Mega Bus (1994-1997)
  • GLS Bus (1991-1998)
  • Padron Cidade I (1997-1998)
  • Padron Cidade II (1998-1999)
  • Turquesa (1999-2003)
  • Citmax (2003-2008)

Micros

  • Micron (1986-1992)
  • Agilis (1997-2019)
  • Agilis II (1998-2000)
  • Minimax (2004-2007)

Intermunicipais

  • Tapajós (1981-1989)
  • GLS Intermunicipal (1994-1998)

Rodoviários

  • Papo Amarelo (1960-1969)
  • Flecha de Prata (1964-1974)
  • Turbo Jumbo (1969-1974)
  • Líder (1969-1982)
  • Dinossauro (1972-1982; 1985-1987)
  • Araguaia (1979-1982)
  • Iguaçu (1983-1988)
  • Pódium (1988-1992)
  • Cursor (1994-1995)

Ver também

Referências

  1. «Título ainda não informado (favor adicionar)». web.archive.org
  2. João F Scharinger (2014). «Metropolitana». Lexicar Brasil. Consultado em 2 de novembro de 2022
  3. Fritz Weissmann (11 de fevereiro de 1955). «À Praça». Jornal do Brasil, ano LXV, edição 35, página 13/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 2 de novembro de 2022
  4. «CIFERAL:orgulho de nossa indústria de carrocerias». Automóveis e Acessórios, ano 21 edição 249, página 39/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Julho de 1966. Consultado em 2 de novembro de 2022
  5. «Impressionante desfile de estandes, a perder de vista». Automóveis e Acessórios, ano 12 edição 140, página 29/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Agosto de 1957. Consultado em 2 de novembro de 2022
  6. João F Scharinger (2014). «CIRB». Lexicar Brasil. Consultado em 2 de novembro de 2022
  7. Ciferal (6 de junho de 1956). «Lotações usados». Jornal do Brasil, ano, edição 129, Segundo Caderno, página 10/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 2 de novembro de 2022
  8. «A mais nova das fábricas de carrocerias...». Revista da Semana, edição 35, página 44/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 31 de agosto de 1957. Consultado em 2 de novembro de 2022
  9. «Ciferal em expansão». O Jornal, ano XL, edição 12346, Quarto Caderno, página 1/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 23 de julho de 1961. Consultado em 2 de novembro de 2022
  10. «Ciferal bloqueia moradores da favela Ruth Ferreira». Luta Democrática, ano IX, edição 2680, página 5/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 27 de outubro de 1962. Consultado em 2 de novembro de 2022
  11. «Ciferal rouba as terras da favela». Luta Democrática, ano X, edição 2836, página 6/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 8 de maio de 1963. Consultado em 2 de novembro de 2022
  12. «Ciferal rouba as terras da favela (resposta da empresa)». Luta Democrática, ano X, edição 2838, página 2/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 10 de maio de 1963. Consultado em 2 de novembro de 2022
  13. Paulo Bartholomeu Neto (Janeiro de 1992). «Mister alumínio: Fritz Weissmann é o decano dos encarroçadores do Brasil. Fundou a Ciferal e lançou o ônibus de alumínio no país». Technibus ano 5, edição 5, páginas 42 e 43. Consultado em 7 de novembro de 2022
  14. «Viação Cometa comemora 70 anos de atividades». Technibus ano 26, edição 134, páginas 64 e 65. 2018. Consultado em 7 de novembro de 2022
  15. «Ciferal em grande gala no Salão». Automóveis e Acessórios, edição 251, página 36/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Novembro de 1966. Consultado em 7 de novembro de 2022
  16. Fernando Oliva (14 de janeiro de 1999). «Weissmann esculpe 5 décadas em aço». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de novembro de 2022
  17. «Quem resolve essa crise?». Transporte Moderno, ano 7, edição 77, páginas 70-80. Dezembro de 1969. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  18. Associação Nacional Dos Fabricantes De Ônibus (Fabus) (Julho de 1972). «Produção de ônibus». Transporte Moderno, ano 8, edição 107, página 68. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  19. Roberto Rocha (24 de novembro de 1970). «Ônibus do Brasil:padrão internacional». O Cruzeiro, ano XLII, edição 48, página 93/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  20. «Novidades:Onibus-Ciferal». Transporte Moderno, ano 28, edição 100, página 40. Novembro de 1971. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  21. Contagiros (24 de setembro de 1972). «Ônibus do futuro». O Jornal, ano LIII, edição 15638, Classificados-Automobilismo, página 9/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  22. PUC Rio (1972). «Assistência especializada à comunidade é a missão». O Jornal, ano LIII, edição 15656, Caderno Dia do Mestre, página 11/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  23. Álvaro Costa Filho (20 de agosto de 1972). «Bruno Weissmann...». O Jornal, ano LIII, edição 15609, Classificados-Automobilismo, página 12/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  24. «Para seu governo». O Jornal, ano LIII, edição 15638, página 5/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 24 de setembro de 1972. Consultado em 30 de dezembro de 2022
  25. «Produção Acumulada de 1971 até 2021» (PDF). Associação Nacional Dos Fabricantes De Ônibus. 2022. Consultado em 4 de novembro de 2022
  26. «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.automotivebusiness.com.br
  27. «Título ainda não informado (favor adicionar)». transpoonline.com.br
  28. https://diariodotransporte.com.br/2022/03/11/marcopolo-reativa-razao-social-ciferal-e-vai-desativar-san-marino-mas-marcas-nos-onibus-nao-mudam/
  29. Ciferal (24 de abril de 1977). «Relatório da Diretoria 1976». Jornal do Commércio (RJ), ano 150, edição 169, página 51/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 4 de novembro de 2022
  30. «Caso Ciferal: Volúpia em inovar e atrofia em produzir». Transporte Moderno, ano 15, edição 222, página 42. Julho de 1982. Consultado em 4 de novembro de 2022
  31. Ciferal (30 de maio de 1979). «À Praça». Jornal do Brasil, ano LXXXIX, edição 52, página 17/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 4 de novembro de 2022
  32. Ciferal (16 de março de 1980). «À Praça». O Estado de S. Paulo, ano 101, edição 32210, página 23. Consultado em 4 de novembro de 2022
  33. João F Scharinger (2014). «Condor I». Lexicar Brasil. Consultado em 4 de novembro de 2022
  34. «Juiz defere pedido de concordata da Condor». O Estado de S. Paulo, ano 105, edição 33391, página 24. 11 de janeiro de 1984. Consultado em 4 de novembro de 2022
  35. «Condor: atingida pela concordata». Transporte Moderno, ano 17, edição 239, página 3. Dezembro de 1983. Consultado em 4 de novembro de 2022
  36. «Ônibus urbanos ganham nova indústria». Folha de S.Paulo, ano 65, edição 20628, página 20. 24 de setembro de 1985. Consultado em 4 de novembro de 2022
  37. «Produção Acumulada de 1971 até 2021» (PDF). Associação Nacional Dos Fabricantes De Ônibus. 2022. Consultado em 4 de novembro de 2022
  38. «Marcopolo | Brasil». Marcopolo. Consultado em 18 de junho de 2014. Arquivado do original em 25 de junho de 2014

Ligações externas

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