Júlio Lopes
Júlio Lopes (Rio de Janeiro, 6 de abril de 1959) é um administrador de empresas e político brasileiro, filiado ao Partido Progressista (PP).
| Júlio Lopes | |
|---|---|
![]() Júlio Lopes | |
| Deputado federal pelo Rio de Janeiro | |
| Período | 1.º - 1º de fevereiro de 2015 até 30 de janeiro de 2019 2.º - 15 de junho de 2021 3º - Tomará posse em 1 de fevereiro de 2023 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 6 de abril de 1959 (63 anos) Rio de Janeiro, Brasil |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Partido | PP (2001-presente) |
| Profissão | Administrador de empresas |
Biografia
É formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Administração Escolar e Marketing pela Faculdade de Ciências Públicas e Econômicas do Rio de Janeiro.[1]
Foi secretário de transportes durante o governo de Sérgio Cabral Filho, quando chegou a ser responsabilizado pelo acidente e posterior paralisação do serviço de bondes de Santa Teresa (Rio de Janeiro).[2]
Em 2014 foi eleito deputado federal para a 55.ª legislatura (2015-2019).[3]
Em 2016 votou a favor da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[4] Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[4] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[4][5]
Em abril de 2017, teve seu nome divulgado nas delações da Odebrecht na Operação Lava Jato como o quinto político que mais teria recebido dinheiro de caixa dois.[6][7][8]
Em agosto de 2017 votou a favor do presidente Michel Temer, no processo em que se pedia abertura de investigação, e que poderia lhe afastar da presidência da república.[9] Foi vice-líder do Governo Temer.[10]
Nas eleições de 2018, foi novamente candidato a deputado federal, mas não conseguiu ser reeleito. Com cerca de 40 mil votos, ficou como segundo suplente na coligação DEM/MDB/PP/PTB.[11] Reassumiu a vaga na Câmara em junho de 2021 após a nomeação de Juninho do Pneu para a secretaria estadual de Transportes.
Nas eleições de 2022 se elegeu como deputado federal pelo Rio de Janeiro, com 49.999 votos.[12]
Referências
- «Biografia». Julio Lopes. Consultado em 17 de abril de 2017
- Câmara Federal. «O bondinho do Rio, o bravo motorneiro, o governador poltrão e o secretário vigarista». Consultado em 21 de dezembro de 2016
- Câmara Federal. «Júlio Lopes». Consultado em 21 de dezembro de 2016
- G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017
- Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017
- «Cabral e Kassab lideram ranking de repasses ilegais, segundo delator». Folha de S.Paulo. Uol. 14 de abril de 2017. Consultado em 17 de abril de 2017
- «Cabral e Kassab lideram ranking do caixa 2». Folha pe. Consultado em 17 de abril de 2017
- «Planilha mostra que Sérgio Cabral recebeu R$ 60 milhões em caixa 2». G1. Globo.com. 14 de abril de 2017
- Deutsche Welle (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Carta Capital. Consultado em 18 de setembro de 2017
- «Relatores das reformas trabalhista e tributária são derrotados». Valor Econômico
- «Senadores e deputados federais/estaduais eleitos: Apuração e resultado das Eleições 2018 RJ - UOL Eleições 2018». UOL Eleições 2018. Consultado em 11 de outubro de 2018
- «Conheça os deputados federais mais votados no Rio de Janeiro». R7.com. 2 de outubro de 2022. Consultado em 10 de outubro de 2022

