Gabriel Pereira de Castro
Gabriel Pereira de Castro (Braga, 7 de Fevereiro de 1571 — Lisboa, 18 de outubro de 1632 (61 anos)) foi um poeta e magistrado português.
| Gabriel Pereira de Castro | |
|---|---|
![]() Gabriel Pereira de Castro | |
| Nascimento | 7 de fevereiro de 1571 Braga |
| Morte | 18 de outubro de 1632 Lisboa |
| Cidadania | Portugal |
| Progenitores |
|
| Ocupação | magistrado, escritor, poeta |
Biografia
Ordenado presbítero ainda em Braga, estudou Direito na Universidade de Coimbra, foi professor, desembargador da Relação do Porto (1606) e da Casa da Suplicação, corregedor do Crime e procurador-geral das Ordens Militares. Escreveu vários tratados de Direito, poesias em português, latim e espanhol, assim como o poema heróico em oitava rima e dez cantos Ulisseia ou Lisboa Edificada, em que conta a fundação de Lisboa pelo herói Ulisses, publicado pelo seu irmão, Luís Pereira de Castro, em 1636.
Em virtude de ter condenado um indivíduo, acusado de ter profanado o Sacrário da Igreja de Santa Engrácia, e que mais tarde se veio a provar estar inocente, acabou os seus dois últimos anos de vida mentalmente perturbado.
Lope de Vega dedicou um soneto a Gabriel Pereira de Castro.
Obra
- Decisiones Supremi, Eminentissimeque Senatus Portugalliae. Lisboa, 1621.
- De manu regia tractatus in quo omnium Legum Regiarum quibus, Regi Portugalliae in causis ecclesiasticis cogniti est ex iure (2 tomos). Lisboa, Pedro Craesbeeck, 1622-1625.
- Ulisseia ou Lisboa Edificada. Lisboa, 1636.
- Monomachia sobre as Concórdias dos Reys deste Reyno, Lisboa, José Francisco Mendes, 1638.
Bibliografia
- O Grande Livro dos Portugueses ISBN 972-42-0143-0
.png.webp)