Zilá Breitenbach
Zilá Maria Breitenbach (Três de Maio, 19 de novembro de 1941) é uma política e professora brasileira.[1]
| Zilá Breitenbach | |
|---|---|
![]() Zilá Breitenbach | |
| Deputada Estadual do Rio Grande do Sul | |
| Período | 4 de fevereiro de 2015 até a atualidade |
| Período | 1º de fevereiro de 2007 até 1º de fevereiro de 2015 |
| Prefeita de Três Passos | |
| Período | 1º de janeiro de 1997 até 1º de janeiro de 2005 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 19 de novembro de 1941 (81 anos) Três de Maio, Rio Grande do Sul |
| Partido | PSDB |
Em 1996, foi eleita Prefeita de Três Passos, com 6.904 votos (46,48%).[2] Foi reeleita prefeita em 2000, quando teve 8.806 votos (56,39%), derrotando o candidato Ido Rhoden do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).[3]
Zilá foi eleita Deputada Estadual em 2006 com 25.106 votos. Entre 2007 e 2009, exerceu o cargo de Presidente do PSDB do Rio Grande do Sul. Foi reeleita em 2010 com 34.700 votos.
Em 2010, foi uma das Deputadas Estaduais do Rio Grande do Sul que votou a favor do aumento de 73% nos próprios salários em dezembro, fato esse que gerou uma música crítica chamada "Gangue da Matriz" composta e interpretada pelo músico Tonho Crocco, que fala em sua letra os nomes dos 36 deputados (inclusive o de Zilá Breitenbach) que foram favoráveis a esse autoconcedimento salarial;[4] Giovani Cherini como presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul na ocasião entrou com uma representação contra o músico, Cherini falou que era um crime contra honra e o título era extremamente agressivo e fazia referência a criminosos que mataram o jovem Alex Thomas, na época Adão Villaverde que se tornou o sucessor na presidência da Assembleia Legislativa, expressou descontentamento discordando da decisão de Cherini,[5] mas em agosto do mesmo ano o próprio Giovani Cherini ingressou com petição pedindo o arquivamento contra o músico com a alegação que não era vítima no processo (seu nome não aparecia na letra, pois como presidente do parlamento gaúcho na ocasião não podia votar) e que defendia a liberdade de expressão,[6] na época Tonho recebeu apoio de uma loja que espalhou 20 outdoors pela capital Porto Alegre e também imenso apoio por redes sociais.[7]
Liderou a bancada do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na Assembleia Legislativa no período de 2013 e 2014,[8] tendo ocupado anteriormente esse mesmo posto durante o governo de Yeda Crusius. Em 2014, obteve a primeira suplente da coligação PSDB, Solidariedade e PRB, com 29.216 votos. Em 4 de fevereiro de 2015, foi empossada para seu terceiro mandato como Deputada Estadual.[9] Em 2018, reelegeu-se Deputada com 24.115 votos. Em 2021, assumiu o comando do PSDB Mulher no Estado. ref>«Zilá Breitenbach 45345». Gazeta do Povo. Consultado em 31 de outubro de 2018</ref>
Referências
- «Zilá Maria Breitenbach». Click RBS. 27 de agosto de 2010. Consultado em 20 de maio de 2013
- «Resultado da eleição de 1996». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 20 de maio de 2013
- «Resultado da Eleição de 2000». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 20 de maio de 2013
- «Política - 03/08/2011 - Tonho Crocco responde a ação criminal por música contra deputados». Consultado em 3 de setembro de 2022
- «Para Cherini, título de música de Tonho Crocco "é extremamente agressivo"». Consultado em 3 de setembro de 2022
- «Cherini diz em nota que processo contra Tonho Crocco deve terminar». Consultado em 3 de setembro de 2022
- «Justiça arquiva processo contra Tonho Crocco». Consultado em 3 de setembro de 2022
- «Definidos os líderes de bancada e partido para 2013/2014». JusBrasil. 8 de fevereiro de 2013. Consultado em 20 de maio de 2013
- Luís Gustavo Machado (6 de fevereiro de 2015). «Zilá Breitenbach assume o terceiro mandato na Assembleia Legislativa». Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Consultado em 16 de setembro de 2017. Arquivado do original em 17 de setembro de 2017
