Grande Prêmio da Alemanha

O Grande Prêmio da Alemanha (em alemão: Großer Preis von Deutschland) foi uma corrida de automóveis, disputada anualmente, que integrou o Campeonato Mundial de Fórmula 1, promovido pela FIA.

Grande Prêmio da Alemanha
Hockenheimring
Mapa do circuito.
Informações da corrida
Localização Hockenheim - Baden-Württemberg, na Alemanha
Voltas 67
Percurso 4.574 km (2.842 mi)
Total 306 458 km (190 424 mi)
Curvas 17
Pole Sebastian Vettel
Ferrari V6 Turbo
1min 11s 212
2018
Volta mais rápida
na prova
Kimi Raikkonen
McLaren-Mercedes V10
1min 13s 780
2004
Anos disputados 77 (64 oficial)
Primeira disputa 1926 (1951 oficial)
Última disputa 2019
Maior vencedor (pilotos) Michael Schumacher (4)
Maior vencedor (equipe) Ferrari (21)
Última corrida (2018):
Pole Position
Piloto Sebastian Vettel
Ferrari V6 Turbo
Tempo 1min 11s 212
Volta mais rápida
Piloto Lewis Hamilton
Mercedes V6 Turbo
Tempo 1min 15s 545
Pódio
Primeiro Lewis Hamilton
Mercedes V6 Turbo
1h 32min 29s 845
Segundo Valtteri Bottas
Mercedes V6 Turbo
+5s 465
Terceiro Kimi Raikkonen
Ferrari V6 Turbo
+6s 732

O GP alemão entrou para o calendário da Fórmula 1 a partir da segunda edição do Campeonato Mundial, ocorrida em 1951, e, desde então, só ficou ausente da maior categoria do automobilismo por três vezes.

Na primeira delas, em 1955, a corrida foi cancelada porque se considerou que o circuito de Nürburgring era inadequado para os novos padrões de segurança, enrijecidos após a tragédia ocorrida durante as 24 Horas de Le Mans daquele ano, o mais grave acidente do automobilismo em todos os tempos. Neste circuito ocorreu em 1976 o acidente quase fatal do piloto austríaco Niki Lauda.

Em 1960, a corrida foi disputada, mas exclusivamente por carros de Fórmula 2.

Em 2007, o Automóvel Clube da Alemanha (AvD), não autorizou seu rival, o Automóvel Clube Geral da Alemanha (ADAC), a denominar a prova realizada em Nürburg como "Grande Prêmio da Alemanha", o que fez com que a corrida se chamasse "Grande Prêmio da Europa".

O Grande Prêmio da Alemanha foi realizado em Hockenheim todos os anos entre 1977 e 2006 (exceto 1985). Durante esse período, uma corrida de F1 separada foi realizada na Alemanha em Nürburg, na maioria dos anos, de 1995 a 2007, sob o título de Grande Prêmio da Europa. Originalmente planejado para começar em 2007, Hockenheim e Nürburg alternaram a realização do Grande Prêmio da Alemanha entre 2008 e 2014, altura em que o autódromo de Nürburgring desistiu de sediar o evento em 2015, deixando Hockenheim como o único anfitrião da corrida, mas apenas em anos alternados até 2018 um outro contrato de um ano colocou o Grande Prêmio da Alemanha no calendário de 2019. Em 2020, o Grande Prêmio da Alemanha não voltou a ser disputado.

História

Antecedentes

Em 1907, o ADAC organizou o Kaiserpreis, isto é, o Prêmio do Imperador, em alusão ao monarca alemão reinante à época, o imperador Guilherme II. Pelo regulamento da prova, não seriam permitidos carros especiais de corrida, somente carros de turismo com motores de até 8 litros. O evento gerou enorme repercussão em toda a Europa, com um grande número de inscrições, o que levou os organizadores a promover duas eliminatórias, antes da corrida propriamente dita. Disputada em 4 voltas, nas estradas das montanhas de Taunus, num circuito de 117,770 km, a prova teve como grande vencedor o italiano Felice Nazzaro, a bordo de um Fiat 72 hp.

De 1908 a 1911, foi disputado o Prinz-Heinrich-Fahrt (Percurso Príncipe Henrique), uma espécie de desafio ao estilo rali, organizado sob os auspícios do príncipe Henrique da Prússia, irmão mais novo do imperador. Esse evento também foi destinado a carros de turismo e, apesar de não ter gerado a mesma euforia que o Prêmio do Imperador, é igualmente considerado um dos precursores do Grande Prêmio da Alemanha.

A primeira edição

O 1o Grande Prêmio da Alemanha foi promovido pelo AvD e disputado em 11 de julho de 1926, no circuito de AVUS (Automobil-Verkehrs und Übungs-Strasse, ou seja, Estrada para Condução de Automóveis e Treinamentos), localizado a sudoeste de Berlim. O traçado, de 19,573 km, notabilizava-se por seu desenho incomum: duas retas opostas ligadas por curvas de 180°.

Foi o sexto grande prêmio nacional de automobilismo a surgir no cenário mundial, em seguida aos GPs da França (1906), Estados Unidos (1908), Espanha (1913), Itália (1921) e Bélgica (1925).

A corrida foi restrita a carros de turismo e transcorreu sob uma chuva torrencial, o que causou inúmeros acidentes. No pior deles, Adolf Rosenberger colidiu com uma tenda de comissários de pista, matando três deles. Após 20 voltas e um percurso total de 391,380 quilômetros, o vencedor foi um piloto da casa, Rudolf Caracciola, pilotando um Mercedes 1924 2.0l, com o tempo de 2h54m12.8.

A corrida não mais voltaria a AVUS, salvo uma última vez, no ano de 1959.

O Período Pré-Guerra

Após a primeira corrida, o Grande Prêmio foi transferido para o novíssimo circuito de Nürburgring, com seu extenso percurso de 28,265 quilômetros. O traçado, considerado até hoje o mais extraordinário para corridas de automóvel, havia sido inaugurado em 18 de junho de 1927, com as I Internationales Eifelrennen (I Corridas Internacionais de Eifel), competição promovida pelo ADAC para carros de corrida, carros de turismo e motocicletas. Desde então, Nürburgring passou a abrigar o Grande Prêmio da Alemanha, até 1970, quando o circuito rival de Hockenheimring tomou seu lugar, por questões de segurança.

Até 1929, a corrida foi disputada unicamente por carros de turismo. De 1931 a 1939, a prova abrigou carros da categoria mais proeminente do automobilismo à época, isto é, os carros de Grandes Prêmios, considerados como tais aqueles que seguiam a fórmula (conjunto de regras) ditada pela AIACR (Associação Internacional dos Automóveis Clubes Reconhecidos), nome que FIA então ostentava. De 1935 a 1939, o evento contou pontos para o Campeonato Europeu de Automobilismo.

Nos anos de 1930 e 1933, o evento deixou de ser disputado, em razão de problemas econômicos enfrentados pela Alemanha.

Nessa primeira fase de sua história, o Grande Prêmio da Alemanha foi dominado por pilotos alemães e suas Flechas de Prata. Além da vitória na corrida inaugural, Rudolf Caracciola voltou a vencer outras cinco vezes (1928, 1931, 1932, 1937 e 1939), firmando um recorde até hoje não alcançado.

Outros alemães também triunfaram em casa. Christian Werner, em 1928xxx, Hans Stuck, em 1934, e Bernd Rosemeyer (em 1936). Apenas por três vezes os estrangeiros conseguiram triunfar: em 1929, com o monegasco Louis Chiron, em 1935, com o italiano Tazio Nuvolari, e em 1938, com o britânico Dick Seaman.

A corrida de 1940 estava programada para um novo ciruito, em Dresden, chamado Deutschlandring. A eclosão da II Guerra Mundial, porém, resultou no cancelamento dessa corrida.

O Período Pós-Guerra

Após a II Guerra Mundial, a Alemanha e os pilotos alemães foram banidos das competições automobilísticas internacionais, o que persistiu por vários anos. Em 1950, com o fim da punição, foi disputado em Nürburgring o 13o Grande Prêmio da Alemanha, mas o retorno da prova deu-se com carros da Fórmula 2. O vencedor, em compensação, foi outro astro do automobilismo naquela década, o italiano Alberto Ascari, que depois se tornaria bicampeão mundial de Fórmula 1.

A partir do ano seguinte, a prova ingressou no calendário da categoria maior do automobilismo mundial, no qual permanece até os dias de hoje.

A saída da Mercedes das disputas automobilísticas, por conta da tragédia de Le Mans, provocou um sensível declínio no número de espectadores que compareciam a Nürburgring, o que levou o AvD a retornar a prova para o circuito berlinense de AVUS, em 1959. Para essa decisão também contribuiu a aposentadoria do campeoníssimo Juan Manuel Fangio, que se retirou ao fim da temporada de 1958. O traçado simples de AVUS era um convite à alta velocidade. Como resultado, vários acidentes marcaram aquela edição do Grande Prêmio. A mudança de circuito, no fim das contas, não foi a melhor saída para o problema da queda de público.

De Nürburgring a Hockenheimring

Em 1960, como que antecipando as mudanças que depois haveria nas regras da categoria-mor do automobilismo, o 22o Grande Prêmio da Alemanha foi restrito a carros de Fórmula 2, não sendo contabilizado, portanto, para o Campeonato Mundial de Fórmula 1. Outro diferencial foi a realização da prova apenas no Anel Sul (Südschleife) do circuito de Nürburgring, fato que ocorreu apenas nessa oportunidade na história do Grande Prêmio. O vencedor foi o sueco Jo Bonnier, com um carro da Porsche, fábrica que, a partir do ano seguinte, com a conversão das regras da Fórmula 2 em regras da nova Fórmula 1, ingressaria na categoria de topo.

A partir de 1961, a Alemanha passou a abrigar uma segunda corrida com carros de Fórmula 1. o Grande Prêmio de Solitude, que não valia pontos para o Campeonato Mundial, teve excelente afluxo de público, diferentemente do GP nacional. A média de espectadores, nessa prova extracampeonato, conseguiu atrair uma média de 288 000 pessoas. Chegou-se a cogitar, por isso, que o Grande Prêmio da Alemanha passaria a ser disputado nesse outro circuito. Mas tudo, ao final, não passou do campo da hipótese. O circuito de Solitude só recebeu a Fórmula 1 até 1964 e a corrida alemã oficial continuou no Anel Norte (Nordschleife) de Nürgurgring.

Em 1970, graças à preocupação dos pilotos com sua própria segurança, num movimento encabeçado por Jackie Stewart e que começara em 1966, foram exigidas várias modificações em Nordschcleife. O tempo, porém, não era suficiente para a implementação desses ajustes e a prova, pela primeira vez, chegou a Hockenheimring, que já estava adequado às novas condições. Depois dessa adaptação, Nordschleife acolheu mais seis edições do GP. Até que, em 1976, o acidente com Niki Lauda enterrou de vez o romantismo que os tradicionais circuitos despertavam. Nürburgring e seu longo percurso era, definitivamente, incompatível com as exigências de segurança. A prova voltou para Hockenheimring, que passou a ser sede permanente do Grande Prêmio alemão.

Após a inauguração de sua atual pista de corridas, o circuito de Nürburgring voltou a sediar uma prova de Fórmula 1, em 1984, intitulada Grande Prêmio da Europa. A experiência agradou e, no ano seguinte, o traçado acolheu o 47o Grande Prêmio da Alemanha.

Diferentemente de sua primeira fase histórica, os alemães não mais veriam um compatriota no lugar mais alto do pódio, salvo em 1995, quando triunfou o espetacular Michael Schumacher, que ainda venceria outras três edições da prova alemã (2002, 2004 e 2006), tornando-se o segundo maior vencedor da etapa alemã. Alem dele, seu irmão, Ralf Schumacher também conseguiu a vitória em casa, no GP de 2001. Já recentemente , Sebastian Vettel e Nico Rosberg viriam a vencer em 2013 e 2014, respectivamente.

Dois GPs na Alemanha

Na sequência do sucesso de Schumacher, a Alemanha tornou-se palco de uma segunda corrida anual de F1. Enquanto Hockenheimring sediava o Grande Prêmio da Alemanha, Nürburgring passou a receber, a partir de 1995, o Grande Prêmio da Europa, sendo que, em 1997 e 1998, a segunda prova alemã chamou-se Grande Prêmio de Luxemburgo.

Em 2004, antes mesmo do fim da Era Schumacher, que se aposentou ao término da temporada de 2006, o público começou a decrescer de maneira preocupante, a ponto de tornar insustentável a existência de duas corridas de Fórmula 1 em solo alemão. Contribuiu para isso o retorno do Grande Prêmio da Bélgica ao calendário, do qual havia ficado fora em 2003, fazendo com que belgas e holandeses, aficionados pela Fórmula 1, sumissem das arquibancadas das provas alemãs. Some-se a isso a circunstância de que o Grande Prêmio da Alemanha, tal como o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, não recebe nenhuma ajuda governamental para manter-se, diferentemente do que normalmente acontece com outras etapas mundo afora, sempre subvencionadas pelos cofres públicos.

O retorno financeiro deficitário inviabilizaria, sobretudo, o custeio da comissão anual que cada circuito tinha de pagar à FOM para permanecer no calendário. O próprio Bernie Ecclestone exigiu uma solução, e, tencionando levar a categoria para outros países ou continentes, decretou, ao menos na ocasião, que não haveria mais lugar para que um único país sediasse mais de uma etapa da Fórmula 1. A Itália, por exemplo, deixaria de receber a prova em Imola, a partir de 2007.

A questão foi solucionada ainda em 2006: o ADAC e o AvG decidiram alternar-se na promoção da corrida. Nürburgring receberia a prova nos anos pares e Hockenheimring nos anos ímpares.

AvG versus ADAC

Em 2007, primeiro ano de vigência do acordo entre os clubes de automóveis alemães, houve um sério impasse: o AvG, que promovia o GP alemão desde sua origem e tinha laços estreitos com Hockenheimring, recusou-se a autorizar o ADAC, ligado a Nürburgring, a realizar a corrida nesse circuito sob o título de "Grande Prêmio da Alemanha". Como o direito sobre o nome da corrida pertencia ao AvG, a saída foi continuar a chamar a prova de Nürburgring como "Grande Prêmio da Europa". Pela primeira vez, desde o longínquo ano de 1955, o GP da Alemanha deixaria de ser realizado.

As negociações persistiram e finalmente, em 2008, o AvG e o ADAC ratificaram o propósito comum de continuidade do Grande Prêmio da Alemanha, com revezamento entre Hockenheimring e Nürburgring, ao menos até o ano de 2011, quando vencerá o atual contrato com a FOM. O GP de 2009, disputado em Nürburgring, ocorreu sob o nome de "Grande Prêmio da Alemanha", o que, espera-se, também se repita no ano de 2011. Em razão de desentendimentos comerciais com a FOM, a etapa de 2015 igualmente não foi realizada.

O futuro

Mesmo com o elevado número de alemães presentes na categoria máxima do automobilismo (Nick Heidfeld, Nico Rosberg, Sebastian Vettel, Timo Glock e Adrian Sutil), para a corrida de 2008, o AvG informou que haveria um prejuízo estimado em 3 milhões de euros, o que colocou em dúvida a realização de outra corrida de Fórmula 1 em Hockenheimring, no ano de 2010. Entretanto, Karl-Josef Schmidt, gerente do circuito, garantiu que isso não inviabilizaria a manutenção da prova em Hockenheim, porque o autódromo mantinha, durante cada temporada anual, provas de outras categorias, bem como outros eventos, o que asseguraria o suporte financeiro necessário para que o circuito continuasse a abrigar a deficitária etapa da Fórmula 1.

O retorno de Michael Schumacher, na temporada de 2010, injetou novo fôlego à prova germânica, apesar de o desempenho do campeoníssimo não ter sido parecido àquele de seus anos áureos na categoria.

Alguns circuitos utilizados

AVUS
Nürburgring (Anel Norte)
Nürburgring
Hockenheimring (antigo)
Hockenheimring (atual)

Patrocinadores

O interesse financeiro que hoje norteia a realização das provas automobilísticas em geral possibilita às empresas interessadas a adição de seu nome à denominação oficial das corridas de automóvel.

Estes foram os principais patrocinadores do Grande Prêmio da Alemanha e que tiveram seus nomes adicionados à designação das edições do evento:

1987-2006: Mobil 1

2008-2014: Santander

2018: Emirates

2019: Mercedes-Benz

Ganhadores

Por ano

O fundo rosa mostra quando a prova não fez parte do Mundial de Fórmula 1.

O fundo creme indica as edições da época do Pré-Guerra, que integraram o Campeonato Europeu de Automobilismo.

Ano Vencedor Equipe Circuito Resumo
2019 Max Verstappen Red Bull-Honda Hockenheimring Detalhes
2018 Lewis Hamilton Mercedes Hockenheimring Detalhes
Não houve em 2017
2016 Lewis Hamilton Mercedes Hockenheimring Detalhes
Não houve em 2015
2014 Nico Rosberg Mercedes Hockenheimring Detalhes
2013 Sebastian Vettel Red Bull-Renault Nürburgring Detalhes
2012 Fernando Alonso Ferrari Hockenheimring Detalhes
2011 Lewis Hamilton McLaren-Mercedes Nürburgring Detalhes
2010 Fernando Alonso Ferrari Hockenheimring Detalhes
2009 Mark Webber Red Bull-Renault Nürburgring Detalhes
2008 Lewis Hamilton McLaren-Mercedes Hockenheimring Detalhes
Não houve em 2007
2006 Michael Schumacher Ferrari Hockenheimring Detalhes
2005 Fernando Alonso Renault Hockenheimring Detalhes
2004 Michael Schumacher Ferrari Hockenheimring Detalhes
2003 Juan Pablo Montoya Williams-BMW Hockenheimring Detalhes
2002 Michael Schumacher Ferrari Hockenheimring Detalhes
2001 Ralf Schumacher Williams-BMW Hockenheimring Detalhes
2000 Rubens Barrichello Ferrari Hockenheimring Detalhes
1999 Eddie Irvine Ferrari Hockenheimring Detalhes
1998 Mika Häkkinen McLaren-Mercedes Hockenheimring Detalhes
1997 Gerhard Berger Benetton-Renault Hockenheimring Detalhes
1996 Damon Hill Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1995 Michael Schumacher Benetton-Renault Hockenheimring Detalhes
1994 Gerhard Berger Ferrari Hockenheimring Detalhes
1993 Alain Prost Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1992 Nigel Mansell Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1991 Nigel Mansell Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1990 Ayrton Senna McLaren-Honda Hockenheimring Detalhes
1989 Ayrton Senna McLaren-Honda Hockenheimring Detalhes
1988 Ayrton Senna McLaren-Honda Hockenheimring Detalhes
1987 Nelson Piquet Williams-Honda Hockenheimring Detalhes
1986 Nelson Piquet Williams-Honda Hockenheimring Detalhes
1985 Michele Alboreto Ferrari Nürburgring Detalhes
1984 Alain Prost McLaren-TAG Hockenheimring Detalhes
1983 René Arnoux Ferrari Hockenheimring Detalhes
1982 Patrick Tambay Ferrari Hockenheimring Detalhes
1981 Nelson Piquet Brabham-Ford Hockenheimring Detalhes
1980 Jacques Laffite Ligier-Ford Hockenheimring Detalhes
1979 Alan Jones Williams-Ford Hockenheimring Detalhes
1978 Mario Andretti Lotus-Ford Hockenheimring Detalhes
1977 Niki Lauda Ferrari Hockenheimring Detalhes
1976 James Hunt McLaren-Ford Nürburgring Detalhes
1975 Carlos Reutemann Brabham-Ford Nürburgring Detalhes
1974 Clay Regazzoni Ferrari Nürburgring Detalhes
1973 Jackie Stewart Tyrrell-Ford Nürburgring Detalhes
1972 Jacky Ickx Ferrari Nürburgring Detalhes
1971 Jackie Stewart Tyrrell-Ford Nürburgring Detalhes
1970 Jochen Rindt Lotus-Ford Hockenheimring Detalhes
1969 Jacky Ickx Brabham-Ford Nürburgring Detalhes
1968 Jackie Stewart Matra-Ford Nürburgring Detalhes
1967 Denny Hulme Brabham-Repco Nürburgring Detalhes
1966 Jack Brabham Brabham-Repco Nürburgring Detalhes
1965 Jim Clark Lotus-Climax Nürburgring Detalhes
1964 John Surtees Ferrari Nürburgring Detalhes
1963 John Surtees Ferrari Nürburgring Detalhes
1962 Graham Hill BRM Nürburgring Detalhes
1961 Stirling Moss Lotus-Climax Nürburgring Detalhes
1960 Jo Bonnier Porsche Nürburgring Detalhes
1959 Tony Brooks Ferrari AVUS Detalhes
1958 Tony Brooks Vanwall Nürburgring Detalhes
1957 Juan Manuel Fangio Maserati Nürburgring Detalhes
1956 Juan Manuel Fangio Ferrari Nürburgring Detalhes
Não houve em 1955
1954 Juan Manuel Fangio Mercedes Nürburgring Detalhes
1953 Giuseppe Farina Ferrari Nürburgring Detalhes
1952 Alberto Ascari Ferrari Nürburgring Detalhes
1951 Alberto Ascari Ferrari Nürburgring Detalhes
1950 Alberto Ascari Ferrari Nürburgring Detalhes
Não houve de 1940 a 1949
1939 Rudolf Caracciola Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1938 Dick Seaman Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1937 Rudolf Caracciola Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1936 Bernd Rosemeyer Auto Union Nürburgring Detalhes
1935 Tazio Nuvolari Alfa Romeo Nürburgring Detalhes
1934 Hans Stuck Auto Union Nürburgring Detalhes
Cancelado em 1933
1932 Rudolf Caracciola Alfa Romeo Nürburgring Detalhes
1931 Rudolf Caracciola Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
Cancelado em 1930
1929 Louis Chiron Bugatti Nürburgring Detalhes
1928 Rudolf Caracciola
Christian Werner
Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1927 Otto Merz Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1926 Rudolf Caracciola Mercedes-Benz AVUS Detalhes

Por pilotos, equipes e países que mais venceram1

↑1 (Última atualização: GP da Alemanha de 2018)
Contabilizados somente os resultados válidos pelo Mundial de Fórmula 1

Recordes do Grande Prêmio da Alemanha

Ligações externas

This article is issued from Wikipedia. The text is licensed under Creative Commons - Attribution - Sharealike. Additional terms may apply for the media files.