Luisa Stefani
Luisa Veras Stefani (São Paulo, 9 de agosto de 1997) é uma tenista brasileira, medalhista olímpica e primeira mulher brasileira, na Era Aberta, a entrar no Top 10 do ranking de duplas da WTA. Especialista em duplas, possui 4 títulos WTA, sendo dois deles títulos de WTA 1000, Toronto em 2021 e Guadalajara em 2022. Em Tóquio 2020, ao lado de Laura Pigossi, conquistou o bronze, garantindo a primeira medalha da história do tênis brasileiro em Jogos Olímpicos.[1]
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| Luisa Stefani durante os Jogos Olímpicos de Tóquio | |||||||||||||||||
| País | |||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Residência | Wesley Chapel, Estados Unidos | ||||||||||||||||
| Data de nascimento | 9 de agosto de 1997 (25 anos) | ||||||||||||||||
| Local de nasc. | São Paulo, Brasil | ||||||||||||||||
| Altura | 1,68 m | ||||||||||||||||
| Profissionalização | 2015 | ||||||||||||||||
| Mão | destra | ||||||||||||||||
| Material Esportivo | Fila | ||||||||||||||||
| Prize money | US$ 544,062 | ||||||||||||||||
| Simples | |||||||||||||||||
| Vitórias-Derrotas | 85–65 | ||||||||||||||||
| Títulos | 0 | ||||||||||||||||
| Melhor ranking | 431ª (20/05/2019) | ||||||||||||||||
| Duplas | |||||||||||||||||
| Vitórias-Derrotas | 200–81 | ||||||||||||||||
| Títulos | 5 | ||||||||||||||||
| Melhor ranking | 9ª (01/11/2021) | ||||||||||||||||
| Ranking atual duplas | 55ª (24/10/2022) | ||||||||||||||||
| Resultados de Grand Slam de Duplas | |||||||||||||||||
| Open da Austrália | 3R (2020, 2021) | ||||||||||||||||
| Roland Garros | 3R (2020) | ||||||||||||||||
| Wimbledon | 1R (2021) | ||||||||||||||||
| US Open | SF (2021) | ||||||||||||||||
| Torneios principais de duplas | |||||||||||||||||
| Jogos Olímpicos | |||||||||||||||||
| Duplas Mistas | |||||||||||||||||
| Open da Austrália | 2R (2021) | ||||||||||||||||
| Wimbledon | 2R (2021) | ||||||||||||||||
| US Open | 1R (2021) | ||||||||||||||||
| Torneios principais de duplas mistas | |||||||||||||||||
| Jogos Olímpicos | 1R (2020) | ||||||||||||||||
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| Última atualização em: 24 de outubro de 2022. | |||||||||||||||||
Em 1 de novembro de 2021, atingiu seu melhor ranking de duplas, 9º lugar na lista da WTA. Seu melhor ranking em simples é 431, atingido em 20 de maio de 2019. Stefani foi a décima do ranking juvenil em 30 de março de 2015.
Embora tenha chegado à semifinal do US Open juvenil de duplas em 2015, Stefani buscou se dedicar às partidas de duplas mais seriamente somente em 2017. Seu sucesso começou em 2019, ao vencer um ITF de alto nível em junho, e ganhar seu primeiro WTA em setembro. Ganha mais 2 WTA 125 em novembro de 2019 e fevereiro de 2020, e alcança as oitavas-de-final do Australian Open, chegando assim ao top 50 mundial de duplas.
Carreira
Início juvenil e universitário
Começou a jogar tênis aos 10 anos, inscrita pela mãe que tinha entrado em aulas do esporte para ficar melhor no frescobol. Aos 14 se mudou para a Flórida, e jogou as chaves principais dos quatro Grand Slams juvenis, atingindo as semifinais de duplas de Roland Garros em 2014 e do US Open em 2015. Atinge a 10a. posição do ranking juvenil da ITF, e joga pela chave principal de um torneio da WTA no 2015 Brasil Tennis Cup como convidada da organização. Em seguida conseguiu uma bolsa universitária para jogar tênis pela Pepperdine University, onde também estudou publicidade antes de trancar o curso. Sua produtiva carreira universitária teve Stefani nomeada pela ITA (Intercollegiate Tennis Association) caloura do ano 2015, compilando uma campanha de 40–6 em sua primeira temporada, na qual foi semifinalista do NCAA Singles Championships de 2015 - derrotada pela campeã Danielle Collins - e chegou a atingir a 2a. posição no ranking da ITA.[2][3][4]
2015–2018
Entre 2015 e 2018, ainda no circuito universitário americano, dedica-se parcialmente ao circuito profissional da ITF, o que não a impede de conquistar 10 títulos e atingir outras 5 finais de duplas naquele circuito. Termina 2018 como 215ª. do mundo em duplas e 753ª. em simples.
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2019
Em seu primeiro ano integralmente como profissional, Stefani decidiu largar as simples e focar nas duplas, que já vinham sendo mais produtivas, depois de seu primeiro torneio do ano da WTA em Monterrey, para o qual Giuliana Olmos a convidou e a dupla acabaria sendo semifinalista, fazendo Stefani disparar no ranking.[5] Ao longo do ano, conquistou, em duplas, os ITFs de Petit-Bourg (com Quinn Gleason), São Paulo, Curitiba (ambos com Paula Cristina Gonçalves) e Ilkley (com Beatriz Haddad Maia), além de atingir a final em Cagnes-sur-Mer (com Beatriz Haddad Maia). Sua primeira participação em chave principal de Grand Slam ocorre em Roland Garros, tendo como parceira Astra Sharma, no qual entram como alternates e são derrotadas na primeira rodada por Shelby Rogers e Mónica Puig em jogo duro, com duas horas e trinta e cinco minutos de duração (4–6, 7–6 e 6–7).[6] Nos Jogos Pan-Americanos de 2019 em Lima, ganhou um bronze ao lado de Carolina Meligeni Alves.
Em setembro, tendo como parceira Hayley Carter, alcança a primeira final de duplas na WTA no WTA de Seul e, na semana seguinte, conquista o primeiro título de WTA no Tashkent Open. Com essas campanhas, entra no top 100 e alcança o melhor ranking da carreira em duplas, 75º. lugar, em 21 de outubro. A partir daí, Luisa firma parceria fixa com Hayley Carter.
2020
Em 2020 a dupla Stefani/Carter chega à 3a rodada do Aberto da Austrália, vence o Oracle Challenger Series de Newport e chega às quartas-de-final de Dubai em fevereiro, e na volta oficial dos torneios depois da pandemia de COVID-19, vence o WTA de Lexington em agosto. Com isso, entram no top 40 do mundo pela primeira vez.[7] No US Open, em setembro, ela fez sua melhor campanha em Grand Slams na carreira, ao atingir as quartas-de-final, derrotando as cabeças-de-chave n.6 do torneio nas oitavas.[8] Duplistas femininas do Brasil não chegavam tão longe em um Grand Slam desde 1982, quando Patricia Medrado e Cláudia Monteiro chegaram às quartas de final de Wimbledon.[9] No Premier 5 (no masculino, Masters 1000) de Roma, ela faz outra grande campanha, chegando às semifinais e perdendo apenas para a dupla cabeça-de-chave n.1 do torneio. Com isso, sobe para a posição de n.33 no ranking mundial.[10]
2021
Ao lado de Carter, Stefani chegou em sua primeira final de um WTA 1000 em Miami, para em seguida desistir de Roland Garros por uma apendicite.[4] Como Carter se machucou em Wimbledon, onde ambas caíram na primeira rodada, Stefani anunciou que no segundo semestre faria dupla com a canadense Gabriela Dabrowski.[11] Para as Olimpíadas de Tóquio, Stefani estava garantida nas duplas mistas ao lado de Marcelo Melo, e de última hora recebeu uma vaga na chave feminina junto de Laura Pigossi.[12] Enquanto nas mistas perdeu logo na estreia para Novak Djokovic e Nina Stojanovic, na feminina Stefani e Pigossi surpreenderam ao chegar na semifinal, e apesar da derrota nesta fase, vencerem de virada a disputa do bronze.[4][3]

Stefani e Pigossi se tornaram as primeiras brasileiras a obter uma medalha olímpica no tênis na história, superando a campanha de Fernando Meligeni, que obteve a 4ª colocação em 1996. A medalha foi uma das mais inesperadas, por diversos fatores: a vaga veio uma semana antes da abertura dos Jogos, já que ambas não tinham posições tão altas, com Stefani classificada em 23º lugar no ranking de duplas da WTA, e Pigossi apenas na 190ª posição. Elas não tinham nenhum costume de jogarem juntas em torneios, com a última ocasião sendo uma derrota na Copa Billie Jean King em fevereiro de 2020.
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Durante a campanha, salvaram oito match-points das duplas adversárias: quatro nas oitavas de final contra a dupla tcheca Pliskova e Vondrousova, e mais quatro na disputa pela medalha de bronze. Na teoria, todas as duplas adversárias seriam superiores: na primeira rodada elas derrotaram as canadenses, que eram cabeças-de-chave n.7 do torneio; nas oitavas, a dupla tcheca contava com Karolína Plíšková, que foi n.1 do mundo em simples e n.11 em duplas, e a eventual medalhista de prata nos simples Markéta Vondroušová; na quartas derrotaram as americanas, cabeças-de-chave n.4 do torneio, que contavam com Bethanie Mattek-Sands, campeã das duplas mistas de 2016, ex-n.1 do mundo em duplas e campeã de 5 Grand Slams de duplas; na disputa do bronze, derrotaram a dupla russa que havia sido finalista em Wimbledon no mesmo mês, e contava com Elena Vesnina, a campeã olímpica de duplas de 2016, ex-n.1 do mundo em duplas, e campeã de 3 Grand Slams de duplas.[13][14][15]
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Após as Olimpíadas, jogando com Dabrowski, ela se torna vice-campeã do WTA de San José, subindo para o nº 22 do mundo. [16] No torneio seguinte, o WTA 1000 de Montreal, elas chegam ao título derrubando a dupla nº 1 do torneio, Mertens/Sabalenka, nas quartas,[17] a forte dupla Kudermetova/Rybakina na semi [18] e a dupla cabeça de chave n.6 na final, todas em sets diretos, com isto, garantindo o primeiro top 20 da história do tênis de dupla feminino do Brasil, e o primeiro título de WTA 1000 de Stefani.[19] A ascensão meteórica de Stefani continuou no WTA 1000 de Cincinnati, na semana seguinte, onde ela e Dabrowski terminaram como vice-campeãs. Com isso, Stefani chega ao posto de nº 17 do mundo. [20]
Stefani chegou ao auge de sua carreira no US Open de 2021. Ela chegou pela primeira vez à uma semifinal de Grand Slam, sendo também a primeira semifinal de US Open de Dabrowski. Foi a primeira brasileira a chegar tão longe em um Grand Slam em duplas femininas desde Maria Esther Bueno, em 1968.[21] Porém, no tiebreak do 1º set na semifinal, Stefani pisou de mau jeito, torcendo sua perna e caindo com fortes dores na quadra. Ela teve que abandonar o jogo em uma cadeira de rodas. Posteriormente, foi detectado um rompimento no ligamento do joelho, forçando Stefani a abandonar o circuito tenístico pelo resto de 2021. Com a semifinal, Stefani atingiu seu melhor ranking na carreira, o posto de nº 13 duplista do mundo, a apenas 5 pontos da nº 12, a chilena Alexa Guarachi. Caso tivesse sido campeã do torneio, teria entrado entre as dez melhores.[22][23][24] No dia 27 de setembro em Chicago nos Estados Unidos , Luisa foi submetida a uma operação bem sucedida em seu joelho para ajudar na recuperação da lesão. [25][26] [27] [28] Mais tarde Stefani revelou que caso não tivesse se lesionado, depois de Indian Wells iria jogar torneios de simples no Brasil.[29] Em novembro voltou para São Paulo para sua recuperação, retomando os treinos em março de 2022 para voltar às quadras no segundo semestre. Além de duplas, com uma parceira ainda a definir já que muitas fecharam duplas até o fim do ano, incluindo Dabrowski, deseja disputar mais torneios de simples para aproveitar o recomeço depois de longa pausa.[30][31]
Em novembro de 2021 Luisa alcançou, mesmo sem jogar a algumas semanas devido a lesão em seu joelho, o 9º lugar do ranking de duplas da WTA se tornando a 6ª tenista brasileira da historia a ficar entre as 10 melhores tenistas do mundo nesse ranking, se juntando a Maria Esther Bueno, que o fez antes da Era Aberta, Carlos Kirmayr, Guga, Bruno Soares e Marcelo Melo.[32] Também em novembro de 2021, Stefani foi eleita junto de Pigossi vencedora do Prêmio Brasil Olímpico 2021 na modalidade tênis.[33] [34] Em dezembro de 2021, uma das jogadas de Stefani e Dabrowski na semifinal de San Jose foi eleita "Ponto de duplas do ano" em votação do público no site da WTA, com a final também incluindo uma jogada de Stefani e Carter na final de Miami.[35][36] [37]
2022
Após longa recuperação, Luisa anunciou que voltaria a jogar no WTA de Tóquio em setembro de 2022, tendo a japonesa Ena Shibahara como parceira. Antes iria treinar no U.S. Open.[38] Durante o Grand Slam, em seu reencontro com Dabrowski ambas decidiram jogar juntas no Aberto de Chennai, uma semana antes de Tóquio.[39] Foi campeã em Chennai com Dabrowski, enquanto em Tóquio, não conseguiu superar a canadense e Olmos na primeira rodada.[40] Ao voltar para o Brasil, revelou que jogaria três torneios nas semanas seguintes com a australiana Storm Sanders.[41] No último campeonato, o WTA de Guadalajara, chegou ao título diante de Beatriz Haddad e Anna Danilina apesar de uma tempestade ter forçado Stefani e Sanders a jogarem a semifinal poucas horas antes.[42] O resultado também retornou Luisa às 100 primeiras da WTA, saltando 160 posições para o 55o lugar.[43]
Conquistas
Duplas: 1 (1 Medalha de Bronze)
| Resultado | Ano | Torneio | Superfície | Parceira | Adversário | Placar |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Medalha de Bronze |
2021 | Tenis nos Jogos Olímpicos: Tóquio 2020, Japão |
Piso Duro | 4–6, 6–4, [11–9] |
Finais
Circuito WTA
|
|
Duplas: 12 (5 títulos, 8 vices)
| Status | V–D | Data | Torneio | Cidade/país | Categoria | Piso | Parceira | Adversárias | Resultado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Venceu | 5-8 | 23 de Outubro de 2022 | GDL Open | WTA 1000 | Duro | 7–6(7–4), 6–7(2–7), [10–8] | |||
| Venceu | 4–8 | 18 de Setembro de 2022 | Chennai Open | WTA 250 | Duro | Anna Blinkova |
6–1, 6–2 | ||
| Perdeu | 3–8 | 21 de agosto de 2021 | Cincinnati Open | WTA 1000 | duro | 5–7, 3–6 | |||
| Venceu | 3–7 | 15 de agosto de 2021 | Canadian Open | WTA 1000 | duro | 6–3, 6–4 | |||
| Perdeu | 2–7 | 8 de agosto de 2021 | Mubadala Silicon Valley Classic | WTA 500 | duro | 1–6, 5–7 | |||
| Perdeu | 2–6 | 4 de abril de 2021 | Miami Open | WTA 1000 | duro | 2–6, 5–7 | |||
| Perdeu | 2–5 | 27 de fevereiro de 2021 | Adelaide International | WTA 500 | duro | 7–64, 4–6, [3–10] | |||
| Perdeu | 2–4 | 13 de janeiro de 2021 | Abu Dhabi WTA Women's Tennis Open | WTA 500 | duro | 6–75, 4–6 | |||
| Perdeu | 2–3 | 25 de outubro de 2020 | J&T Banka Ostrava Open | Premier | duro (coberto) | 1–6, 3–6 | |||
| Perdeu | 2–2 | Setembro de 2020 | Internationaux de Strasbourg | International | saibro | 4–6, 3–6 | |||
| Venceu | 2–1 | Agosto de 2020 | Top Seed Open | International | duro | 6–1, 7–5 | |||
| Venceu | 1–1 | Setembro de 2019 | Tashkent Open | International | duro | 6–3, 7–64 | |||
| Perdeu | 0–1 | Setembro de 2019 | KEB Hana Bank Korea Open | International | duro | 6–77, 6–3, [7–10] |
Duplas: 3 (2 títulos, 1 vice)
| Status | V–D | Data | Torneio | Cidade/país | Piso | Parceira | Adversárias | Resultado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Perdeu | 1-2 | Maio de 2021 | Oracle Challenger Series – Saint-Malo | saibro | 6-74-7, 6–4, [5–10] | |||
| Venceu | 2–0 | Fevereiro de 2020 | Oracle Challenger Series – Newport Beach | duro | 6–1, 6–3 | |||
| Venceu | 1–0 | Novembro de 2019 | Oracle Challenger Series – Houston | duro | 1–6, 6–4, [10–5] |
Duplas: 22 (15 títulos, 7 vices)
| Status | V–D | Data | Cidade/país | Categoria | Piso | Parceira | Adversárias | Resultado |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Venceu | 15–7 | Novembro de 2019 | 60.000 | saibro | 5–7, 6–3, [10–6] | |||
| Venceu | 14–7 | Junho de 2019 | 100.000 | grama | 6–4, 6–75, [10–4] | |||
| Perdeu | 13–7 | Maio de 2019 | 80.000 | saibro | 6–4, 2–6, [12–14] | |||
| Venceu | 13–6 | Março de 2019 | 25.000 | saibro | 6–73, 7–60, [10–2] | |||
| Venceu | 12–6 | Março de 2019 | 25.000 | saibro | 6–74, 6–0, [10–8] | |||
| Venceu | 11-6 | Janeiro de 2019 | 25.000 | duro | 7–5, 6–4 | |||
| Venceu | 10–6 | Novembro de 2018 | 60.000 | saibro | 6–0, 4–6, [10–7] | |||
| Perdeu | 9–6 | Outubro de 2018 | 60.000 | duro | 5–7, 7–5, [7–10] | |||
| Perdeu | 9–5 | Setembro de 2018 | 60.000 | duro | 7–64, 2–6, [8–10] | |||
| Venceu | 9–4 | Junho de 2018 | 25.000 | duro | 2–6, 6–3, [10–5] | |||
| Venceu | 8–4 | Dezembro de 2017 | 15.000 | saibro | 6–3, 6–1 | |||
| Venceu | 7–4 | Novembro de 2017 | 25.000 | saibro | 6–1, 6–4 | |||
| Venceu | 6–4 | Outubro de 2017 | 25.000 | saibro | 7–62, 7–63 | |||
| Venceu | 5–4 | Agosto de 2017 | 25.000 | duro | 6–3, 6–2 | |||
| Venceu | 4–4 | Julho de 2017 | 15.000 | saibro | 6–3, 6–2 | |||
| Venceu | 3–4 | Julho de 2017 | 15.000 | saibro | 6–4, 7–5 | |||
| Perdeu | 2–4 | Julho de 2017 | 25.000 | duro | 6–4, 4–6, [5–10] | |||
| Venceu | 2–3 | Junho de 2017 | 25.000 | duro | 6–3, 6–4 | |||
| Perdeu | 1–3 | Junho de 2017 | 25.000 | duro | 2–6, 6–3, [7–10] | |||
| Venceu | 1–2 | Setembro de 2016 | 50.000 | duro | 4–6, 6–4, [10–5] | |||
| Perdeu | 0–2 | Julho de 2016 | 25.000 | duro | 3–6, 6–3, [8–10] | |||
| Perdeu | 0–1 | Agosto de 2013 | 10.000 | saibro | 3–6, 4–6 |
Referências
- «É medalha! Luisa Stefani e Laura Pigossi levam bronze no tênis feminino». Correio Braziliense. Consultado em 31 de julho de 2021
- Intercollegiate Tennis Association Announces 2016 Division I National Award Winners
- As últimas são as primeiras
- Conheça Laura Pigossi e Luisa Stefani, que foram da vaga 'surpresa' à medalha inédita no tênis
- Doubles Dossier: Luisa Stefani makes waves with her Brazilian chill
- «Stefani entra nas duplas, mas perde duelo de 2h35». tenisbrasil.com.br. 29 de maio de 2019
- «Dupla Luisa Stefani e Harley Carter estreia com vitória no WTA de Cincinnati». globo.com. 23 de agosto de 2020
- «Stefani bate cabeças de chave 6 e está nas quartas». tenisbrasil.com.br. 5 de setembro de 2020
- «Campanha de Stefani é melhor do Brasil em 38 anos». tenisbrasil.com.br. 5 de setembro de 2020
- «Stefani alcança seu melhor ranking no 33º lugar». tenisbrasil.com.br. 21 de setembro de 2020
- Luisa Stefani define calendário até o US Open e anuncia nova parceira
- Luisa Stefani e Laura Pigossi herdam vaga e vão para os Jogos Olímpicos
- Luísa e Laura salvam 4 match-points e fazem história
- Luisa Stefani e Laura Pigossi conseguem virada histórica e levam o bronze no tênis
- Tokyo 2020: Pigossi and Stefani win historic bronze medal for Brazil
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- Luisa Stefani teve rompimento de ligamento no joelho
- https://ge.globo.com/tenis/noticia/luisa-stefani-passa-por-cirurgia-no-joelho-e-inicia-processo-de-recuperacao.ghtml
- https://www.terra.com.br/amp/esportes/tenis/luisa-stefani-tem-cirurgia-no-joelho-bem-sucedida-apos-lesao,049f20db684c68f82e5bf8c54775a302i3rydi1q.html
- https://www.uol.com.br/esporte/colunas/saque-e-voleio/2021/09/27/luisa-stefani-opera-joelho-e-nao-deve-voltar-ao-circuito-antes-de-maio.amp.htm
- https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/enm/2021/09/27/luisa-stefani-passa-por-cirurgia-e-foca-na-recuperacao.amp.htm
- https://www.uol.com.br/esporte/colunas/saque-e-voleio/2021/12/09/com-planos-de-voltar-em-maio-luisa-stefani-ja-tem-nova-parceira-na-mira.htm
- https://www.terra.com.br/esportes/tenis/mais-brasileira-luisa-stefani-se-recupera-perto-da-familia-e-mira-retorno-ao-tenis-no-2-semestre,fea9235ac57fe181104070ccb45bc762vogmkkbi.html
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- https://ge.globo.com/tenis/noticia/luisa-stefani-se-torna-6a-tenista-do-brasil-na-historia-a-atingir-o-top-10.ghtml
- https://www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2021/11/11/rebeca-rayssa-e-italo-estao-entre-finalistas-do-premio-brasil-olimpico.htm
- https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/91257/Stefani-e-Pigossi-levam-o-Premio-Brasil-Olimpico/
- https://www.olimpiadatododia.com.br/tenis/405771-luisa-stefani-ganha-premiacao-do-melhor-ponto-de-duplas-do-ano-da-wta/
- https://www.wtatennis.com/news/2418834/simona-halep-wins-wta-shot-of-the-year
- https://www.wtatennis.com/news/2415427/vote-now-2021-singles-and-doubles-shot-of-the-year
- Luisa Stefani terá parceira japonesa na volta ao circuito, em Tóquio
- https://ge.globo.com/google/amp/tenis/noticia/2022/09/08/luisa-stefani-antecipa-volta-as-quadras-para-o-wta-250-de-chennai.ghtml
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