Dona Neuma
Dona Neuma, apelido de Neuma Gonçalves da Silva (8 de maio de 1922 - 17 de julho de 2000), foi uma personalidade do carnaval ligada à Estação Primeira de Mangueira.[1]
| Dona Neuma | |
|---|---|
| Nascimento | 8 de maio de 1922 Rio de Janeiro |
| Morte | 17 de julho de 2000 (78 anos) Méier |
| Cidadania | Brasil |
| Ocupação | música |
| Prêmios |
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Biografia
Nascida no subúrbio de Madureira, no Rio de Janeiro, era filha de Saturnino Gonçalves, um dos fundadores do Bloco dos Arengueiros[1], que daria origem à Estação Primeira. Ficou viúva ainda jovem, e nunca mais se casou ou teve qualquer outro relacionamento afetivo.[2] Era considerada a "Primeira Dama da Mangueira"[1] e a "Matriarca do Samba Carioca".[2]
A casa de Dona Neuma era frequentada por personalidades como Pedro Ernesto, Ricardo Cravo Albin, Negrão de Lima, Noel Rosa, Villa-Lobos, Chico Buarque e Tom Jobim. [1]
Na década de 1970, fez parte do Conselho Superior das Escolas de Samba, órgão da Associação das Escolas de Samba da Cidade do Rio de Janeiro, criado por Amaury Jório.[1]
Além de suas três filhas de sangue, ela criou e educou outros 18 filhos adotivos.[1] Faleceu vítima de acidente vascular cerebral, no Hospital Salgado Filho, após uma cirurgia para a retirada de um coágulo cerebral.[1]
Ver também
Referências
- Dicionário Cravo Albin. «Dona Neuma». Consultado em 11 de setembro de 2018
- Estadão. «Dona Neuma: matriarca do samba carioca». Consultado em 11 de setembro de 2018
