Dexco
Dexco, anteriormente Duratex,[3] é uma empresa brasileira de capital aberto, com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Foi fundada em 1951[4] e é controlada pela Itaúsa que possui 40% das ações da Duratex e o Grupo Ligna com 20% das ações, o restante está na Bolsa de Valores de São Paulo.[5]
| Dexco | |
|---|---|
| Razão social | Dexco S.A. |
| Empresa de capital aberto | |
| Slogan | Soluções para Melhor Viver |
| Cotação | B3: DXCO3 |
| Atividade | Construção Civil |
| Gênero | Sociedade anônima |
| Fundação | 1951 (72 anos) |
| Sede | São Paulo, SP, Brasil |
| Proprietário(s) | Itaúsa Grupo Ligna |
| Presidente | Antonio Joaquim de Oliveira |
| Produtos | Produtos de madeira Instalações sanitárias Louças Metais sanitários Painéis de madeira Móveis Contraplacado Revestimentos cerâmicos |
| Subsidiárias | Deca Hydra Durafloor Ceusa |
| Valor de mercado | |
| Lucro | |
| Faturamento | |
| Website oficial | www.dex.co |
Atualmente, o grupo Dexco está por trás de diversas marcas, como a Durafloor (pisos laminados e LVT), Deca (louças e metais sanitários), Hydra (produtos para aquecimento de água e válvulas), Duratex (painéis de madeira e revestimentos de paredes e forros) e Ceusa (revestimentos cerâmicos).
Mantém sua sede administrativa em São Paulo e está presente na Argentina, através da Deca Piazza, nos Estados Unidos e na Europa, por intermédio das subsidiárias comerciais Duratex North America e Duratex Europe, respectivamente.[6]
Fabricante de produtos de madeira, Instalações sanitárias, louças e metais sanitários, destinados à indústria de móveis e à construção civil, conta com aproximadamente 11.000 colaboradores. Possui oito unidades industriais, sete localizadas no estado de São Paulo e uma no Rio Grande do Sul[7].
Em junho de 2009, a Duratex incorporou a fabricante de painéis de madeira Satipel, a operação concluída o Grupo Ligna que era o proprietário da Satipel passou a ser um grande acionista da Duratex.[8]
Em 1 de julho de 2015, anunciou a compra da fabricante de chuveiros e torneiras, a Corona por 116,2 milhões de reais.[9]
Em 15 de agosto de 2017, a Duratex assinou o contrato de compra da Ceusa, uma das principais produtoras de revestimentos cerâmicos do País. A empresa foi adquirida por R$ 280 milhões (100% das ações). A operação foi aprovada sem restrições, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). [10]
No dia 22 de maio de 2019, anunciou acordo para comprar a Cecrisa, fabricante de revestimentos cerâmicos e detentora da marca Portinari em operação que ultrapassa R$ 1 bilhão.[11] A Cecrisa tem capacidade de produção de 20 milhões de metros quadrados por mês em três unidades fabris no Brasil, das quais duas em Santa Catarina e uma em Minas Gerais.
Curiosidades
O logo da empresa era um rinoceronte estilizado, representando a durabilidade dos produtos. Depois, o logo representava a combinação de uma gota d'água com a forma do chifre do rinoceronte, remetendo ao mercado de atuação das marcas Deca e Hydra, não deixando de lado a homenagem ao seu histórico reconhecimento pela qualidade duradoura de seus produtos, cuja garantia ultrapassa os 10 anos em grande parte do portfólio de produtos.[12]
Referências
- http://www.bloomberg.com/quote/DTEX3:BZ
- http://www.duratex.com.br/ri
- «Duratex muda nome para DexCo e anuncia R$ 2,5 bi em investimentos». economia.uol.com.br. Consultado em 9 de janeiro de 2022
- http://www.acaoereacao.net/RaioXDuratex.html
- http://www.grupoligna.com.br/index.php/quem-somos/duratex/
- http://www.deca.com.br/deca/duratex/
- http://www.securities.com/Public/company-profile/BR/Duratex_SA_pt_1154306.html
- http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1203062-9356,00-DURATEX+DA+ITAUSA+E+SATIPEL+ANUNCIAM+FUSAO.html
- http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2015/07/duratex-assina-compra-da-ducha-corona-por-r-116-milhoes.html
- https://www.istoedinheiro.com.br/duratex-conclui-compra-da-ceusa-por-r-280-milhoes/
- «Duratex acerta acordo para comprar rival Cecrisa por até R$ 539 milhões». G1. Consultado em 23 de maio de 2019
- Revista Superinteressante, O Mistério das Marcas, edição 261, janeiro de 2009, p. 34