Marcos Pereira
Marcos Antônio Pereira GCRB (Linhares, 4 de abril de 1972) é um advogado, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, professor e político brasileiro. É presidente nacional do Republicanos.
| Marcos Pereira | |
|---|---|
![]() Marcos Pereira | |
| Deputado federal por São Paulo | |
| Período | 1 de fevereiro de 2019 a atualidade |
| 1º Vice-presidente da Câmara dos Deputados e da Mesa do Congresso Nacional | |
| Período | 1 de fevereiro de 2019 a 3 de fevereiro de 2021 |
| Antecessor(a) | Fábio Ramalho |
| Sucessor(a) | Marcelo Ramos |
| 35.º Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil | |
| Período | 12 de maio de 2016 a 3 de janeiro de 2018 |
| Presidente | Michel Temer |
| Antecessor(a) | Armando Monteiro |
| Sucessor(a) | Marcos Jorge de Lima |
| Presidente Nacional do Republicanos | |
| Período | 9 de maio de 2011 até atualidade |
| Antecessor(a) | Vitor dos Santos |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Marcos Antonio Pereira |
| Nascimento | 4 de abril de 1972 (50 anos) Linhares, ES |
| Alma mater | Universidade Presbiteriana Mackenzie |
| Prêmio(s) | Ordem de Rio Branco[1] |
| Cônjuge | Margareth Pereira |
| Partido | PSB (2005-2010) Republicanos (2010-presente) |
| Religião | neopentecostalismo |
| Profissão | advogado |
| Website | www.marcospereira.com |
Biografia
Formado em Direito pela Universidade Paulista e especialista em Direito e Processo Penal pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Exerce, entre outras atividades, a docência em Direito Penal no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e é membro fundador da Comunidade de Juristas de Língua Portuguesa, uma comissão informal criada em 2009. Iniciou sua carreira política em 2005, quando filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), porém não exerceu função pública. Filiou-se ao Republicanos em 2010.
Ministro da Indústria e Comércio Exterior e Serviços
Em 12 de maio de 2016 foi nomeado, no governo interino de Michel Temer, para o cargo de Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, e a nomeação foi publicada na edição de 13 de maio do Diário Oficial da União (DOU).[2] Pediu demissão em 3 de janeiro de 2018 após ser mencionado na Operação Lava Jato, como beneficiário de propina da empresa Odebrecht; logo após houve renúncia do cargo para “tratar” de questões pessoais e partidárias.[3]
Referências
- «Decreto presidencial de 19 de abril de 2017». Imprensa Nacional (pdf). Consultado em 29 de setembro de 2020
- «Imprensa Nacional - Visualização dos Jornais Oficiais». pesquisa.in.gov.br. Consultado em 9 de janeiro de 2017
- Arbex, Thais (3 de janeiro de 2018). «Ministro da Indústria e Comércio pede demissão; governo Temer tem terceira baixa em um mês». Folha de S. Paulo. Consultado em 3 de janeiro de 2018

.jpg.webp)
