Rodrigo Cunha

Rodrigo Santos Cunha (Arapiraca, 11 de maio de 1981) é um advogado e político brasileiro, filiado ao União Brasil (UNIÃO)[1]. Atualmente, exerce o cargo de Senador da República por Alagoas. É filho da ex-deputada federal Ceci Cunha, assassinada em 1998.

Rodrigo Cunha
Rodrigo Cunha
Senador por Alagoas
Período 1º de fevereiro de 2019
até atualidade
Deputado estadual de Alagoas
Período 1º de fevereiro de 2015
até 31 de janeiro de 2019
Dados pessoais
Nascimento 11 de maio de 1981 (41 anos)
Arapiraca, Alagoas
Partido PSDB (2013-2022)
UNIÃO (2022-presente)
Profissão advogado

Família e Formação

Rodrigo Cunha nasceu em 11 de maio de 1981 em Arapiraca. Filho da médica Ceci Cunha e do comerciante Juvenal Cunha.

Possui graduação em Direito pela UFAL (2005), pós-graduado em Direito do Consumidor pela Uniderp e em Gestão Estratégica Empresarial pelo ISLA.

Em 1998, sua mãe, então deputada federal junto com seu pai e sua avó foram assassinados em tiroteio, o crime foi encomendado pelo suplente da sua mãe para que ele pudesse assumir o cargo de deputado federal.[2]

Foi Superintendente do PROCON do Estado de Alagoas (2008-2015), Vice-Presidente do Conselho Estadual de Proteção ao Consumidor, Vice-Presidente da Associação Brasileira dos Procons (2013-2015) e membro da Comissão Nacional de Defesa do Consumidor e Acesso à Justiça.

Rodrigo Cunha separou-se em 2018 de Lavínia Cavalcanti, com quem foi casado e teve dois filhos, João Juvenal, nascido em 2008, e Luna Ceci, nascida em 2011. [3]

Carreira Política

Deputado Estadual

Nas eleições estaduais de 2014, foi o deputado estadual mais bem votado de Alagoas, com 60 759 votos.[4]

Foi Presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Informação, vice presidente da Comissão de Administração e membro da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública e da Comissão de Transporte, Comunicação, Serviços e Obras Públicas.[5]

Senador da República

Nas eleições estaduais de 2018, foi eleito senador por Alagoas, obtendo 895.738 votos, o que corresponde a 34,42% dos votos válidos. Assim sendo o Senador mais votado de seu estado.[6]

Apesar de eleito como filiado pelo PSDB, fez uma campanha independente. No início da corrida eleitoral, demonstrou insatisfação com a coligação feita por seu partido para a disputa pelo governo do estado e seguiu fazendo campanha sem associar sua imagem à chapa majoritária do partido.[6]

Em junho de 2019, votou contra o Decreto das Armas do governo, que flexibilizava porte e posse para o cidadão.[7]

Em fevereiro de 2021, foi eleito presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal do Brasil para o biênio 2021-2022.[8]

Referências

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