Estação Ferroviária de Sete Rios

A Estação Ferroviária de Sete Rios é uma interface da Linha de Cintura, situada na cidade de Lisboa, em Portugal.

Composição regional em Sete Rios (0450), em 2008.
Composição suburbana em Sete Rios (2300), em 2008.
Sete Rios
Fachada principal, em 2009
Identificação:[1] 66076 SRI (Sete Rios)
Denominação: Estação Satélite de Sete Rios
Classificação: ES (estação satélite)[2][3]
Linha(s): Linha de Cintura (PK 4,050)
Coordenadas:
🌍
Concelho: Lisboa
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Estação seguinte
Benfica
Sintra
  S   Entrecampos
Oriente
Alverca
Campolide
Alcântara-T.
  AZ   Entrecampos
Cast. Ribatejo
Azambuja
Ag.-Cacém
Leiria
Figueira da Foz
  R   Entrecampos
Santa Apolónia
Pragal
Faro
  IC   Entrecampos
Oriente
Pragal
Évora
   
Fertagus
Campolide
Coina
  1   Entrecampos
Roma-Areeiro
Campolide
Setúbal
  2  

Coroa: Coroa L Navegante
Conexões:
Ligação a autocarros
52B 58B 61B 202 701 716 726 731 746 754 755 758 768 770 771 3703 3710 3711 3716 3717 3720 3721 4725 4730
Ligação ao metro
Jardim Zoológico
Serviço de táxis
LSB
Equipamentos:
Inauguração:
  • renovação: 1999 (há 23 anos)
Website:
Estação de Sete Rios, em 2008

Descrição

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
 
 
(n) Azambuja 
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
 Penteado (a)
(n) Alverca 
 Moita (a)
(n) Póvoa 
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
 Terreiro do Paço (a)
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 Coina (u)
(z) Marvila 
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
 Pragal (u)
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
 Paço de Arcos (c)
 
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
 Parede (c)
(s) Sintra 
 São Pedro Estoril (c)
(o) Sabugo 
 São João Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
 Estoril (c)
(o) Mafra 
 Monte Estoril (c)
(o) Malveira 
 Cascais (c)
**(o) Jerumelo 
 

← 2019-2021 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A (**) continua além z. tarif. Lisboa

(***) Na Linha do Norte (n): há diariamente dois comboios regionais nocturnos que param excepcionalmente em todas as estações e apeadeiros.
Fonte: Página oficial, 2020.06

Localização e acessos

Esta interface tem o seu acesso principal pela Rua Prof. Lima Bastos,[4] onde esta entronca na Rua de Campolide, havendo acessos secundários para a Rua Canto da Maya e para a Rua Francisco Gentil Martins.[carece de fontes?]

Vias e plataformas

Em Janeiro de 2011, contava com quatro vias de circulação, com 243 a 447 m de comprimento; as plataformas tinham 239 e 260 m de extensão, e 90 cm de altura.[5]

História

Ver artigo principal: Linha de Cintura § História

Esta estação localiza-se no troço original da Linha de Cintura, entre Benfica e Santa Apolónia, que entrou ao serviço em 20 de Maio de 1888, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.[6]

Ver também

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
  3. Instrução de Exploração Técnica N.º 50. INTF («Entrada em vigor 11 de Dezembro de 2005»): p.5
  4. «Sete Rios». Comboios de Portugal. Consultado em 28 de Novembro de 2014
  5. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Rede Ferroviária Nacional. Directório da Rede 2012: 71-85. 6 de Janeiro de 2011
  6. TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682): 61-64. Consultado em 18 de Dezembro de 2015

Ligações externas

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