Estação Ferroviária de Alcântara-Mar

A Estação Ferroviária de Alcântara-Mar é uma interface das Linhas de Cascais e Cintura, que serve a freguesia de Alcântara, na cidade de Lisboa, em Portugal. Foi inaugurada, como terminal provisório do Ramal de Cascais, em 6 de Dezembro de 1890.[5][6] Em 1891, foi inaugurado o ramal até Alcântara-Terra.[7] Na década de 1920, a estação foi alvo de profundas obras de remodelação, tendo sido electrificadas as vias e construído um novo edifício de passageiros, desenhado pelo arquitecto Cottinelli Telmo.[8][9]

Alcântara-Mar
Estação Ferroviária de Alcântara-Mar
a estação de Alcântara-Mar, em 2018
Identificação:[1] 69039 AMA (Alcânt-Mar)
Denominação: Estação de Alcântara-Mar
Administração: Infraestruturas de Portugal (centro)[2]:3.3.3.2
Classificação: E (estação)[3][4]
Tipologia: B [2]5.3.1.1
Linha(s):
Altitude: 5 m (a.n.m)
Coordenadas: 38°42′8.61″N × 9°10′26.87″W

(≍+38.70239;−9.17413)

(mais mapas: 🌍)
Concelho: Lisboa
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Estação seguinte
Santos
Cais do Sodré
  C   Belém
Cascais
Santos
Cais do Sodré
    Belém
Oeiras
Cais do Sodré
Terminal
    Algés
Cascais

1980s:
Coroa: Coroa L Navegante
Conexões:
Ligação a elétricos
15E 18E
Ligação a autocarros
201 712 720 728 732 738 760
Serviço de táxis
LSB
Equipamentos:
Inauguração: 6 de dezembro de 1890 (há 132 anos)
Website:
 Nota: Para outras infraestruturas e equipamentos de transporte público com nomes semelhantes ou relacionados, veja Estação Alcántara, Estação Ferroviária de Alcântara-Terra, Gare Marítima de Alcântara ou Estação Ferroviária de Alcantarilha.
Aspetos da estação Alcântara-Mar, à superfície e no subsolo.

Descrição

Localização e acessos

Esta estação situa-se junto à Avenida da Índia, em Lisboa.[10]

Acesso à passagem inferior sob a Av. Índia, na Estação de Alcântara-Mar

Caraterização física

Em Janeiro de 2011, possuía duas vias de circulação, ambas com 228 m de comprimento; as plataformas tinham 217 e 206 m de extensão, e apresentavam ambas 110 cm de altura.[11] O edifício de passageiros situa-se do lado norte da via (lado direito do sentido ascendente, a Cascais).[12][13] Nesta estação insere-se na rede ferroviária o ramal particular Liscont.[1]

Serviços

Todos os comboios da Linha de Cascais aqui efectuam paragem possibilitando transbordo à Linha de Cintura. Esta conexão fazia-se por intermédio de um passadiço vermelho entre as estações de Alcântara-Mar e de Alcântara-Terra, que foi demolido entre os finais de 2008 e inícios de 2009, após vários anos sem qualquer manutenção. Neste ano foi igualmente anunciada a ligação direta entre as duas estações, através de túnel ferroviário a construir, com a possibilidade de comboios regulares Cascais-Campolide — tal ligação não chegou a ser construída.[carece de fontes?]

História

Ver artigo principal: História da Linha de Cascais
Vista geral da Estação, em 2011

Século XIX

Um alvará de 9 de Abril de 1887 autorizou a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses a construir uma linha férrea ao longo do Rio Tejo, ligando a Estação de Santa Apolónia, no Cais dos Soldados, à zona de Alcântara, que poderia ser prolongada até Cascais.[14] Assim, a Companhia iniciou a construção, tendo o Ramal de Cascais sido inaugurado em 30 de Setembro de 1889, ligando inicialmente Pedrouços a Cascais.[15] O lanço seguinte, até Alcântara-Mar, entrou ao serviço em 6 de Dezembro de 1890.[5][6] A ligação até Alcântara-Terra, pelo Ramal de Alcântara, abriu à exploração em 10 de Agosto de 1891.[15] O lanço seguinte do Ramal de Cascais, entre Alcântara-Mar e Cais do Sodré, foi inaugurado em 4 de Setembro de 1895.[5][6]

Em 1896, estava prevista a instalação de iluminação a gás em várias estações da Linha de Cascais, incluindo a de Alcântara-Mar.[16] Em 28 de Julho, foi duplicado o troço entre Belém e Alcântara-Mar.[15] Nesse ano, foi organizado um comboio especial desde Alcântara-Mar até Sintra, para os passageiros do cruzeiro Cordillère, que assim evitaram a passagem pelo Rossio; esta experiência teve bons resultados, tendo sido a génese de uma alteração de 1898 no traçado do Sud Expresso, que passou a circular, uma vez por semana, por Alcântara-Mar.[17] Desta forma, possibilitou-se que os passageiros deste comboio e as suas bagagens fossem directamente para o cais, o que melhorou consideravelmente os serviços.[17]

Em 1 de Fevereiro de 1897, foi concluída a segunda via entre Alcântara-Mar e o Cais do Sodré,[18] prevendo-se que iria brevemente entrar ao serviço.[19] No entanto, a circulação pela segunda via só começou em 4 de Julho.[5][15] Em Abril, esta estação já tinha sido mudada para uma estrutura provisória junto ao entroncamento das Linhas de Cintura e de Cascais, e com acesso directo à nova avenida, de forma a evitar que os utentes tivessem de atravessar as linhas para aceder à gare.[20]

Ministros na Estação de Alcântara-Mar em 1904, aguardando a chegada do comboio real

Século XX

A Gazeta dos Caminhos de Ferro de 1 de Dezembro de 1914 noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses tinha apresentado uma proposta para uma tarifa especial, relativa ao transporte de mercadorias, onde se estabeleciam preços mais baixos para estações onde se situavam os principais centros corticeiros, incluindo as duas estações de Alcântara.[21] Em 1918, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses arrendou a exploração da Linha de Cascais à Sociedade Estoril[8] Entre 1927 e 1928, Cottinelli Telmo projectou um novo edifício de passageiros para Alcântara-Mar, no estilo modernista.[9] Em 1926, foi electrificada a Linha de Cascais.[8]

O Decreto-Lei n.º 28:796, de 1 de Julho de 1938, introduziu profundas modificações na zona de Alcântara, incluindo o encerramento da estação fluvial de Santo Amaro, passando os serviços a serem feitos por novas dependências na estação de Alcântara-Mar, que seria ligada à doca por uma linha de via estreita, para vagonetas.[22][23] Também em 1938, a C. P. levantou a estação de Santo Amaro, tendo aproveitado os materiais para construir uma dependência em Alcântara Mar.[24]

Em 1 de Agosto de 1939, foi reatada a circulação do comboio Sud Expresso, após um hiato de três anos, devido à Guerra Civil Espanhola; nessa altura, este comboio ligava Paris à estação do Rossio, em Lisboa, com uma carruagem directa para Alcântara-Mar e Estoril que era atrelada e desatrelada em Campolide.[25] Nesse ano, o Ministério das Obras Públicas e Comunicações publicou um decreto que modificou o traçado da Linha de Cascais desde Alcântara até à Cruz Quebrada, para a construção da Estrada Marginal entre Lisboa e Cascais.[26] Em 15 de Dezembro, foi inaugurado o novo traçado entre Belém e o Apeadeiro de Bom Sucesso,[27] prevendo-se que o lanço seguinte a ser modificado fosse o de Belém a Alcântara.[28] Esta intervenção foi concluída no ano seguinte.[29] Também em 1940, foi organizada uma exposição das novas carruagens da C. P. na estação de Alcântara Mar, que iriam ser utilizadas nos comboios da Linha de Cascais.[30] Em 16 de Setembro desse ano, a Gazeta dos Caminhos de Ferro relatou que a C. P. estava a preparar a criação de corpos de bombeiros em várias estações da sua rede, incluindo em Alcântara Mar.[31]

No XIII Concurso das Estações Floridas, organizado em 1954 pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e pelo Secretariado Nacional de Informação, a estação de Alcântara-Mar foi premiada com um diploma de menção honrosa especial.[32] Em 16 de Agosto de 1955, a Sociedade Estoril iniciou as obras para a modernização da via férrea desde esta estação até e Belém, prevendo-se que depois passariam para o lanço de Alcântara-Mar ao Cais do Sodré.[33]

Vista da estação de Alcântara-Mar, em 2008.

Em 1976, a Linha de Cascais deixou de ser explorada pela Sociedade Estoril, voltando à gestão directa dos Caminhos de Ferro Portugueses.[34]

Décadas de 1990 e 2000

Em 1991 foi construída uma passagem pedonal segregada ligando Alcântara-Mar a Alcântara-Terra (então recentemente reaberta ao serviço de passageiros), constituída por um atravessamento subterrâneo sob a Avenida da Índia seguido de uma passagem elevada, esta última demolida em 2008.[35] Em Dezembro de 2009, a passagem pedonal inferior foi temporariamente encerrada devido a uma inundação.[36]

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
 
 
(n) Azambuja 
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
 Penteado (a)
(n) Alverca 
 Moita (a)
(n) Póvoa 
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
 Terreiro do Paço (a)
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 Coina (u)
(z) Marvila 
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
 Pragal (u)
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
 Paço de Arcos (c)
 
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
 Parede (c)
(s) Sintra 
 São Pedro Estoril (c)
(o) Sabugo 
 São João Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
 Estoril (c)
(o) Mafra 
 Monte Estoril (c)
(o) Malveira 
 Cascais (c)
**(o) Jerumelo 
 

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Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A (**) continua além z. tarif. Lisboa

(***) Na Linha do Norte (n): há diariamente dois comboios regionais nocturnos que param excepcionalmente em todas as estações e apeadeiros.
Fonte: Página oficial, 2020.06

Ver também

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Diretório da Rede 2021. IP: 2019.12.09
  3. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
  4. Instrução de Exploração Técnica N.º 50. INTF («Entrada em vigor 11 de Dezembro de 2005»): p.5
  5. TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 70 (1682). Lisboa. p. 61-64. Consultado em 6 de Março de 2015 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  6. HENRIQUES, 2001: 63-64
  7. REIS et al, 2006:12
  8. REIS et al, 2006:62
  9. MARTINS et al, 1996:129
  10. «Alcântara-Mar». Comboios de Portugal. Consultado em 12 de Novembro de 2014
  11. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85
  12. (anónimo): Mapa 20 : Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1985), CP: Departamento de Transportes: Serviço de Estudos: Sala de Desenho / Fergráfica — Artes Gráficas L.da: Lisboa, 1985
  13. Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1988), C.P.: Direcção de Transportes: Serviço de Regulamentação e Segurança, 1988
  14. «Sociedade "Estoril"» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 62 (1476). Lisboa. 16 de Junho de 1949. p. 423-425. Consultado em 7 de Outubro de 2014 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  15. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 69 (1652). Lisboa. 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 6 de Março de 2015 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  16. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 48 (1161). Lisboa. 16 de Maio de 1936. p. 259. Consultado em 24 de Fevereiro de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  17. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 50 (1223). Lisboa. 1 de Dezembro de 1938. p. 537-538. Consultado em 31 de Outubro de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  18. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 51 (1226). Lisboa. 16 de Janeiro de 1939. p. 81-85. Consultado em 31 de Outubro de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  19. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 49 (1179). Lisboa. 1 de Fevereiro de 1937. p. 88-89. Consultado em 28 de Junho de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  20. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 49 (1184). Lisboa. 16 de Abril de 1937. p. 203. Consultado em 5 de Agosto de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  21. «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 27 (647). Lisboa. 1 de Dezembro de 1914. p. 359. Consultado em 19 de Julho de 2012 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  22. PORTUGAL. Decreto-Lei n.º 28796, de 1 de Julho de 1938. Ministério das Obras Públicas e Comunicações - Gabinete do Ministro, Paços do Governo da República. Publicado no Diário do Govêrno n.º 150, de 1 de Julho de 1938.
  23. «Urbanização de Lisboa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 50 (1214). Lisboa. 16 de Julho de 1938. p. 336-339. Consultado em 1 de Novembro de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  24. «O que se fez em caminhos de ferro em 1938-39» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 52 (1266). Lisboa. 16 de Setembro de 1940. p. 638-639. Consultado em 14 de Abril de 2018 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  25. «"Sud-Express"» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 51 (1240). Lisboa. 16 de Agosto de 1939. p. 393. Consultado em 29 de Março de 2014 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  26. «A linha férrea de Cascais vai sofrer alterações entre Alcântara e a Cruz Quebrada» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 51 (1241). Lisboa. 1 de Setembro de 1939. p. 415. Consultado em 29 de Março de 2014 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  27. «Na linha de Cascais inaugurou-se hoje um novo troço». Diário de Lisboa. Ano 19 (6130). Lisboa: Renascença Gráfica. 15 de Dezembro de 1939. p. 3. Consultado em 10 de Outubro de 2020 via Casa Comum / Fundação Mário Soares
  28. SABEL (16 de Dezembro de 1939). «Ecos e Comentários» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 31 (1248). Lisboa. p. 544. Consultado em 29 de Março de 2014 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  29. «O que se fez em Caminhos de Ferro no ano de 1940» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 53 (1274). Lisboa. 16 de Janeiro de 1941. p. 83-88. Consultado em 31 de Dezembro de 2018 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  30. BARRETO et al, 1999:224
  31. «Vida Ferroviária» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 52 (1266). Lisboa. 16 de Setembro de 1940. p. 644. Consultado em 15 de Abril de 2018 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  32. «XIII Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 67 (1608). Lisboa. 16 de Dezembro de 1954. p. 365. Consultado em 25 de Setembro de 2017 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  33. «A Sociedade Estoril e a modernização da sua linha férrea» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 68 (1625). Lisboa. 1 de Setembro de 1955. p. 309-313. Consultado em 25 de Setembro de 2017 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  34. REIS et al, 2006:117
  35. CRUZ-FILIPE, Luís (4 de Outubro de 2008). «A passagem de Alcântara». Divagações sobre tudo e sobre nada. Consultado em 18 de Maio de 2010
  36. «Passagem inferior de peões em Alcântara cortada por inundação». TSF Rádio Notícias. 22 de Dezembro de 2009. Consultado em 16 de Maio de 2010 [ligação inativa][ligação inativa]

Bibliografia

  • Barreto, António; Mónica, Maria Filomena (1999). Dicionário de História de Portugal: Suplemento A/E. Volume 7 1ª ed. Lisboa: Livraria Figueirinhas. 714 páginas. ISBN 972-661-159-8
  • Henriques, João Miguel (2001). Cascais. Do Final da Monarquia ao Alvorecer da República (1908-1914). Cascais: Câmara Municipal de Cascais e Edições Colibri. 215 páginas. ISBN 972-772-268-7
  • Martins, João; Brion, Madalena; Sousa, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas
  • Reis, Francisco; Gomes, Rosa; Gomes, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP - Comboios de Portugal e Público - Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X
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