Estação Ferroviária de Ermesinde

A Estação Ferroviária de Ermesinde, originalmente denominada de Ermezinde,[4] é uma interface das Linhas do Minho, Douro e Leixões, que serve a cidade de Ermesinde, no concelho de Valongo, em Portugal.

Ermesinde
Estação Ferroviária de Ermesinde
Inter-regional circulando em Ermesinde
Identificação:[1] 04002 ERM (Ermesinde)
Denominação: Estação de Concentração de Ermesinde
Classificação: EC (estação de concentração)[2][3]
Linha(s):
Altitude: 100 m (a.n.m)
Coordenadas: 41°13′1.33″N × 8°33′15.78″W

(≍+41.21704;−8.55438)

(mais mapas: 🌍)
Concelho: Valongo
Serviços: RU
Coroa: MAI4
Conexões:
107N 121 5M 70 701 703 704 705 706 707
VLG
Equipamentos:
Endereço: Largo da Estação
PT-4445-427 Ermesinde
Diagrama:
Nó de Ermesinde
Linha do Minho
(↑ Valença)
Ermesinde-A
Linha do Douro
(→ Pocinho)
Ermesinde
(simpl.)
Ermesinde-B
C.ª S. Gemil
(← Leixões)
Linha do Minho
(↓ São Bento)
[] 
Website:
Aproximações à Estação de Ermesinde.
 Nota: Para as outras interfaces ferroviárias complementares a esta, veja Apeadeiro de Ermesinde A ou Apeadeiro de Ermesinde B.

Foi inaugurada em 21 de Maio de 1875, como parte do lanço da Linha do Minho entre Porto e Nine.[5] Em 30 de Julho desse ano, entrou ao serviço o primeiro lanço da Linha do Douro, ligando Ermesinde a Penafiel.[6] Na Década de 1930, a estação foi alvo de grandes obras de remodelação, devido à planeada ligação ao Porto de Leixões,[7] destacando-se a instalação da sinalização eléctrica[7] e a construção da torre de sinalização.[8] Em 18 de Setembro de 1938, abriu à exploração a Linha de Leixões, entre Contumil e Leixões, incluindo desde logo a Concordância de São Gemil, entre Ermesinde e São Gemil.[9] A estação conheceu profundas obras de modificação a partir da década de 1990, no âmbito de um programa de modernização das linhas suburbanas do Porto, que incluiu a electrificação da linha férrea.[10]

Aspeto das plataformas

Caracterização

Vias e plataformas

Em 2004, esta interface dispunha de um serviço de informação ao público,[11] e em 2007 comandava esta função nas estações e apeadeiros de Valongo, Recarei-Sobreira, Cête, Irivo, Oleiros, Paredes, Travagem e São Romão.[12] No ano seguinte, todas estas interfaces, junto com a própria estação de Ermesinde, passaram a ter a informação ao público gerida pelo Centro de Comando Operacional do Porto.[13]

Em 2010, possuía onze vias de circulação, com comprimentos variáveis entre os 210 e 598 m; as plataformas tinham todas 220 m de comprimento e 75 cm de altura.[14]

Acessos rodoviários

Esta interface tem acesso pelo Largo da Estação, na localidade de Ermesinde.[15]

Estação antiga de Ermesinde

História

Inauguração e ligação à Linha do Douro

A estação de Ermesinde encontra-se no troço da Linha do Minho entre Porto - São Bento e Nine, que foi aberto à exploração, em conjunto com o Ramal de Braga, em 21 de Maio de 1875.[5][16]

Os trabalhos de construção da Linha do Douro começaram em 8 de Julho de 1873, tendo o primeiro lanço, entre Ermesinde e Penafiel, entrado ao serviço no dia 30 de Julho de 1875.[17]

O edifício de passageiros situava-se do lado nascente da via.[18] Em 1883, foi colocado o alpendre metálico na Estação de Ermesinde, construído pela Companhia Aliança.[19]

Ligação à Linha de Leixões

Ver artigo principal: Linha de Leixões

Desde meados do Século XIX que se começou a estudar uma ligação ferroviária ao futuro Porto de Leixões, tendo surgido duas correntes de opinião, uma apoiando o prolongamento do Ramal da Alfândega até Matosinhos, e a outra defendendo que a via férrea deveria ser feita de raiz, e que deveria começar num ponto da Linha do Minho a Norte da cidade do Porto.[20] A comissão técnica responsável pela construção do Porto de Leixões aconselhou esta última opção, com o ponto de bifurcação em Ermesinde, uma vez que desta forma ficaria com uma ligação directa tanto à Linha do Minho como à do Douro, além que o ramal ficaria em melhores condições técnicas do que saindo pela Alfândega.[20] No entanto, a Associação Comercial do Porto discordou desta posição, com receio que com o afastamento da ligação ferroviária a Leixões a cidade perdesse alguma importância económica, pelo que assim foi aprovado o prolongamento do Ramal da Alfândega.[20] Em 1897, foi apresentado o projecto de Justino Teixeira para este caminho de ferro, que no entanto foi rejeitado pelo Conselho Superior de Caminhos de Ferro por ser demasiado dispendioso.[20] O Conselho sugeriu que a linha para Leixões se iniciasse num ponto da Linha do Minho entre Campanhã e Rio Tinto, em Contumil.[20] No entanto, este processo conheceu ainda vários atrasos,[20] e só em 27 de Janeiro de 1931 é que a Direcção-Geral de Caminhos de Ferro realizou o concurso público para a construção da Linha de Leixões, a partir de Contumil, incluindo desde logo uma variante para Ermesinde e a respectiva ligação telefónica.[21] O contrato foi assinado em 22 de Maio, tendo as obras arrancado no dia 29 de Junho.[21]

Devido à sua posição como ponto de entroncamento entre as Linhas do Minho e do Douro, e futuramente de Leixões, esta estação possuía uma elevada importância, motivo pelo qual recebeu uma especial atenção no programa de modernização dos Caminhos de Ferro do Estado.[7] Assim, foi alvo de grandes modificações em 1933, tendo sido expandida e recebido vários melhoramentos.[22] Em 1934, estava prevista a instalação de encravamentos e nova sinalização em Ermesinde, uma vez que sistema antigo, baseado apenas em semáforos avançados de disco, estava-se a tornar desadequado para o elevado volume de tráfego que a estação recebia.[7] Nesse ano, também foram instaladas as comunicações por via telefónica entre as Estações de Ermesinde e Régua.[23] Em 1935, foi inaugurada a sinalização eléctrica e construídas passagens subterrâneas em Ermesinde.[24] Em 29 de Abril de 1936, o governo aprovou um projecto da C. P. para uma cobertura em betão armado,[25] e em 1937 foi inaugurada a torre de sinalização, desenhada em 1935 por Cottinelli Telmo.[8] Segundo um diploma do Ministério das Obras Públicas, emitido no Diário do Governo n.º 185, II Série, de 11 de Agosto de 1938, o governo autorizou a contratação da firma alemã Joseph Vögele para a instalação de quatro placas para inversão de locomotivas, sendo uma delas destinada a Ermesinde.[26]

A Linha de Leixões foi aberta à exploração em 18 de Setembro de 1938, com a entrada em serviço do troço entre Leixões e Contumil, e da concordância entre São Gemil e Ermesinde.[9] Esta concordância também era conhecida como Ramal de Ermesinde.[27]

Antigo posto de sinalização, na estação de Ermesinde

Décadas de 1950 e 1960

Desde a Década de 1950 que a C. P. planeou a electrificação da via férrea desde o Porto até Braga, no âmbito do II Plano de Fomento (1959-1964).[28] O Plano de Investimentos, apresentado em 6 de Maio de 1967, incluía a realização de vários projectos ferroviários, incluindo a electrificação entre Ermesinde e Braga.[29] Em 16 de Agosto de 1968, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses estava a preparar um contrato para a remodelação de vários lanços de via férrea, incluindo a renovação parcial do troço entre Ermesinde e Marco de Canaveses.[30] Este projecto, inserido no âmbito do III Plano de Fomento, tinha como principal objectivo melhorar a qualidade dos serviços dos comboios, ao permitir um aumento nas velocidades máximas permitidas.[31]

Estação de Ermesinde durante a noite, em 2012

Década de 1990

Na década de 1990, o Gabinete do Nó Ferroviário do Porto iniciou um programa de modernização das vias férreas em redor da cidade do Porto, incluindo a instalação de sistemas de sinalização electrónica em todas as estações da Linha do Minho de São Bento a Nine, e no lanço da Linha do Douro de Ermesinde a Caíde.[32] Também deveria ser duplicado o troço de Ermesinde a Caíde, e renovado e electrificado até Marco de Canaveses, tendo sido concluída, em Setembro de 1995, a duplicação de Ermesinde a Valongo.[10]

A Linha de Leixões também foi alvo de obras de modernização, tendo sido electrificada e renovada a via férrea, inclusive na variante para Ermesinde.[33] Em 1995, foi concluída a duplicação da via entre Ermesinde e Valongo.[34] Em finais de Abril de 1996, foi terminada a empreitada de electrificação e duplicação do troço entre Ermesinde e São Romão.[35]

Um dos objectivos da modernização era melhorar os serviços ferroviários suburbanos no eixo entre o Porto e Braga, através da redução dos tempos de viagem, e do aumento da oferta dos comboios, especialmente do tipo suburbano.[10] Assim, previa-se a criação de serviços urbanos regulares cadenciados entre Porto e São Romão com paragem em todas as estações e apeadeiros, comboios suburbanos semi-rápidos entre Porto e Braga com paragens apenas em algumas estações pelo caminho, como Ermesinde, e expressos em horário adicional, fora dos serviços de ponta, no mesmo percurso, também com paragem em Ermesinde.[10] No percurso entre Porto e Ermesinde, esperava-se um aumento da procura na ordem dos 81% nas horas de ponta, de 122% nos restantes períodos.[10]

Século XXI

Em meados de 2001, foi concluída uma intervenção na estação de Ermesinde, no âmbito do Projecto Norte da Rede Ferroviária Nacional.[36]

CP Urbanos do Porto

(Serv. ferr. suburb. de passageiros no Grande Porto)
Serviços: Aveiro Braga
Marco de Canaveses Guimarães


(b) Ferreiros 
 Braga (b)
(b) Mazagão 
 Guimarães (g)
(b) Aveleda 
 Covas (g)
(b) Tadim 
 Nespereira (g)
(b) Ruilhe 
 Vizela
(b) Arentim 
 Pereirinhas (g)
(b) Cou.Cambeses 
 Cuca (g)
(m)(b) Nine 
 Lordelo (g)
(m) Louro 
 Giesteira (g)
(m) Mouquim 
 Vila das Aves (g)
(m) Famalicão 
 Caniços (g)
(m) Barrimau 
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
 Cabeda (d)
(m)(g) Lousado 
 Suzão (d)
(m) Trofa 
 Valongo (d)
(m) Portela 
 S. Mart. Campo (d)
(m) São Romão 
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
 Trancoso (d)
(m) Leandro 
 Rec.-Sobreira (d)
(m) Travagem 
 Parada (d)
(m)(d) Ermesinde 
 Cête (d)
(m) Palmilheira 
 Irivo (d)
(m) Águas Santas 
 Oleiros (d)
(m) Rio Tinto 
 Paredes (d)
(m) Contumil 
 Penafiel (d)
(n)(m) P.-Campanhã 
 
(m) P.-São Bento 
 
(n) General Torres 
 Bustelo (d)
(n) Gaia 
 Meinedo (d)
(n) Coimbrões 
 Caíde (d)
(n) Madalena 
 Oliveira (d)
(n) Valadares 
 Vila Meã (d)
(n) Francelos 
 Livração (d)
(n) Miramar 
 Recesinhos (d)
(n) Aguda 
 M.Canaveses (d)
(n) Granja 
 Aveiro (n)
(n) Espinho 
 Cacia (n)
(n) Silvalde 
 Canelas (n)
(n) Paramos 
 Salreu (n)
(n) Esmoriz 
 Estarreja (n)
(n) Cortegaça 
 Avanca (n)
(n) Carv.-Maceda 
 Válega (n)
(n) Ovar 
 

← 2011-2019 []

Linhas: d L.ª Dourog L.ª Guimarães
b R. Bragam L.ª Minhon L.ª Norte
Fonte: Página oficial, 2020.06

Ver também

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
  3. Instrução de Exploração Técnica N.º 50. INTF («Entrada em vigor 11 de Dezembro de 2005»): p.5
  4. Horários dos comboios de Campanhã a Braga em 1876. Esta estação aparece com o nome contemporâneo: "Ermezinde".
  5. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 26 de Outubro de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  6. MARTINS et al, 1996:247
  7. «Direcção Geral de Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 47 (1125). 1 de Novembro de 1934. p. 538. Consultado em 31 de Março de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  8. MARTINS et al, 1996:132
  9. TORRES, Carlos Manitto (16 de Março de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 71 (1686). p. 133-140. Consultado em 31 de Março de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  10. MARTINS et al, 1996:227
  11. «Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2005». Rede Ferroviária Nacional. 13 de Outubro de 2004. p. 65
  12. «Directório da Rede 2007 1.ª Adenda». Rede Ferroviária Nacional - REFER, E.P. 26 de Junho de 2007. p. 88
  13. «Directório da Rede 2009». Rede Ferroviária Nacional. 9 de Abril de 2008. p. 89
  14. «Directório da Rede 2011». Rede Ferroviária Nacional. 25 de Março de 2010. p. 67
  15. «Ermesinde». Comboios de Portugal. Consultado em 18 de Novembro de 2014
  16. REIS et al, 2006:12
  17. TORRES, Carlos Manitto (16 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 70 (1684). p. 91-95. Consultado em 26 de Outubro de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  18. Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1988), C.P.: Direcção de Transportes: Serviço de Regulamentação e Segurança, 1988
  19. REIS et al, 2006:25
  20. MARTINS et al, 1996:37-39
  21. «Construções Ferroviárias: A Linha de Cintura do Porto» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 46 (1112). 16 de Abril de 1934. p. 215-218. Consultado em 31 de Março de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  22. «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1933» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 47 (1106). 16 de Janeiro de 1934. p. 49-52. Consultado em 31 de Março de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  23. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 31 de Março de 2013
  24. «Os nossos Caminhos de Ferro em 1935» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 48 (1154). 16 de Janeiro de 1936. p. 52-55. Consultado em 29 de Outubro de 2018 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  25. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1165). 1 de Julho de 1936. p. 370-372. Consultado em 29 de Outubro de 2018 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  26. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 50 (1216). 16 de Agosto de 1938. p. 391-393. Consultado em 29 de Outubro de 2018 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  27. MARTINS et al, p. 260
  28. SARAIVA e GUERRA, 1998:167
  29. MARTINS et al, 1996:270
  30. «Vão melhorar os serviços da C. P.» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 81 (1928). 16 de Agosto de 1968. 96 páginas. Consultado em 31 de Março de 2013
  31. «A Viagem Lisboa-Porto (em 1975) durará menos de duas horas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 81 (1932). 16 de Dezembro de 1968. p. 163. Consultado em 31 de Março de 2013 via Hemeroteca Digital de Lisboa
  32. MARTINS et al, 1996:159
  33. MARTINS et al, 1996:225
  34. REIS et al, 2006:150
  35. MARTINS et al, 1996:226
  36. «Relatório e Contas 2001». Rede Ferroviária Nacional. 2002. p. 16

Bibliografia

  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas
  • REIS, Francisco Cardoso dos; GOMES, Rosa Maria; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X
  • SARAIVA, José Hermano; GUERRA, Maria Luísa (Agosto de 1998). Diário da História de Portugal. Volume 3 de 3. Lisboa: Difusão Cultural. 208 páginas. ISBN 972-709-060-5

Leitura recomendada

  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. Volume 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4
  • DIAS, Manuel Augusto (2011). Ermesinde e a primeira república: (1910-1926). Ermesinde: Junta de Freguesia de Ermesinde. 160 páginas
  • DIAS, Manuel Augusto; PEREIRA, Manuel Conceição (2001). Ermesinde: Registos monográficos. Ermesinde: Câmara Municipal de Ermesinde
  • DAHLSTRÖM, Marc (1989). Vapeur Au Portugal (em francês). [S.l.]: Edição do autor. 176 páginas. ISBN 2950249930
  • LOPES, Ernâni Rodrigues (2001). De 1974 a 1986: o prelúdio às transformações do final do séc. XX. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 3. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 269 páginas. ISBN 972-97046-4-3
  • MARISTANY, Manolo (1974). Carrilets de España y Portugal (em Castelhano). 2 de 2. [S.l.]: J.M. Casademont
  • MARTINS, João Maria de Oliveira (1996). A Questão Ferroviária. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 1. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 210 páginas. ISBN 972-97046-1-9
  • MÓNICA, Maria Filomena; et al. (1999). Estudos Históricos. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. Volume 2. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 168 páginas. ISBN 972-97046-3-5
  • WALKER, John R. (2005). Broad Gauge Steam Locomotives of Portugal (em inglês). [S.l.]: Hartshead Publishing. 103 páginas. ISBN 0955174805

Ligações externas

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